sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Consciência - Equilibrio - Razão


A CONSCIÊNCIA

A consciência é o mecanismo abstrato da mente, de registro do que acontece a nós mesmos e em torno de nós. Em última análise a consciência significa saber o que se passa em torno de nós e conosco ou seja, ter a capacidade de “ver” e “ouvir”. Como as outras partes do mecanismo da mente, ela tem o seu começo e cresce ou decresce conforme o seu desenvolvimento.

Sua mecânica se prende ao processo de focalização e sintonia como nas lentes óticas e nos receptores de rádio, depende de ajuste focal e luz, etc.

Ela existe em maior ou menor grau, conforme o equilíbrio de nossa mente, e na proporção da responsabilidade que assumimos perante a vida. Conforme a posição assumida assim é nossa consciência, de acordo com a concepção que fazemos de nós mesmos. Até certo ponto a consciência é apenas um problema de condicionamento, de educação.

Paulatinamente ela vai se tornando uma questão de autoeducação, e de trabalho de nossa vontade sobre nossos mecanismos de relação. Se desenvolvermos nossa capacidade de reequilíbrio constante, teremos uma consciência permanente. Equilíbrio e consciência são dois polos de nossa mente que trabalham sempre juntos.

Uma consciência equilibrada, é como um farol que ilumina tudo que chega até nós, e nos dá a justa medida das coisas para posterior elaboração da mente. Esse fato se aplica nos três planos de nossa vida, e de nosso grau de consciência ou inconsciência, dependem as constituições de nossas esferas coronárias e, por consequência, de nosso Sol Interior.

EQUILIBRIO
Ser Humano é como o rio que corre tranquilamente para o mar.

Nós estamos sempre ligados ao nosso princípio e ao nosso fim, assim como o rio está sempre ligado a sua nascente e à sua foz.

Em meio do caminho recebemos os “afluentes, ou seja, as influências que nos atingem de ambos os lados, na nossa “margem esquerda” ou na “margem direita”“.

A todos os instantes de nossa vida, nós podemos estar recebendo projeções de outras mentes, correntes negativas, boas ou más notícias, ou seja, a todos os momentos nós podemos nos desequilibrar. Nem sempre nós podemos afastar as coisas que nos desequilibram, mas sempre existe a necessidade do reequilíbrio.

É verdade que os fatos inconscientes, que atingem nossa mente, tanto podem ser positivos como negativos. Essa negatividade ou positividade nem sempre é intrínseca aos fatos, mas sim à maneira como eles são absorvidos e assimilados pela mente. A conclusão que se chega desse mecanismo é que a mente é, em última análise, o campo visado, mas a responsabilidade é nossa, do nosso “eu”, de que ela seja atingida ou não.

Se alimentamos a nossa mente com maus desejos, pensamentos de ira ou de ódio, cria-se em torno dela uma atmosfera fluídica pesada, de energias de baixo teor vibratório, cheias de impurezas; se, ao contrário, a alimentarmos com aspirações nobres e pensamentos elevados, a atmosfera da mente é límpida. Conforme pois for o condicionamento da mente, assim será sua capacidade de absorver e modificar as emissões, quaisquer que sejam elas.

Sob o comando do “eu” a mente pode recompor as energias em todas as direções e reequilibrar inclusive o “Sol Interior”, feito isso ela se harmoniza no equilíbrio, estando pronta para novas tribulações.

Ao falarmos do equilíbrio, evidenciamos dois novos componentes que são as projeções e os fluidos que serão analisados nos itens subsequentes.

A RAZÃO
A vida do Homem gira ininterruptamente em torno de dois polos, um positivo e outro negativo, situação essa que só termina quando o Espírito se liberta inteiramente da sua orbe terrestre. Enquanto encarnado, ou desencarnado e “à caminho de Deus”, ele a todo instante tem que tomar decisões, escolher entre duas ou mais opções. A escolha do caminho certo, a decisão com base no equilíbrio é que se pode chamar de razão.

Cada Ser Humano tem o seu ponto próprio de equilíbrio e, como consequência, tem a sua própria razão.

A vida, entretanto é um movimento constante de equilíbrio, desequilíbrio e reequilíbrio, motivo pelo qual a razão não é um ponto fixo na mente, e sim, a meta que se move, o alvo que o Homem procura acertar. O homem tem a cada momento de reajustar-se aos muitos fatores que influem em sua mente, e a razão, a decisão equilibrada é que determina o índice de sua evolução.

Nem todos os fatores que influenciam a mente são conscientizados pelo Homem. O campo consciencional, onde o “eu” terá que se situar para a tomada das decisões, é limitado pela percepção sensorial. Na verdade a consciência do encarnado é apenas uma janela, um painel que mostra cada vez uma parte do todo, uma verdade parcial.

Essa abertura da consciência – no sentido de saber-se – flutua, em termos de amplitude, dependendo dos fatores naturais da vida: idade, posição no meio ambiente e grau de responsabilidade que lhe cabe pelos fatores Cármicos, etc.

Temos assim, até este ponto, juntado dois mecanismos da mente que levam à razão: o equilíbrio e a consciência. Compreendidos esses dois fatores, podemos partir para a compreensão do raciocínio, e chegarmos ao mecanismo do pensamento, a última fase da mente que precede a ação.


Trino Tumuchy, Mestre Mário Sassi


terça-feira, 29 de outubro de 2013

VERDADE COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL


Salve Deus!
Jesus estando diante da verdade foi lhe perguntado o que é a verdade?
Hoje nós outros dessa Doutrina do Amanhecer, estamos assistindo e vendo muitos de nossos irmãos ainda buscarem a mesma resposta.
Jesus é essa verdade, suas palavras e suas ações determinam esse caráter, “Eu sou o caminho a verdade e a vida”. Nesse caso o “EU” pode ser interpretado como a o espírito, a individualidade que busca seu caminho que as vezes é obscurecido pela personalidade transitória que aqui assumimos, ou nossa presente encarnação.
Se pudéssemos ter acesso consciente as metas assumidas por nosso espírito, com certeza, mudaríamos nossas ações e voltaríamos mais a nossa missão espiritual. As vezes essas noções da existência real e concreta dessas responsabilidade só é possível quando o homem tem uma experiência mística que transcende os laços do corpo, da personalidade.
Nós outros, jaguares deste Amanhecer, lidamos quotidianamente com individualidades desencarnadas, sejam elas de luz ou não! Mas mesmo assim, muitos contestam esse fato e querem ainda respostas por perguntas que já lhes são respondidas diariamente em sua vivência nos Templos do Amanhecer.
O Senhor tem e terá seu templo em nosso íntimo, o reino de Deus está dentro de cada um. Os Templos físicos são estruturas tecnicamente criadas para facilitar o exercício da mediunidade. É um hospital espiritual, que aproveitando de suas habilidades mediúnicas ou espirituais lhe condicionou a exerce-las em função da sua cura e de outros encarnados e desencarnados que buscam a mesma coisa que você; se curar!
Porém existem regras e normas que norteiam o exercício de sua mediunidade, cada ritual necessita de padrões comportamentais específicos, instrumentação adequada e única que vai permitir essa cura, esse exercício de sua mediunidade.
A conduta moral do médium é seu cartão de visita, muito embora as ações a nível do exercício da mediunidade em nossos templos ocorram a nível da individualidade, e dessa forma, o Mestre, esse “EU” absoluto predomina, o caráter é o cartão de visita do encarnado, não diante de sua própria consciência quanto das pessoas que lhe rodeiam. Humarram já dizia que era também caridade prestar contas de nosso comportamento a nosso vizinho.
Muitas vezes em nosso texto falamos da fidelidade doutrinária não como uma ação humana, mas sim como uma forma de preservar o acesso as forças espirituais que são emanadas em nossos templos e que serão acessadas em sua totalidade quando nos enquadramos nos requisitos exigidos por seus Guias e Mentores.
Essas individualidades não mais tem os sentimentos humanos que temos, possuem sim, um senso extremamente lógico, isentos dos segmentos negativos humanos que lhes permitem amar sem condicionar ou exigir qualquer coisa em troca, o que chamamos de amor incondicional. Mas isto, não quer dizer que elas apoiam e estão de nosso lado quando quebramos o código sagrado da conduta doutrinária.
Também outra situação interessante é que não há punição por parte deles, e tão pouco é ensinado na existência de um inferno em nossa doutrina. Essa punição é sua consciência que lhe cobra e as vezes lhe conduz a um inferno abstrato , onde teu próprio cobrador, ou até você mesmo, lhe impõe os castigos a sua vida , e então, perdendo o senso direcional e das atitudes coerentes você começa a se perder e agir desatinadamente.
Gilmar
Adjunto Adelano
Teresina-out2013


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Mario Sassi o Evangelizador

MARIO SASSI-TRINO PRESIDENTE TRIADA TUMUCHY Salve Deus! A conhecimento do que nos acontece e, consequentemente sua compreensão, nos ajuda em nossa caminhada. É evidente que uma análise racional baseada em informações do porquê das coisas é elemento essencial para esse entendimento. Uma doutrina é essencialmente um conjunto de normas as quais, filiamos e nisso está implícito seguir as determinações que a regem. Em nosso caso, primordialmente na formação do sistema hierárquico a espiritualidade escolheu quatro homens, para representar povos e ministros para formar o topo da hierarquia da Doutrina do Amanhecer. Não tratou-se de uma escolha baseadas em valores humanos, pois foram designados por uma Clarividente, que tinha acesso simultâneo em vários planos, então levou se em conta valores calcados em heranças, conquistas e também derrotas que essas individualidades tiveram ao longo dessas vinte e uma encarnações. Vamos nos deter na personalidade e individualidade de um desses Trinos, especificamente o Trino Tumuchy, Mário Sassi. Sociólogo formado pela Universidade de Brasília, chegou a Doutrina com um processo bastante complicado, situações existenciais beiravam em suicídio. Fora ele profetizado a Clarividente por Pai Seta Branca, que lhe dizia que iria chegar um Mestre que iria ajuda-la na implantação e descodificação da nossa doutrina. De personalidade altamente analítica, tinha por qualidade o espírito cientifico, o qual na verdade, era nada mais , nada menos que heranças de sua encarnações como Equitumans, diga se passagem, que Mestre Edelves , Adjunto Yuricy, afirmava que a Clarividente dizia que os dois Equitumans que haviam encarnado seria ela e o Mestre Tumuchy. Logo de início o Mestre Mário Sassi. Fora iniciado por Pai Seta Branca, essa iniciação fora vista por Tia Neiva dias antes em uma casa transitória. O Mestre Mário Sassi começou a investigar os fenómenos mediúnicos cientificamente de nossa doutrina, assim como investigou exaustivamente a mediunidade de sua esposa e companheira Neiva Chaves Zelaya a Tia Neiva. Se dividia entre os espírito analítico do Doutrinador e a força do mestre evangélico o qual foi sua marca registada. Escreveu vários livros os quais, até hoje para quem sabe apreciar um excelente material para desvendar os mistérios da doutrina, utiliza para ampliar seus conhecimentos. Era o anfitrião de todas as classes sociais que ocorriam ao Vale para conhecer, recebia o homem simples quanto políticos, cientistas e religiosos, que curiosos procuram conhecer nossa doutrina. É o primeiro Trino da Doutrina, seu canto fala de processos de manipulação de força atómica. Paralela a essa força, suas palestras dominicais davam segurança e esclarecimento real aos aspirantes a médiuns de nossa doutrina. Foi Presidente da Ordem Espiritualista Cristã, enquanto Tia Neiva estava encarnada. Muito embora com todo o conhecimento, era até um pouco ríspido, tinha a grande qualidade de pedir perdão quando errava, e isto ele fazia natural e abertamente. Quantas vezes o vimos sentado no farol mestre da mesa evangélica quando do intervalo do primeiro para o segundo intercâmbio. Gostava na abertura dos retiros interpretar o evangelho a todos que ali estavam, trazendo serenidade aos médiuns. Realizou entre tantas coisas o curso de evangelização que chamamos de partida evangélica e o curso de estrela, material esse, que ainda hoje, poucos entenderam e aproveitaram. Certa feita o encontrei indo para o Templo e ele me disse claramente assim: -Meu filho precisamos sair da precisão Iniciática e mergulhar na evangélica. Após o desencarne de Tia Neiva, a força do carma o levou a caminhos sofridos, por não ter renda própria, peregrinou esse caminho sofrido com ajuda de alguns médiuns. Não mais era o Presidente da Ordem, e de certa forma foi um pouco esquecido no meio dos seus. Passa a valorizar um movimento intitulado “Grandes iniciados”, que acaba por tirá-lo do ambiente físico do Vale. Certa feita fiz um convite para entrevistá-lo e ele respondeu: -Meu filho dê me quinze dias, e nem sei daqui a quinze dias você vai quer minha entrevista. Nesse período ele sofreu um AVC severo que o colocaria em uma cadeira de rodas, mas não calou sua voz. O grande evangelista continuou como o pastor que se apoia em seu cajado a cuidar de suas ovelhas. Mas o grande Equitumans, já cansado, não tinha tantas forças, para acompanhar seus contemporâneos espartanos. Acreditando nas comunicações recebidas resolve mudar para um local no alto do grande colorado em Brasília, e deixa o Vale do Amanhecer. Fora do Vale físico, pois dizia que onde estava, ali era uma extensões da doutrina, coisa que os Trinos nunca concordaram, fui ao seu encontro para gravar a sua última entrevista. -Encontrei o grande Doutrinador sentado em sua antiga e velha poltrona e disse me: -Meu filho! Isto aqui é minha prisão, só me liberto quando estou na fisioterapia do Hospital Sarah. Nesta entrevista que emprestei e nunca me devolveram ficaram marcadas as seguintes frases: -Os médiuns do vale querem que eu volte, mas não posso abandonar esses que aqui me seguiram. Não sou mais aquele heroizinho que pensam que sou! -O que fosso fazer aqui sentado nessa cadeira de rodas? Contou me sua história e sua trajetória na doutrina. Sua voz embargada, um pouco difícil de ser compreendida pela ação do AVC, como grande cavalheiro que era me disse: -Meu filho! Você foi o melhor entrevistador que já tive! Esse fato aconteceu em outubro de 1995! No mês que nasceu Jesus, no mesmo ano ele desencarnou! Não há mais o que dizer!!!
Gilmar Adjunto Adelano - Doutrinador! Outubro-2013

domingo, 27 de outubro de 2013

Jaguar


O Jaguar

Salve Deus!

Ensinou-nos a nossa Mãe que somos Jaguares.
Quem começa na Doutrina imagina um nome bonito para se dar aos Mestres e Ninfas mas a História é bem diferente.
Jaguar é o nome de que foi conhecido um povo que viveu na Terra há milénios.
Oriundos de Capela, após os Equitumans e os Tumuchys chegaram estes espíritos com a missão de construir máquinas energéticas para a preparação da evolução terrena.
Contudo, ao longo das suas encarnações na Terra, estes espíritos foram-se afastando das suas missões e comprazendo-se ao Mal envoltos pelo poder atribuído pelos seus elevados conhecimentos, muito superiores aos dos povos originários da Terra.
Eram cerca de trinta mil.
O ponto de viragem foi na época de Esparta onde foram julgados.
Muitos foram desintegrados pelo mal que fizeram mas alguns seguiram o caminho da recuperação.
Impossibilitados de regressar a Capela, começaram as suas duras caminhadas ajudando os Povos Terrenos a quem haviam destruído.
O título de Jaguar foi atribuído a Oxalá, líder destes espíritos que mais tarde encarnaria como Seta Branca neste plano físico.
Outra passagem da história deste povo foi no Brasil Colonial, tempo de Pai João de Enoque, Pretos-Velhos e Princesas que encarnaram como escravos para aliviar os seus carmas.
Somos então esses mesmos espíritos que ainda hoje correm em correção dos seus atos que vêm daqueles tempos longínquos.
Por isso há que ver o enorme fardo que o Jaguar carrega, com todas as guerras, missões falhadas, mortes e abusos que cometemos ao longo de milénios.
Não voltaremos a Capela até que tudo esteja pago.
Meu irmão Jaguar! Lembremos-nos sempre que estivemos às portas da desintegração como tantos outros irmãos mas nos foi dada outra oportunidade. Aproveitemos.
O trabalho é a saída.

Claro que nem todo o Jaguar é desse tempo.
Muitos são de outras tribos, com problemas similares que procuram nesta missão uma escapatória para os seus carmas, tendo-se juntado a nós.
Muitos vestem a roupa de Jaguar, mas a história dos seus espíritos é bem diferente.
Como dizia a nossa Mãe: "Muitos são os chamados mas poucos os escolhidos."

Salve Deus! Vamos trabalhar, trabalhar muito para ajudar este povo enorme que tanto sofreu às nossas mãos.
Não estamos na Terra para ser servidos mas para servir, para ajudar.


"O HOMEM QUE TENTAR FUGIR DE SUA META CÁRMICA OU JURA TRANSCENDENTAL SERÁ DEVORADO, OU SE PERDERÁ COMO UM PÁSSARO QUE TENTA VOAR NA ESCURIDÃO DA NOITE"
PAI SETA BRANCA.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Carta de Tia Neiva - Gregos e Troianos

Salve Deus!
Meus filhos Jaguares, negar a possibilidade de uma revelação divina, feita em diversos tempos e por diversos modos é o mesmo que negar a tradição falada e escrita de todos os povos. Viver a expulsar os pensamentos tentando conservar uma mente científica que, por séculos e séculos, nada fez, senão a pequena parcela nos caminhos dos homens. Sim, filhos, porque à nossa alma sofre a falta de calor místico extra sensorial que repousa no Centro Coronário de nosso Sol interior, nos plexos.

Temos aqui o relato da triste tragédia, naquela noite cheia de chamas, em que Gregos e Troianos destruíram inúmeras vidas, fatos registados pela história, e que as consequências deste desatinos foi conseguir de volta o ódio de muitos que se tornaram obsessores e clamam pela justiça.

A cidade de Traia era governada pelo rei Príamo (Cleones), o qual era casado com a rainha Hécuba (Nilda). Este nobre casal tinha um filho de extraordinária coragem chamado Heitor (Armando) outro de grande e máscula beleza chamado Páris (Silvério) e a bela princesa Policena. Páris foi enviado por Príamo à cidade Grega de Esparta, em missão comercial junto ao rei Menelau (foragido). Quando Páris chegou em Esparta, o rei achava-se ausente. Páris então encontrou-se com a rainha Helena, foragida, considerada na época a mulher mais bela e semelhante à própria Afrodite. Deslumbrado com a beleza e formosura de Helena, Páris raptou a rainha levando-a consigo para Troia.

Furioso com o fato, Menelau convocou uma reunião entre os príncipes e reis de toda à Grécia, declarando guerra aos traidores de Troia. Portanto o rapto da bela Helena provocou a guerra de Troia.

A Confederação Helénica decidiu vingar a escandalosa afronta. Foi designado Agamenon (João do Vale) irmão do rei Menelau como chefe das hostes gregas. Em meio de grande entusiasmo, prepararam as galeras que deviam combater o inimigo e, finalmente, seguiram viagem, até chegarem diante das muralhas de Traia, iniciando-se um terrível sítio que duraria dez anos. Houve violentos combates no mar destacando-se como vitoriosos os seguintes comandantes de galeras: Diomedes (Alexandre), Patrocles (Sebastião José), Aquiles (Mário Kioshi), também príncipe de Ciros, e Trós (Guto).

Em terra também se fizeram grandes combates diante das muralhas da cidade de Troia. Entre os guerreiros destacavam-se Ulisses (Raul), homem astuto e corajoso, rei de Ítaca; Macaon (Ataliba), também príncipe de Acália, que demonstrou grande habilidade na medicina; Podalírio (Mariel), irmão de Macaon, que comandou um terrível contingente de Tessalos; Eurimaco, (Luiz Claudio), e Locride (Sérgio Paulo), filho do rei de Creta. Os troianos, do alto das muralhas de sua cidade, viram surpresos e admirados, que os espartanos construíram um gigantesco animal para, em seguida, se retirarem, com suas armas e bagagens, daquele sítio.

Os troianos tiveram uma noite de festa. Todos os habitantes dançavam e bebiam, festejando entusiasmados o fim da guerra e a posse do enorme cavalo de madeira, troféu que todos os povos invejariam fazendo assim correr a fama de Troia pelo mundo.

Migdon (Michel), famoso rei de uma região da Frigia, que lutava ao lado dos troianos contra os gregos, procurou persuadir o rei Príamo do iminente perigo que representava aquele presente. Contudo, essa noite tão festejada foi a mais trágica que os troianos puderam ver. O massacre começou quando já, bem tarde, os troianos, cansados de dançar, beber, adormeceram. Em meio às sombras, os guerreiros gregos: Deífobo (Luiz da Paixão), Agapeno ( Benedito Gaspar), Neleu (Arivaldo), Istníades (Celso), Menésio (João Joaquim), Ícaro (Devaci), Perileu (Calixto), Aiante (José Dias), Sinon (Edilson), Meriones (Enio), Menestrio (Alecir), Antimaco (Djalma), Turno (Armando), Enéias (José Luiz), Filoctetes (Eduardo), Agaleno (José Vieira), Euquenor (Juarez), Enone (Raimundo Dantaas) e Eurípelo (Vicente), desceram silenciosamente do interior daquele singular presente, espalhando-se pela cidade.

Subitamente, enquanto os troianos dormiam, estes bravos guerreiros iniciaram um terrível massacre. Tochas acesas foram lançadas nas casas, que logo começaram a queimar, e a cidade tornou-se em chamas e gritos de desespero. Logo após, chegaram as frotas comandadas pelo estrategista Epeu (Lourival), que saía vitorioso de uma batalha contra Agenor (Gleidson), próxima às ilhas de Tenedo e Helesponto. Em poucos instantes todo o exército helénico estava dentro da cidade de Troia.

Com ajuda do poderoso Idomeneu (Paulo Guimarães), rei de Greta, a vitória grega foi total. Neoptolemo (Vagner) cruelmente matou o rei Príamo em seu próprio aposento.

O rei Menelau custou a achar Helena, que havia se escondido num local afastado da cidade. Quando a encontrou, pensou primeiramente em matá-la mas, encantado com sua beleza, sentiu renascer aquele velho amor por ela, e levou-a de volta consigo.

Salve Deus!

Com carinho, a Mãe em Cristo,

terça-feira, 22 de outubro de 2013

As Ninfas e Mães em nossa Doutrina




                          AS NINFAS E MÃES EM NOSSA DOUTRINA
Salve Deus!
Sempre se ouviu falar que nossa doutrina é primordialmente comandada por Doutrinadores, lógico que são só homens. Alguns dizem que seu status de machista é uma herança espartana, muito embora , Pai Seta Branca ao afirmar que suas filhas são “rosas”, “ternuras”, tem na verdade , por trás dessas afirmações o cuidado de um pai , preservando suas filhas do trabalho pesado e desgastantes que na verdade é assumir o comando e administração física da doutrina.
Mas se formos analisar e observar o que realmente acontece, vamos observar que as coisas não são bem assim. Nossas Ninfas tem um papel de suma importância em tudo que acontece em nosso meio doutrinário...E ainda mais; elas comandam na verdade, e muito!
A Doutrina nasceu de uma mulher! Tia Neiva afirmou alto em bom tom no radar do templo em um domingo em que o mesmo estava lotado!
-Eu pari o Doutrinador!
-Ele é meu filho!
-E ele me deve a vida!
-Para os mais veteranos vamos fazer um pequeno passeio e viajar um pouco por esse tempo, que nos auxilia, nos conforta, mas também infelizmente, tem a outra faceta, que em nosso meio não nos ajuda, que é apagar a memória de fatos ocorridos em nosso meio , e também outro fato triste entre nós é que nossos registos, nossa história oficial é tremendamente deturpada, deixando os novos componentes sem ter conhecimento das mulheres que fizeram e fazem história em nossa doutrina.
-Neiva Chaves Zelaya.
Nascida em Propriá, Sergipe ele foi além de tudo quanto podemos entender como missionária. Nascida em meio a uma família católica, ficando viúva muito jovem, e uma época em que o preconceito era enorme, foi fotografa, motorista de ónibus e caminhão, primeira motorista profissional do Brasil, de repente de uma hora para outra, começou a ver e ouvir espíritos. Daí para frente, assumiu sua condição mediúnica e formou hoje o que é a Doutrina do Amanhecer.
-Maria Edelves Couto dos Reis.
-Nascida em Parnaíba Piauí funcionária pública federal, veio do Rio de Janeiro transferida para Brasília, um dia resolve procurar a Clarividente e estando a sua frente , Tia Neiva pede a Edelves que para não mais usar o que trazia em sua bolsa, pois ela não precisava daquela espécie de amuleto que ali estava. Entra para doutrina, e a maioria dos trabalhos que foram implantados por Tia Neiva a ninfa sol Edelves fez a abertura.
È consagrada Adjunto Yuricy, o único Orixá mulher em meio a 39 homens consagrados como Adjuntos. É lhe entregue as falanges de Yuricys e Príncipes Maias e por volta da década de oitenta é consagrada Regente de Koatay 108.
-Nair Zelaya .
Participou do nascimento das falanges de Nityamas e Yuricys. Junto ao convívio de Tia Neiva conheceu a essência da doutrina e seus rituais. Na década de oitenta uniu-se ao Trino Ajarã Gilberto Zelaya e começaram sua missão bandeirante, semeando a doutrina em todo território brasileiro, de transcendência dos paços imperiais, é a primeira Aponara, falange missionária criada pelos Trinos Presidentes Triadas e que está ao lado dos Adjuntos Presidentes como companheira na criação e manutenção dos templos do Amanhecer.
-Terezinha Zelaya.
-Esposa e Ninfa do Trino Ypoarã, sua emanação e carinho é tão marcante que pensamos que ela é filha biológica de Neiva Chaves Zelaya. Sua presença no ritual de casamento como Pitonisa faz seu brilho natural transcender nossos pensamentos, comentam que Tia Neiva lhe concedeu posicionamentos e situações espirituais especiais.
-Carmem Lúcia e Vera Lúcia Zelaya.
-Primeira Muruaicy e Primeira Samaritana. Assistiu e participou do nascimento e desenvolvimento de nossa doutrina, ao lado de família , viveu as dificuldades de uma família em busca da afirmação da visão de sua mãe em momentos em que somente a força de uma família poderia dar sustentação para Neiva pudesse continuar sua caminhada para edificação dessa doutrina.
-Gertrudes Zelaya (Study).
Afilha e filha adotiva(oficial) de Neiva Chaves Zelaya, foi segunda Mãe dos quatro filhos de Neiva. Enquanto ela trabalhava Gertrudes ficava tomando conta das crianças. Também foi mãe adotiva de centenas de outras crianças que Tia Neiva albergava em seu orfanato.
Não podemos deixar de mencionar outras Ninfas como D Nilza Hanna Primeira Franciscana, Dinah primeira Dharman-oxinto, Dona Argentina que foi Presidente de templos em Minas Gerais e todas as primeiras de falange, de Socorro esposa do Adjunto Amayr, Dona Zilda esposa do Adjunto Umaryã.
Assim como não podemos deixar de forma alguma de mencionar você Ninfa Lua, companheira, esposa do Adjunto Presidente! Você que um dia acreditou na intuição de seu companheiro dada pelo Ministro dele na formação de um povo. Deixou seus filhos, sua casa e partiu para fundar um outro lar, onde filhos de outras épocas , de outras instâncias se reencontram para o cumprimento dessa jornada missionária . Histórias como a nina de um Presidente no início de sua jornada, quando era somente ela e seu mestre. Com um filho de colo, ao ir para os Tronos o filho era entregue aos pacientes para ser cuidado enquanto estava incorporada. Como ninfas que assisti ao chegar ao templo estava ela, de enxada na mão ajudando seu Mestre a construir a base do templo. Que nas estradas perigosas de nosso pais, ainda hoje, se arrisca para levar a doutrina ao Caboclo ao homem que busca a paz nessa nossa doutrina.
São mulheres, Ninfas que comandam sim , que nos dão a vida nossas companheiras, mães, amigas que não medem nenhum esforço para servir a Jesus o Caminheiro e a esse Pai Seta Branca grandioso...
Não há mais o que dizer a não ser nosso profundo respeito e carinho , desses seus companheiros, filhos e amigos...
Feliz dia das Mães..
Adjunto Adelano
Gilmar
Maio/2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Homenagem aos nossos queridos Pretos Velhos


                           Homenagem aos nossos queridos Pretos Velhos.

Conta a história todo o sofrimento desse povo na época da escravidão, quando eram tratados como animais por serem separados de suas famílias e açoitados pelos senhores de engenho, verdadeiros algozes. Hoje passado muito tempo, trazem às nossas casas espíritas ensinamentos de amor, caridade, paciência, perseverança e gratidão.

Mas como aplicar seus ensinamentos nos dias atuais, no nosso dia a dia, no nosso meio familiar, no nosso meio profissional? O importante mesmo é não nos deixarmos sucumbir diante dos espinhos e das surpresas desagradáveis do quotidiano, é estarmos na vida com sabedoria, com inteligência e com gratidão.

A prece é uma forma de nos ligarmos ao Universo, a Deus pois somos agraciados nesses momentos de oração, aos medicamentos necessários à cura de nossas feridas e chagas da alma. Estarmos atentos contra a maledicência e o orgulho, erva daninha que quando regada, tem a capacidade de destruir a vida de um homem, também faz parte dos ensinamentos do Cristo e dos nossos queridos Pretos-Velhos.

O perdão também faz parte da alegria daquele que perdoa muito mais do que aquele que é perdoado, pois traz em seu âmago a semente da paz e da tranquilidade de alma, afinal de contas, ninguém passa pela vida sem ter que ser perdoado por alguém não é verdade?

Por esse motivo o entendimento, a compreensão, a solidariedade, a fraternidade e o amor incondicional se faz urgente na vida do ser humano. Se não conseguirmos exercitar, praticar todos esses ensinamentos de uma só vez, tenhamos boa vontade em fazê-lo no decorrer de nossas vidas, dia após dia e no final, teremos feito muito por nós e pelo nosso próximo.

Sábio não significa ser aquele que possui inúmeros diplomas universitários para ostentar aos outros, sábio é aquele que tem pureza de coração e consegue compartilhar o seu melhor com todos de forma incondicional, porque quanto mais eu faço pelo meu próximo, independente da minha vontade, eu sempre irei receber da mesma forma que eu doar.

Pensem nisso e que a sabedoria do Preto Velho, possa fazer parte de suas vidas, acalentando os vossos corações e almas.



Usa a ti mesmo como lâmpada, acende a tua luz! (Buda)