quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Humildade


Uma das bem-aventuranças proclamadas por Jesus no Sermão da Montanha diz: “Bem aventurados os mansos, porque herdarão a Terra!”
Ser manso é ser humilde. A humildade é uma virtude do Homem que aprende a se dominar, aplacando seus sentimentos quase inconscientes de orgulho e soberba, reconhecendo seus limites ante a dignidade do próximo e sua limitação ante a grandeza de Deus. São simples no falar e sinceros e francos em suas ações, não fazendo ostentação de seus conhecimentos nem de seus bens materiais e, assim, ampliam suas amizades na Terra e conquista a bem-aventurança da Espiritualidade.
Quando sentirmos que alguém está pretendendo abusar da nossa humildade, devemos evitar reações negativas de raiva ou agressividade, e mostrar, com amor e compreensão, nossa reação à situação, porque humildade não é covardia!
Um dos alicerces da condição do Jaguar, a humildade junta-se à justiça e à verdade para formar as virtudes do médium que pretenda cumprir fielmente seus compromissos com a Espiritualidade Maior.
É preciso determinação e paciência, coragem e autoconfiança para caminhar, cada vez mais alto, na estrada da humildade. O grande exemplo foi o do Divino e Amado Mestre Jesus, cuja humildade, admirável e positiva, graciosa e redentora, nos ensinou, conforme Mateus (XI, 29 e 30): “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração: e achareis descanso para as vossas almas, porque o meu jugo é suave e o meu peso é leve!”. E ainda em Mateus (XVIII, 1 a 5): “Naquela hora, chegaram-se a Jesus os seus discípulos dizendo: Quem julgas que é o mais importante no reino dos céus? E chamando Jesus a um menino, colocou-o no meio deles, e disse: Em verdade vos digo, que se vos não converterdes e vos não fizerdes como meninos, não entrareis no reino dos céus! Todo aquele pois, que se fizer pequeno e humilde como este menino, será o maior no reino dos céus. E o que receber, em meu nome, uma criança como esta, a mim recebe!”.
Em Lucas (XVIII, 9-14) encontramos a seguinte parábola: “Subiram dois homens ao templo para orar: um fariseu e outro publicano. O fariseu, posto em pé, orava dentro de si desta forma: ‘Ó, Deus, graças te dou, que não sou como os demais homens, que são ladrões, injustos, adúlteros – nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’. O publicano, porém, estando a alguma distância, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo:’Ó, Deus, sê propício a mim, pecador!’ Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta, será humilhado; mas, o que se humilha, será exaltado.”
Jesus quis mostrar que o fariseu, orgulhoso de sua doutrina, de sua vida e de seus atos, se apresentou a Deus falando de suas boas qualidades e desprezando o publicano, que ali estava, com humildade, pedindo a Deus perdão por suas faltas. O Divino e Amado Mestre, em várias passagens evangélicas, condenou o orgulho dos homens, que vivem reconhecendo em si somente boas qualidades e condenam seus irmãos pecadores.
A verdadeira humildade não é a do Homem perante outro Homem, mas sim perante Deus. Jesus nos ensinou que pela humildade recebemos a ajuda divina, o prana.
Quantas vezes a Espiritualidade precisa de nós, nos procura, e fugimos ou nos escondemos, sem consciência de que fazemos isso simplesmente pelo orgulho.
Na Doutrina do Amanhecer temos que ter consciência de nossa missão e do que representamos: a Corrente é imensa, luminosa, de uma grandeza infinita, e nossa capacidade mediúnica será grandiosa se estivermos nela perfeitamente integrados, observando o que nos falta e não o que já temos, conseguindo evoluir pela harmonia com os planos espirituais e não por nossa simples e pequenina personalidade. Nós precisamos da Corrente - ela não precisa de nós: a partir daí temos condições de exercer nossa humildade.
Em João (XIII, 14 a 17), o Evangelista, relatando a passagem em que Jesus lavou os pés de seus discípulos: “Vós me chamais de Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Se, pois, eu vos lavei os pés, eu que sou vosso Senhor e Mestre, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Eu vos dei o exemplo para que assim como eu vos fiz, o façais também. Em verdade, eu vos digo: o servo é maior do que o amo, nem o apóstolo maior do que aquele que o enviou. Se compreendeis estas coisas sereis felizes, contanto que as pratiqueis.”
Aprendemos, então, que devemos ter a simplicidade de coração, sem depender da vivência social, intelectual ou formal, na certeza de que é pela consciência humilde de nós próprios e não pelo amplo conhecimento geral que conseguiremos seguir os caminhos de Jesus. Não precisamos de elogios nem de reconhecimento, que são falsos brilhos, nem nos glorificamos pelo que fazemos na Lei do Auxílio, por que tudo significa, apenas, a obediência à nossa própria consciência. Não nos aborrecem aqueles que não reconhecem os nossos méritos como filhos de Pai Seta Branca, porque sabemos que ainda estão em sua marcha evolutiva e em estágio de incapacidade sensorial que não lhes permite entender a grandeza da Doutrina.
Nos trabalhos do Templo, as indumentárias nos igualam. Nosso uniforme faz com que todos se sintam sem distinções de classe, de cor ou de qualquer outro fator.
Uma grande lição de humildade nos é dada por Pai Seta Branca, que desce de sua grandeza e plenitude para se submeter a um comando quando, incorporado em um simples médium, nos traz sua bênção.
E essa humildade sentimos e nos ilumina em todos nossos trabalhos com a Espiritualidade.
Por que, então, seríamos orgulhosos e arrogantes? O médium de incorporação corre riscos de se engrandecer, vaidoso das entidades que incorpora, esquecido de que ele é simples instrumento e, como tal, tem que estar em perfeitas condições para ser utilizado pelos Mentores. O Doutrinador também tem que ter a humildade de reconhecer o trabalho feito por seus Mentores e Guias, que, em momentos difíceis, falam e resolvem as coisas através dele. Apará e Doutrinador têm que ter a consciência e a humildade de reconhecerem que são tão somente instrumentos da Espiritualidade, do que sabem que não sabem, e pedem a constante proteção dos Espíritos de Luz, mantendo uma vibração positiva, potente e luminosa.
Amor, tolerância e humildade! São os três reinos de nossa natureza, são o nosso caminho, devem ser nossa preocupação constante. O verdadeiro médium, com amor, faz sua preparação, chega diante do Pai Seta Branca e humildemente suplica: Pai, aqui estou, com todo o meu amor, para que disponha de mim conforme a Sua vontade! E parte para o trabalho confiante na sua intuição, naquilo que vai receber dos altos planos espirituais.
A nossa missão é difícil, nossa jornada é cheia de obstáculos, e somente com humildade vamos entender que as dificuldades foram criadas por nós mesmos, em jornadas anteriores, e que não podemos culpar ninguém, além de nós mesmos, por nossos sofrimentos. Só a humildade nos auxilia, porque nos permite receber o prana, nos dá condições para contemplarmos nossos quadros com visão bem próxima da realidade e nos concede a grandeza de avaliar nossas ações dentro da Lei de Causa e Efeito.
Obedecer à hierarquia, ser humilde sem se humilhar, ser manso sem ser servil, cumprindo nossas metas cármicas com plena consciência do que somos e do que queremos ser dentro da perfeita conduta doutrinária, respeitando nossos próximos e buscando obedecer às leis da sociedade e da moral, sobretudo às Leis de Deus - eis nossas diretrizes como verdadeiros Jaguares.
Vamos ter sempre em mente de que, por mais conhecimentos que tenhamos, por mais bens materiais que possuirmos, por mais saúde física que pudermos aparentar, não somos melhores nem mais fortes do que qualquer de nossos irmãos.
Somos humildes porque conhecemos nossas fraquezas!
  • Entretanto, no Evangelho, tudo se resume na prática destas três palavras, que nós sempre repetimos: Amor, Tolerância e Humildade.
Agora, chegou o momento de saber até que ponto cada um de nós adquiriu a capacidade de perdoar, de tolerar, de ser humilde, de não julgar e de amar, e assim avaliar o ponto a que chegou em termos de amor incondicional!” (Tia Neiva, s/d)
  • Pai Seta Branca diz que:
A humildade e a perseverança de vossos espíritos conduziram-me ao mais alto pedestal de força básica que realizou esta corporação.
Mais uma vez você, com seu esforço, amor e humildade, encheu da maior alegria o coração de nosso Pai tão querido!” (Tia Neiva, Carta Aberta n. 6, 9.4.78)
  • Ser humilde é ser amor. Ser humilde é ser manso de coração, é ser tratável. Toda filosofia exige humildade de tratamento, principalmente para com aqueles que precisam de nossos cuidados. !” (Tia Neiva, 5.3.79)

  • O verdadeiro sentido da humildade é conseguir dar vazão, através de si mesmo, da maior pureza do céu, que é a Voz Direta.
Isto não diz respeito só ao Apará, mas, principalmente, ao Doutrinador, porque os Doutrinadores são os portadores do Terceiro Verbo, da Palavra, que é o fundamental do sistema crístico.” (Tia Neiva, s/d)

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Mensagem de Pai Seta Branca - 2013/2013 Templo Mãe


Salve Deus!
Filhos queridos do meu coração!
Jaguares de todos os tempos!
Jaguares filhos de Seta Branca!
Que Jesus esteja em vossos corações!
Filhos queridos, as dificuldades com a natureza têm trazido a vós outros o desespero em vossos corações, mas lembrai-vos que este vosso Pai Seta Branca junto à Koatay 108 vos preparastes para este momento. 
Não escutais o homem que não tem Jesus em vosso coração e somente lembrai destes vossos mentores que estão prontos a todos os instantes para cuidar de vós outros.
Comandantes, filhas, todos estão preparados, e este vosso Pai pede a vós outros que este é o momento de muita luz neste campo magnético e mais um portal foi aberto para as curas daqueles que chegam necessitados. Muito em breve vocês saberão onde é este portal onde serão feitas as curas daqueles que irão chegar cheios de clamores.
Este ano é um ano de muita realização. Passarão por portas estreitas, onde vós outros sempre colhem aquilo que plantam, mas lembrando sempre que esta doutrina, meus filhos, é tudo que meus filhos precisam para caminhar, é um universo de forças sabendo trabalhar, sairão muitos da fragilidade de vossas vidas, e terão a recompensa deste vosso Pai que não esquece vos outros.
Unam-se as forças e terão muito a fazer. Jesus abençoe a todos, aos vossos familiares e aumentem as vossas forças. Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja em vossos corações, Filhos queridos do meu coração. Filhos de luz de Seta Branca, o Grande simiromba de Deus.
Salve Deus!
Seta Branca 2012/2013

(esta mensagem está conforme o audio, e manteve-se tanto quanto possivel o linguajar de Pai Seta Branca, que falou na Sua lingua nativa.)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Elevação

Muitas vezes Jesus coloca diante de nós nossas vítimas do passado, obsessores e sofredores, até mesmo um poderoso exu, para que possamos harmonizar aquela força desordenada.
A elevação ou entrega de um espírito sofredor ou obsessor ao Reino Central (*) é feita pelo Doutrinador, após, através da doutrina, emitir o ectoplasma que a Espiritualidade utiliza para dar o choque magnético naquele espírito, e deve ser feita corretamente, sob o risco de não ser efetivada.
O Doutrinador abre seu plexo e estende os braços erguidos bem alto, de modo que suas mãos ultrapassem sua aura, emitindo com firmeza a Chave de Entrega do Sofredor:
Ó, OBATALÁ! Ó, OBATALÁ!
ENTREGO, NESTE INSTANTE, MAIS ESTA OVELHA PARA O TEU REDIL!
Esta Chave abre um canal por onde é projetado aquele espírito. O médium de força nativa, isto é, sem ser Iniciado, pode lançar um espírito até o Terceiro Plano; o Iniciado pode elevá-lo desde o Quarto ao Sétimo Plano; o Centurião o eleva acima do Sétimo Plano, sendo seu alcance variado conforme sua força, que se amplia a cada passo iniciático ou consagração que recebe.
Outro cuidado que o Doutrinador deve ter no momento da elevação é com sua mente. Ele tem consciência de que está projetando aquele espírito para um plano superior que não conhece e, então, se faz necessário que mentalize um portal de desintegração, uma elipse. Na Mesa Evangélica é fácil, pois a elipse está no centro da Mesa. Em outras situações, o mais indicado é mentalizar a elipse da Estrela Candente, o maior e mais potente portal de desintegração de que dispomos.
Há muitos riscos envolvendo uma elevação mal feita. Se os braços não forem bem erguidos, a descarga poderá ser feita dentro da aura do Doutrinador, originando sérios inconvenientes para ele. Se na hora da elevação a mente do Doutrinador não estiver concentrada, aquele espírito pode ser lançado em outros caminhos, o que pesará nas costas do Doutrinador, pois a ele cabe toda a responsabilidade da entrega.
Temos vários exemplos: um espírito que perturbava o lar do casal que estava trabalhando no Trono foi trazido e, após doutrinado, foi feita a sua elevação. Só que no momento da entrega, o Doutrinador mentalizou seu lar, e para lá encaminhou, de volta, aquele sofredor. Outro Doutrinador, preocupado com a queixa de um paciente sobre problemas que estavam acontecendo com seu carro, obra de um obsessor, ao fazer a entrega, mentalizou seu próprio carro, onde foi se alojar aquele espírito.
Por isso, devemos sempre estar alertas! Ainda desconhecemos a maior parte de nossa capacidade mediúnica e, por isso, temos que buscar a técnica ideal para nossos trabalhos.
Há momentos, como na Mesa Evangélica é comum acontecer, em que o espírito não sobe com a elevação. Há Doutrinadores que insistem, fazendo novas elevações, temerosos de que aquilo signifique falta de força ou desobediência daquele espírito ou, até mesmo, desequilíbrio do Apará, que não solta o irmãozinho. Na realidade, a Espiritualidade está apenas mantendo o espírito incorporado para que ele receba ectoplasma de outra natureza, na doutrina e elevação de outro Doutrinador. É um espírito que necessita dessa dosagem mais alta de ectoplasma para que possa prosseguir sua jornada.
Outro ponto que deve ficar bem claro é que, no caso de obsessores ou de grandes chefes de falanges das Trevas que incorporam em algum trabalho, a elevação pode não ser completada, e aqueles espíritos voltam ao lugar de onde vieram, prosseguindo sua obra, porém com os benefícios do choque magnético da doutrina.
Sempre que o Doutrinador sinta que alguma coisa mudou na comunicação de um Espírito de Luz incorporado, deve pedir licença e fazer sua elevação, consciente de que é o responsável por tudo que acontece naquele trabalho.
Há casos em que o Mentor se afasta e dá lugar a um cobrador, que passa a falar e manipular exatamente igual ao Espírito de Luz, mas provocando confusão com suas mensagens.
Quando o Doutrinador está em perfeita sintonia com o trabalho, percebe a mudança. É o momento da elevação. Caso esteja errado, pode ficar tranqüilo que a entidade, vendo sua mente e seu coração, irá perdoá-lo pelo excesso de zelo.
Na Elevação de Espadas, o Doutrinador faz a elevação do Mentor do Apará, mas ali existe apenas um trabalho conjunto, pois o Mentor aproveita a força da elevação para retirar qualquer impregnação porventura existente naquele plexo, que poderia prejudicar o efeito da consagração.

sábado, 12 de janeiro de 2013

A Velha Estrada se Desmorona

 
Uma estrada construída sem amor é um caminho que se desfaz em agonia e tristeza, pois sua estrutura foi alicerçada sobre o lado podre da alma, e o material de sua composição serve apenas ao plano denso, de vontades e alegorias do ego; é muito pesada e pouco durável.

O Caminheiro trouxe uma nova vida, uma nova estrada. A aventura do espírito, a encarnação, passou de uma noite sem lua para dias claros sem nuvens. Chegam agora os(as) Irmãos(ãs), em Cristo Jesus, para uma nova consciência! Aos velhos imperadores, meu respeito; aos novos semelhantes, a minha admiração.

Quando o Divino Mestre Jesus chamou os apóstolos de vermes, queria demonstrar seu descaso com a bajulação, não precisava de riquezas materiais e era absolutamente livre, mesmo sob a dominação dos Romanos, ou tentativa de exclusão dos próprios Judeus. Eram tempos difíceis, de pouca luz. Um clarão cegou os que muito enxergavam e recuperou a visão dos humildes. Nascia a Nova Estrada... a estrada do Espírito.

Agora não existem fatos para o bem ou para o mal, apenas o sentimento que coloca cada um em seu lugar. Que mereçamos ser convidados pelo Dono do Reino, a ir à frente, quando nos sentarmos nas últimas cadeiras. O merecimento é a justiça que não está nas nossas mãos, mas o conhecimento nos proporciona viver a grandeza das mínimas coisas.

Quantas vezes nossos pés não se feriram pela incompreensão! Mas sei, Grande Pai, que o perfeito emana em tudo. Sou apenas o que pensava ao contrário, porque deixei entregar-me em enganos de fáceis propósitos terrenos. Agora sou Mestre! O servidor que sempre existiu, mas que outrora perdia-se na busca de algo que sempre teve, o Teu mandato da Graça!

Estas não são mais as mãos que outrora se imantavam nas lutas entre irmãos. Foram-se obras de coragem, tempos do Ter. Não há mais o que guardar; as selvas, os mares, nos trouxeram de volta; à frente os que conseguiram a união de suas resistências com a sua entrega, a sua fé: os patriarcas do perdão.

Fazemos agora leves estruturas, onde a entrega material é apenas uma passagem, não obrigação; onde as rodas que giram não precisam mais da agressão e nem da força animal. São sóis e luas, este é o Universo! Estes astros, criados para florescer a vida, não entendiam sublime capacidade. Agora não há mais dúvidas, os erros e as imprudências agora se desalinham, provocam a meditação, clareiam a mente, libertam e transformam.

Já se desmorona a velha estrada, não é preciso forçá-la, a sua capacidade de sobrevivência é a do tamanho de sua carga de amor ao próximo.

Cordeiros e lobos são só fantasias. O interno, só quem lá está pode enxergar, e em cada um, Deus tem o seu conhecimento, a sua sabedoria. Os mansos são os bem-aventurados, pois já encontraram a divindade que há em si. O Consolador é o da essência divina, não afastará expiações ou erradicará o livre arbítrio, chamará a luz que cada um é capaz de transportar. Salve Deus!   

Anderson Augusto - Mestre Lua

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Mensagem do Ministro Ypuena - CTPY 14/12/12

Eu e Mestre Lacerda
 
Mensagem do Ministro Ypuena - CTPY 14/12/2012 
 
Salve Deus Povo Ypuena!
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! (3X)
Filhos amados!
Habitantes do corpo físico!
Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja em vossos corações!
Filhos! Estamos reunidos na luz bendita do Grande Simiromba de Deus!
Estamos reunidos, unificados na comunhão eterna daqueles que realizam a vontade de Deus!
Filhos queridos do meu coração!
A paz entre vós deve existir, sempre! Fundamentada na percepção da elevada consciência grupal.
Filhos queridos do meu coração!
Deveis buscar sempre, em todos os instantes de vossas vidas, o equilíbrio de vossa mente, a vontade de trabalhar em benefício de seus irmãos! O poder da vontade, o poder da realização que está disponibilizado a todos vós!
A Lei Divina diz que a cada um é dado segundo as suas obras!
Filhos queridos do meu coração!
Sabeis vós que a inteligência age pela justiça e pela razão!
Habitantes da Terra! Que tens sob o comando de vossos espíritos, o corpo humano que lhes foi preparado por milênios! Procure usá-lo com dignidade, porque a natureza vos beneficiou.
Filhos queridos do meu coração! Deveis caminhar sobre a Terra, com a sua consciência plena de que sois os habitantes de um Planeta e que em breve deveis regressar ao mundo dos espíritos!
Filhos queridos do meu coração! Em breve estareis reunidos com vossas famílias, lembrando daquele que foi e que será o vosso guia e mestre: Jesus, o Divino Mestre!
Filhos queridos do meu coração! A unificação da alegria e da satisfação das famílias de todo este Planeta há que movimentar as forças necessárias ao crescimento da consciência Planetária.
Filhos queridos do meu coração! Cada um de vós é um todo! Cada um de vós representa um universo! Cada um de vós, unificados em pensamento, em comunhão com as hostes cósmicas, há de levar este Planeta a uma condição vibratória ainda melhor!
Filhos queridos do meu coração! Foi-lhes dado tudo por vossa Mãe Clarividente! Tudo o necessário para que podeis progredir na senda do Senhor!
Busque trazer para dentro de seu coração aqueles que sofrem, aqueles que necessitam de uma palavra amiga, de uma condução melhor de suas vidas espirituais.
Filhos queridos do meu coração! Os vossos pensamentos são energia de vida!
Filhos queridos do meu coração! Busquem utilizar o que lhes foi doado pela natureza, com dignidade! Busquem! Filhos queridos, estarem sempre em consonância com o Universo que lhes rege!
Jesus Divino e Amado Mestre estará sempre com vós outros em vossos corações!
Filhos queridos do meu coração! O amanhã sempre virá! E o amanhã sempre está ligado a grandes oportunidades que a natureza proverá.
Filhos queridos do meu coração! Buscai dormir o sonho dos Deuses! Porque somente a alma consciente de seus deveres poderá usufruir do sonho dos Deuses!
Salve Deus filhos!
Que a paz permaneça entre vós e que Jesus! O Divino Mestre, possa sempre buscar encontrar em cada um de vós o lugar de trabalho e dedicação!
Salve Deus filho Lacerda! Que neste momento se processe a contagem!

[Após a realização da Contagem pelo mestre David, volta a falar o Ministro]:

Salve Deus meus filhos!
Graças a Deus!
Meus filhos sabem o dia em que o povo da Terra comemora o nascimento do Divino Mestre! É comum os jaguares permanecerem com suas famílias!
Mas meus filhos também sabem, no raiar de um novo ano, todos devem estar reunidos com o Grande Simiromba de Deus!
Salve Deus meus filhos!
Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo permaneça entre vós!
Salve Deus Lacerda!
A nossa reunião está encerrada!
Salve Deus!
Graças a Deus!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Ao Doutrinador

Ao Doutrinador

-->
Salve Deus! Vejam a grandeza que nos chega!

São os raios do sol, o poder do ouro e da compreensão, envolto em testemunhas silenciosas, em forças de harmonia, é um novo poder!

É o Doutrinador!

Koatay 108 foi quem nos presenteou e emanou do próprio coração seus filhos em Cristo Jesus.

Oh! Mestre que percorrestes os mais variados caminhos, dos Cultos a Apolo aos tristes momentos das guilhotinas; agora tens em mãos o poder que o Caminheiro vos entregastes através do Simiromba de Deus.

Deixem que as forças emanem de seus centros coronários através do vosso amor incondicional.

A velha estrada (amor pelo poder) está ruindo, não parem na ponte que um dia foi construída para chegar até a Nova Era, pois ela também cairá no abismo das personalidades.

Guerreiros, vossas medalhas (distintivos nos coletes) são o testemunho do compromisso com a Lei do Auxílio. Quanto mais medalhas lhe forem honradas, maior o teu compromisso com Deus Pai todo-poderoso na Linha deste Amanhecer.

Acreditar-se maior que seu irmão, é estar perdido na mesma seara dos sofredores, pois um espírito iluminado não conhece o sofrimento e sua luz é alimentada pela capacidade transmitir o bem que lhe foi entregue.

Vejam irmãos, vivemos as verdadeiras transformações do ciclo espiritual e terreno, não esperemos um futuro inexistente, pois somente é possível realizar o tudo no agora.

A ilusão do tempo é uma concessão do Criador para que a pequena planta transforme-se em aprazível e frutificadora árvore, sentindo todas as nuances de sua própria natureza.

O maior trabalho está em vós mesmos, elevem vossos pensamentos a Jesus! Não sejam feridos pelo distanciamento do Mestre através do individualismo. Recupere as partes de vós mesmos que estão em lugares de escuridão. Essa escuridão só é mantida pelo julgamento ao teu irmão, pela incompreensão do Poder Divino, pela intolerância e pela soberba. A simplicidade e a humildade é o maior poder que alcança os puros de coração. Continuem vossas jornadas, precisamos de vossa dedicação.

A herança Crística está firmada onde dois ou mais se reunirem na prática do bem, e neste mundo da dualidade, praticar o bem é amenizar o sofrimento do teu próximo. Não confundamos firmeza com falta de mansidão, Jesus era firme, porém sua estrada era trilhada na mansidão do ensino e do exemplo e não da cobrança e da imposição. Muitas vezes foi duro em palavras com seus seguidores ou perseguidores, mas apenas para mostrá-los o quanto estavam mergulhados em suas personalidades e ignorando suas individualidades divinas.

Sejam firmes com vós mesmos antes de jogar a primeira pedra. Mestres! Filhos da Grande Mãe, qual alegria encontrei-a recentemente assistindo a um trabalho de tronos, com seus olhos alegres percorrendo a harmonia que iluminava aquele Congá, e grande parte desta luz vinha da dedicação e carinho dos Comandantes dos Tronos, os Doutrinadores!

Grandioso Ministro Olorum, faça de mim uma proposta de paz, faça com que estes Mestres-Irmãos sintam as forças chegarem, é chegada a hora, onde forças se encontram, ilumine do caminho do Doutrinador, pois assim ele iluminará o caminho de muitos. Graças a Deus! Salve Deus!

Anderson Augusto - Mestre Lua Mago – Templo Mãe 


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Escola Interplanetária


A visão do planeta Capela foi a abertura de um curso interplanetário, paralelo à missão da Clarividente Neiva. Desde então, ela foi aperfeiçoando sua carreira sideral, vivendo simultaneamente em três planos vibracionais: na matéria densa, no mundo etérico e no plano espiritual.

Na concentração física, na sua personalidade, ela tem sido submetida a todas as provas da sua faixa cármica, vivendo a vida de relação com intensidade. No plano intermediário, na física etérica, ela foi aperfeiçoando seu contato com a matriz da Terra, o planeta-mãe, também conhecido pelo nome de Capela. No plano mais alto, o plano espiritual, ela se submeteu aos rigores da missão crística, com todos os percalços do Caminho da Cruz, do Evangelho e das lições que recebe dos Grandes Mestres.

A vida é contínua e a lei que rege seu todo é uma lei única, que costumamos chamar de Deus. Porém, para cada manifestação, para cada plano existencial, a lei se manifesta de acordo com Ele. Passamos, então, a falar em termos de “leis”. Existem, portanto, as leis que regem as várias gradações do plano físico, as que regem o plano etérico, as que regem o plano astral e as que regem planos desconhecidos, fora do nosso alcance.

No ser humano normal, a maior por ção da consciência se concentra no plano físico, na vida de relação com o ambiente. Sua consciência dos outros planos é parcial e esporádica. Mediante exercícios, práticas iniciáticas e infinitas situações anormais do plano físico, o ser humano muda o foco de sua consciência, seu estado consciencional.

Sempre que isso acontece, ele fica submetido, parcialmente, às leis do plano em que se concentra. Um bom exemplo dessa situação nos é mostrado pela vida monástica. O indivíduo se retira da vida de relação normal, submete seu organismo e sua alma aos rigores das leis que regem seu espírito. O descumprimento das leis que regem o plano físico produz atrofias e déficits que o afastam das relações normais com os outros seres. É impossível, por exemplo, ser um monge tibetano e, ao mesmo tempo, um atleta ou um bom comerciante. Nunca, porém, é conseguida uma vivência perfeita em tal situação.

Os reclamos das leis produzem efeitos dolorosos. O ser humano, nesta situação, procura, então, minimizar as dores, através de artifícios que lhe permitam manter-se nessa anormalidade, como um pássaro em vôo. Um dos artifícios mais comuns é a organização em grupo. Para que uns poucos possam se manter em “vôo espiritual”, outros executam as tarefas de relação. A isso não escapam nem os anacoretas das mais rigorosas iniciações. As lendas nos dizem que, em atitudes extremadas, certos místicos da Índia são sustentados por animais, que lhes levam o parco alimento.

O único ser humano que escapa, com maior perfeição, dessa situação, é o clarividente. Difícil, senão impossível, é saber como se forma um clarividente e o porquê da sua existência. O fato é que são seres raros, e aparecem, vez ou outra, na história deste planeta.

A palavra “clarividente” – “ver com clareza” – confunde-se com a palavra “vidente”- “ver o que não existe”. Confunde-se, também, com “vidência ampliada”. O termo, como se vê, não faz jus às qualidades do clarividente. Mas não se cunhou, ainda, um termo mais apropriado.

O que distingue um clarividente dos seres humanos comuns é o que poderíamos chamar de “consciência simultânea”, a capacidade de viver a vida de relação em planos diferentes, sem prejuízo das leis que regem cada plano, e sua possibilidade de se comunicar, ao mesmo tempo, pelos meios normais, a cada um desses planos.

No segundo contato de Neiva com os Capelinos, que será relatado mais adiante, ela estava vivendo normalmente no mundo físico, consciente do solo, do céu, do mundo vegetal e do seu próprio corpo; psicologicamente, estava consciente da sua subordinação à instrutora terrena, Mãe Nenen, e de suas obrigações com seus semelhantes; ao mesmo tempo, ela ouvia e via um casal capelino, e penetrava na vivência psicológica dele; o terceiro plano, o plano espiritual, se fazia presente na consciência da sua missão e dos seus votos crísticos. Tudo ao mesmo tempo.

Essa complexa vivência resulta, em nosso plano, de várias maneiras: na manipulação de forças das outras dimensões, ela cura, retifica situações anormais e livra os seres que a procuram de suas angústias; do contato com os outros mundos, ela nos dá as notícias mais urgentes, de nosso futuro imediato; do aprendizado com os espíritos superiores, ela nos traz os ensinamentos crísticos e as profecias.

A finalidade precípua deste livro é, aproveitando as qualidades da Clarividente Neiva, divulgar essas notícias e esses ensinamentos. Essa tarefa, entretanto, seria impossível se não déssemos, simultaneamente, explicações do mecanismo de contato, dos seres envolvidos e as implicações resultantes.

O ser revelador – a Clarividente – é, ao mesmo tempo, um ser humano normal. A gente confunde, muitas vezes, sua personalidade com sua individualidade, e com as coisas que comunica.

Mário Sassi - Trino Tumuchi