segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Cochabamba uma nova Casa de nosso Pai Seta Branca

Salve Deus,
Tenho aqui divulgado inumeras vezes mensagens do nosso Mestre Kazagrande.
Tenho por este Mestre e sua família um carinho muito grande. Só a Espiritualidade sabe o que nos une.
A distância nada representa, quando dois Espiritos estão ligados por laços transcendêntais.
Hoje, mais uma vez vou transcrever uma mensagem do Mestre Kazagrande, e podem acreditar que nenhuma me deu tanta felicidade como esta. 
A Fé inabalavel deste Mestre, é um exemplo para todos nós.
Obrigado Mestre Kazagrande, por TUDO.

O INÍCIO DE UMA NOVA JORNADA

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!

Não podemos duvidar nunca da presença de nossos Mentores em nossas vidas e em todas nossas realizações.

Após mais de 15.000 km pelas estradas brasileiras, em dezembro e janeiro, retornei à Bolívia com o compromisso de iniciar uma nova casa do Pai. Cheguei no domingo dia 03 de fevereiro e na semana seguinte parti para cidade de Cochabamba, há 450 km de distância, para o primeiro encontro com alguns médiuns que ali residem. Realizamos nossa primeira reunião e, perante a carência daqueles que ali se encontravam, entendi que o Templo deveria ser aberto imediatamente. Comprometi-me, mesmo diante da incredulidade daqueles que há muito esperavam esta oportunidade, que na próxima semana retornaria já para determinarmos o lugar do Templo.

Durante a semana, todos, a sua maneira, procuraram alguma opção, mas nenhuma possibilidade real foi encontrada.

No sábado voltei a Cochabamba determinado a cumprir a promessa. Cheguei bem cedo e “andei igual cachorro que caiu do caminhão de mudança”... nada! Porém não desanimei, disse a todosque em algum lugar daquela cidade o Pai já havia escolhido o local e só precisávamos entrar em sintonia para encontra-lo.

Domingo despertei, olhei para o templo nublado, fiz minhas orações e falei a Tiãozinho: “Camarada, você não vai me deixar na mão! Esse povo precisa ver para crer”. Senti claramente a presença deste amigo espiritual e sua vibração alegre, um dia conto a relação de profunda amizade que nutrimos. Naquela hora também senti que, se o Pai havia me confiado esta missão, eu não estaria sozinho.

Tomei café, li o jornal e parti em busca. A primeira visita já era uma opção a ser considerada, mas não senti o “click” de confirmação (além de estar um pouco acima de meu orçamento inicial) e, embora tentado a resolver de uma vez a questão, parti para uma segunda visita. Ao chegar na casa, uma senhora de uns 60 anos me recebeu avisando que a casa acabava de ser alugada. Sentindo a receptividade dela, pedi para olhar mesmo assim.

A casa era o quê eu procurava! Enquanto olhava, comecei conversar com ela, explicando que procurava um lugar para implantar uma Doutrina Espiritualista Cristã, que realizávamos a caridade, curas espirituais, que não cobrávamos nada, etc. Vi os olhos da “senhorinha” brilharem:

- Oh meu filho, eu nem falei nada para ninguém, mas era algo assim que eu gostaria de ver nesta casa. Moro em La Paz e venho pouco por aqui, queria gente assim como você aqui. Sabe de uma coisa, a pessoa que pediu a casa nem me pagou, ficou de voltar ao meio-dia. Quem sabe ela não aparece e posso passar para você, deixe seu número e eu telefono. – disse ela.

Senti que deveria esperar ali mesmo, e ela consentiu. Durante este tempo de espera, falei da Doutrina, de nossos planos, perguntei se podia pintar, consertar, ajeitar isso e aquilo, como se tudo o contrato já estivesse fechado.

11hs45 ela foi buscar o recibo e disse já estar decidida, independente dos outros aparecerem ou não. Confesso que não fiquei cômodo, pensando em estar frustrando a expectativa de uma outra pessoa, que já havia reservado a casa, mas eu realmente queria. Ao meio dia em ponto, assinamos o contrato. Por desencargo de consciência fiquei até quase uma da tarde esperando que o outro aparecesse, e nada! Era para ser a Casa do Pai mesmo.

Comecei falando da presença da Espiritualidade e resta contar a última confirmação dada pela senhora do aluguel:

- Sabe meu filho, eu vim de La Paz na quinta-feira só para alugar esta casa, coloquei o anúncio e não apareceu ninguém, nem quinta, nem sexta e nem sábado. Descobri que o telefone estava escrito errado! Só hoje é que saiu direito, acho que esta casa era para a sua missão mesmo.

Alguma dúvida? “...disse a todos que em algum lugar daquela cidade o Pai já havia escolhido o local e só precisávamos entrar em sintonia para encontra-lo”...

Valeu Tiãozinho!

Próxima semana começam os trabalhos! Tenho certeza!

Obs.: Em tempo, em Cochabamba há uma grande escassez de aluguéis e é muito difícil encontrar um imóvel da maneira específica que precisava e mais difícil ainda que alguém desistisse dele. Salve Deus!

Kazagrande
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