quinta-feira, 19 de julho de 2012

Encouraçados


Os Encouraçados são espíritos milenares, colonizados, que não aceitam a Escola de Jesus, seguindo suas jornadas na Velha Estrada, obedecendo à Lei Mosaica, do “olho por olho, dente por dente”. Têm poder de grande impacto para os irmãos Inluz, agindo com o poder e a visão unicamente da Justiça, secamente, sem amor! Aceitam e colaboram em muitos trabalhos com os seguidores de Jesus, mas se recusam a aceitar nossas idéias de amor, tolerância e humildade.
Com a aproximação da conjunção dos dois planos - o visível e o invisível -, o neutrom está ficando menos denso e dando oportunidade de passagem de um plano para outro, permitindo que espíritos, até então invisíveis, se apresentassem aos seres humanos, não como materializações, mas, sim, como são, na realidade, no plano que habitam.
Diversos casos têm ocorrido, sendo atribuídas essas aparições a extraterrestres e provocando grandes confusões nos meios científicos e de comunicação. Grande parte dos casos é provocada pela aparição de Encouraçados.
Estes fenômenos irão crescendo, ficando fora do controle das autoridades científicas e religiosas, e somente o Doutrinador equilibrado, consciente de suas capacidades mediúnicas, terá condições de desintegrá-los, pela força de uma elevação.

  • Sempre me preocuparam as estórias das diversas visões de pessoas de diferentes lugares e, também, as aparições, que são as que mais me preocupam.
Sim, porque estes espíritos vêm, eu sei, das Mansões dos Encouraçados.
Sei que são bons, porém, quem poderia afirmar se já não existem outras mansões Inluz?
Veja, filho, o que aconteceu neste diálogo com este meu amigo, que também não me deixou vestígios. E assim, filho, milhares acontecem todos os dias e com todo o mundo.
Apenas, pela própria vibração dos mesmos, não os notamos. Vêm, sim, para assumir um compromisso, por missão. Sim, compromisso de Luz!
E não terá alguém por vingança?
Salve Deus! Vamos ao caso deste jovem que morreu, também, na ocasião e não sentiu:
Estava sentado em um veículo coletivo quando um impecável jovem, de mais ou menos trinta anos, sentou-se ao meu lado. Não sei porquê, não fiquei mais à vontade. Porém, fiquei firme. O cobrador entrou, cobrou de todos nós, e ele fez menção de se levantar. O cobrador não lhe deu atenção. Na primeira parada, uma luz opaca, em forma de charuto, ofuscou a rua. O homem sinistro desceu, desaparecendo no nevoeiro. Quis gritar... Não era normal!... Levantei-me louco, alarmado, quando um forte estampido se fez ouvir. Eram dois carros que se chocaram, matando os dois motoristas. Foi o nevoeiro? Foi o homem? O homem, o nevoeiro... Somente eu havia visto?
Passaram-se sete anos. Hoje, estou na mesma situação. Somos irmãos em Cristo e faço, Tia Neiva, estas viagens também. Moramos na Mansão dos Encouraçados. Graças a Deus, porque cheguei quinze anos antes do tempo! Não quis cumprir minha missão. Salve Deus!”
Este é um dos meus encontros com os Encouraçados, que você também deve ter. Observe!”(Tia Neiva, 15.8.79)

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