segunda-feira, 16 de julho de 2012

Angical

Hoje é dia 16/07, é dia de Angical.
Angical é um trabalho especifico para a passagem de cobradores, realizado uma vez por mês, originado nos tristes acontecimentos narrados por Tia Neiva, na sua mensagem de 05/03/1979, conforme transcrevemos:

    Por que se identificar tanto com o corpo material e, falsamente, quere distinguir um plano do outro?”.
Vamos procurar a afirmação extrasensorial e, para obtermos esta segurança, somente aqueles que se dizem nossos inimigos nos impulsionam à verdade.
Porque, filho, somente a dor nos redime, nos esclarece do Bem e do Mal.
Então, eis porque Deus nos confronta, frente a frente, com nossas vítimas do passado, e delas, ou por elas, inconscientemente, sentimos, na carne, o que as fizemos sentir. Então, vem a luz extraída da grande dor refletida.
Sim, meu filho, temos tudo na nossa vida na Terra!
Vivemos em ritmo acelerado, na esperança de encontrar um porto feliz, para desembarcarmos em paz desta viagem. Porém, temos, por Lei, de divulgar, nesta viagem, o que nos é direito e o que prometemos do Bem e do Mal.
Todos desejam triunfar na vida e na morte! Enquanto uns reagem diante do fracasso, outros se deixam abater. Nossos triunfos são medidos pelas nossas tendências em prosseguir na luta e na habilidade com que somos capazes.
Quanto ao fracasso, às nossas inconformações, na luta franca, mental, podemos muito bem dominar as nossas paixões, os nossos desejos. No domínio de nossa inteligência conseguimos alcançar o que quisermos.
Não nos expondo ao egoísmo, podemos controlar os nossos sentimentos, sofrendo menos, é claro. Sim, filho, porque em tudo há uma razão.
Vamos, neste instante, lembrar-nos de Jurema, a linda crioula que se dispôs à sua missão e que, desfazendo-se de sua revolta, assumiu o comando em sua jornada. Jurema era uma pequena escrava que Pai João de Enoque e Pai Zé Pedro de Enoque incluíram em sua missão e, com ela, também Janaína, Iracema, Jandaia, Janara, Iramar e Juremá, todas escravas de fazendas vizinhas, exceto Janaína, que era uma sinhazinha.
Foi na era de 1700. As forças se deslocaram, desta vez, para o Brasil. Toda a tribo reencarnou naquela era, que nos parece distante, e, desta vez, prevaleceu a Magia, porém a Magia de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Então, as forças se cruzaram e o espírito a caminho foi-se desvirtuando, a ponto de provocar novas dívidas. Uns se iluminaram, outros descambaram. Porém o povo dirigido pelos Enoques chegou até aqui.
E pensamos nos desajustes e evoluções desses espíritos - elítrios acrisolados em seus próprios destinos de obsessão - que, neste campo de evolução, chegaram até aqui.
Porém o que mais nos identificou foi a vivência do ANGICAL. Os reajustes se acentuaram naquele pequeno povoado, onde os velhos imperadores voltaram na roupagem de pretos velhos, pequenos fazendeiros, senhores de engenho e sabe Deus o que mais!...
Hoje, no Templo do Amanhecer, os mais esclarecidos buscam os que ainda estão nas Trevas ou ao alcance de suas cobranças. Manipulam e agem, se esclarecem, e voltam para Deus, em busca de suas origens. São espíritos que já sofreram tanto que, às vezes, se evoluem apenas com os primeiros esclarecimentos dos Doutrinadores e dos Aparás...
Um Apará e um Doutrinador, fazendo uma corrente magnética, têm a permissão de Deus para retirar um elítrio conforme seu merecimento. Porém, o fato é que há necessidade, nos planos espirituais, de que esses espíritos voltem para Deus. Na maioria das incorporações, são sofredores que ainda estão na categoria dos demônios (*).
Tudo sendo feito, sem dúvida, na Lei do Auxílio, que é a única maneira de chegarmos a Deus!”
(Tia Neiva, 5.3.79)

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