segunda-feira, 2 de junho de 2014

Numara


Numara


Numara foi um cientista, um alto sacerdote Maya, um dos 7 Iniciados que guardavam o povo de uma tribo que viveu no lugar hoje conhecido como TEOTIHUACAN, no atual México.

Este local foi a maior cidade conhecida da época Pré-Colombiana na América e seu nome também é usado para referir-se a civilização desta cidade dominante, a qual estendeu a sua influência sobre grande parte da Mesoamericana.

Existem evidência arqueológicas de que Teotihuacan teria sido um local multi-étnico, incluindo Zapotecas, Mixtecas, Mayas e mesmo Nahuas, por exemplo. Considera-se que Teotihuacan é a sede da civilização Clássica no Vale do México (o período clássico vai de 292 a.C. até o ano 900 d.C.).

Para os Astecas tratava-se de um local lendário e acreditavam firmemente que ali havia sido criado o Quinto Sol, ou Quinto Mundo, ou época atual.

As civilizações mexicanas tinham uma lenda, segundo a qual, uma primeira geração de homens havia sido destruída em tempos remotos por Jaguares (Primeiro Sol). A geração seguinte fora destruída por furacões ou vento (Segundo Sol). Uma terceira por erupções vulcânicas ou fogo (Terceiro Sol). A quarta havia desaparecido com um dilúvio de água (Quarto Sol).

Estes sóis de cada uma das idades não eram como o Sol atual que aquece temperadamente e que dá vida; Este sol teria sido criado em Teotihuacan (Quinto Sol).

Segundo a nossa Corrente Indiana do Espaço, este lugar tinha ligação permanente via imensos túneis até Omeyocan (Ilha de Páscoa). Até hoje, nas ruínas, podemos ver a majestosa avenida por onde passavam as Amacês em voos rasantes, distribuindo energias que eram armazenadas nas pirâmides do Sol e da Lua, manipuladas nas diversas cabalas erguidas ao longo da via.

Na ambição de querer ser mais esperto e mais forte que a Espiritualidade, por seus grandes conhecimentos, Numara pretendeu capturar uma amacê, o que resultou na desintegração de toda aquela civilização.

Muitos de nós estiveram lá nesta época e se arrepiam com o canto dos Príncipes Mayas do atual Vale do Amanhecer...

As Amacês ainda estão nos assistindo e aguardam há anos a nossa maturação espiritual para que se dê sequência na obra de Koatay 108. De nada valerá tanto sacrifício, tantas iniciações, elevações, centúrias entre outros se chegarmos a ser desintegrados uns pelos outros e no fim restar um Império vazio como hoje está Teotihuacan...

É chegada a hora do Zapoteca, Mixteca, Maya, Nahua, Asteca, Inca... É chegada a hora do Jaguar, que simboliza a união de todas estas forças do passado em prol de um futuro diferente, melhor, um futuro onde haja o misto de desenvolvimento e evolução!

Obrigado Numara, por nos ensinar que não se brinca com a Espiritualidade Maior e que o líder ou líderes devem pensar no coletivo, no bem do coletivo… Sempre!
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