sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A Concepção e a Gestação


A CONCEPÇÃO
Ao atingir o momento da concepção, o reencarnante já tem preparado todo o seu mapa genético, que compreende os processos de formação do organismo físico completo, a partir da célula-ovo, que contém todo o planejamento do indivíduo com base na sua herança genética biológica, contida nos ácidos desoxinibonucléico (DNA) e ribonucléico (RNA), obedecendo aos critérios do mapa cromossômico que irão definir a modelagem bioenergética e a estrutura genética do novo ser.
Tendo tudo acertado de acordo com a sintonia e ressonância de sua nova passagem pelo plano da Terra, ao ser feita a concepção, no plano físico, pelos pais escolhidos, o espírito vai para um setor especial, onde é submetido ao SONO CULTURAL, um grande trabalho para ser organizado seu perispírito e apagada a sua grande memória, para que possa ter uma nova existência com um mínimo de lembranças transcendentais. Essa fase corresponde a, aproximadamente, três meses na Terra, e nela o espírito tem toda a preparação para sua reencarnação, inclusive a redução da forma perispíritica para ser introduzido na célula-ovo – o óvulo já fecundado na Trompa de Falópio da mãe – e que se encontra no útero.
A fecundação ou concepção, em que o espermatozóide do pai consegue penetrar no óvulo da mãe, também já é regida pelos planos espirituais, tendo em vista o plano reencarnatório do novo ser que está começando a ser gerado. Tem início a formação do embrião – a embriogênese.
A GESTAÇÃO
No terceiro mês após a concepção, se faz a ligação do espírito ao embrião, formando o feto, já portador da constituição genética do indivíduo (genótipo) que irá dar características próprias ao reencarnante (fenótipo). O espírito reencarnante é colocado em torno do corpo, sob a pele, razão pela qual é denominado perispírito, revestindo-se da mesma substância da alma, dela se diferenciando por ter uma herança transcendental, enquanto a alma tem, apenas, a herança de uma encarnação.
O espírito se prende ao corpo físico pela fagulha divina. Esse elo é reforçado pelo sacramento do Batismo. O feto dá expansão aos seus sistemas sensoriais e começa a acumular informações, alimentando seu corpo e sua alma com a manipulação das forças telúricas. Traz toda a experiência e os mecanismos de defesa necessários à vida terrestre.
Inicia-se a organogênese – formação conjunta da anatomia e fisiologia do organismo físico, obedecendo ao mapa de formação e desenvolvimento de órgãos, aparelhos e sistemas que compõem o plexo físico.
Com seu perispírito preparado pela codificação genética, que contém toda sua herança biológica, e lhe proporciona vacilações e conflitos originados por seus erros e má conduta em suas vidas passadas, o espírito inicia sua jornada evolutiva, na qual mantém constante crescimento e aperfeiçoamento de sua estrutura física e psíquica, submetendo-se às leis da Terra, sob ação das forças do mundo psicofísico, e onde irá encontrar cobradores em seu redor, especialmente em seu próprio lar, e as dificuldades que fazem parte de suas provações aceitas no seu plano reencarnatório.
Em sua mente e na sua consciência começarão a agir variadas forças, produzindo fenômenos de vibrações eletroquímicas que interagem com seus neurônios, provocando suas reações que irão refletir sua condição moral, afetiva e espiritual diante do seu carma. Recebe energias de suas origens, que só serão identificadas a partir do despertar de seu “Eu” (*) para a conscientização de seu espírito e efetivo resgate de seus erros do passado.
Essa fase é de grande importância na formação do novo ser, porque envolve a ação conjunta do embrião, da mãe e do pai, tanto no psicofísico como no emocional. Não cabe a desculpa de que a gestação é da responsabilidade da mãe. É uma fase que envolve os sentimentos dos três, e pai e mãe devem se preocupar com as inovações que surgem por conta do novo ser em formação.
Desde a fecundação até o parto, um envolvimento biológico, emocional, psicológico e sentimental é processado pelo reencarnante, principalmente com seus pais e, de forma secundária, porém também determinante, com todo o ambiente em que está sendo desenvolvida a gestação, pela ação de percepções extrasensoriais. Um ambiente de paz e harmonia proporciona um desenvolvimento mais pacífico do feto. Existem, atualmente, diversas formas de proporcionar uma gestação mais propícia a essa tranqüilidade, através de transmissões de sons e músicas para gestantes. O feto reage aos diferentes sons, principalmente às vozes da mãe e do pai.
Mas o principal fator de equilíbrio no desenvolvimento do feto são o amor e as vibrações de paz que formam o ambiente do lar de seus pais. Embora ignorem sua aceitação para a paternidade do novo ser, o pai deve ter condições psicológicas e emocionais para aceitar a nova situação, sua parcela de responsabilidade na condução e aprimoramento da gestação. Em muitos casos, o relacionamento do casal se modifica, por conta das vibrações emanadas pelo ser em formação, na atuação de forças bioenergéticas que envolvem o fenômeno da reencarnação.
Na verdade, as percepções extrasensoriais ocorrem de forma profunda e importante nos pais e no feto, envolvendo emoções, sentimentos e determinando o grau de lucidez do conhecimento consciencional do reencarnante.
Tudo isso é superado, consciente ou inconscientemente, quando existe um verdadeiro amor no relacionamento do casal e a expectativa de que a nova vida em formação é um prolongamento desse amor.
Com a participação das vibrações dos pais, o embrião, depois feto, modela e organiza o seu perispírito pela ação de campos bioenergéticos.
Portanto, o Homem é feliz ou infeliz de acordo com suas próprias decisões, e nestas residem seu desafio evolutivo. Existe uma interdependência entre o plexo físico e o macroplexo – corpo e espírito – que gera influência recíproca permanente durante toda uma reencarnação, através do perispírito, que, pelo seu grau de pureza, determina a intensidade dessas ligações, que vão direcionar o desenvolvimento de acordo com o conhecimento e sensibilidade do espírito reencarnado. Em sua marcha numa nova vida, o espírito irá sempre o alvo de forças que buscam seu desequilíbrio de forma anímica, isto é, refletindo as reações a conflitos íntimos e às forças retificadoras da alma, e, também, à pesada parcela das vibrações de natureza obsessiva emitidas pelos obsessores ou cobradores. Assim, desde sua concepção até seu desencarne, o espírito reencarnado emite seu padrão vibratório aos que estão ao seu redor, principalmente a seus familiares, e tem a grande responsabilidade não só pela sua própria evolução mas, também, pela daqueles que escolheu para se reajustar e se harmonizar.
  • A força psíquica, quando chega a ser espírito humano - a alma -, tem necessariamente gravada no perispírito todas as qualidades distintas e caracterizadas, que são as condições absolutamente indispensáveis à manutenção da vida para cada um: mais timidez, mais audácia, tudo de conformidade à sua missão na Terra, porque a alma humana é o produto da evolução da força através do reino de sua natureza.” (Tia Neiva, s/d)
  • Seu corpo foi preparado de acordo com sua herança biológica. Os cientistas, com seus bebês de proveta, estão mexendo na área mais sagrada da Natureza. É, a Engenharia Genética e os cientistas começam a interferir novamente nas Leis da Natureza!... (Tia Neiva, s/d)
  • Desde quando o espírito escolhe sua mãe, um grande laço os envolve. Sim, pai e mãe. Na minha concepção de clarividente e mãe experiente, eu digo das mães que elas assumem toda a responsabilidade.”
(Tia Neiva, s/d)
  • Paulo, um jovem médico, perdeu sua filha de oito anos.
Vivia pelos cantos, desesperado, porque, apesar de ser um Jaguar, não acreditava na vida fora da matéria. Sofria terrivelmente a perda de sua filha. Passava horas com sua esposa ou em lugares escuros.
Certo dia, uma família espírita na qual Paulo nunca acreditara, ensinou-lhe o que fazer: uma pequena mesa forrada de branco, um copo com água, um pequeno jarro de rosas (de que a menina tanto gostava). E ali ficaram, à espera do que poderia acontecer.
Súbito, ouviu-se um soluço e, logo depois, a vozinha esperada, que disse:
- Paizinho, vim buscar meu cordãozinho que o senhor me deu quando nasci! Sim, pai, lhe vejo todos os dias, quando está pensando em mim!...
- Sim, filha! - disse o homem, que até então não acreditava - Vou buscar. Está no cofre...
- Não, pai, já está no meu pescoço. O senhor não o encontrará mais! Voltarei, paizinho, para este lar tão logo me permita Deus!
Paulo foi depressa ao cofre e não encontrou o cordãozinho. Só ele sabia que ninguém poderia abrir o cofre, pois só ele tinha a chave...
Quatro anos depois daquele ritual, uma linda menina de dois anos de idade lhe perguntava:
- Papai, onde está o meu cordãozinho?
E, segurando a sua mão, o levou até o cofre. Ela batia as mãozinhas, dizendo:
- Abre! Abre!”
Paulo abriu o cofre e lá estava o cordãozinho, do mesmo jeito que o deixara, inclusive com um pequeno coração, também de ouro, que acompanhava o cordão. Ele conservava a marca do dentinho, mordido que fora pela menina.
Enquanto ela gritava: - Dá, dá, é meu!, Paulo, trêmulo, beijava a pequerrucha, dizendo:
- Oh, meu Deus! Devolvestes a minha filha! Não tenho dúvidas...
Paulo passou o resto de sua vida fazendo rituais, para achar e explicar a constituição da consciência.”
(Tia Neiva, s/d)
  • Quando assumimos o compromisso de embarcarmos nesta viagem, viemos equipados para o Bem e assumimos o compromisso para o reajuste de um débito, o qual não somos obrigados a assumir. Porém, tão logo chegamos, pagamos ceitil por ceitil o que prometemos!” (Tia Neiva, Carta Aberta n. 1, 4-9-77)
  • Assumimos o compromisso de uma encarnação. Juntos partimos não só pelas dívidas em reajustes como também pelos prazeres que este planeta nos oferece. Sim, estando no espaço, devemos na Terra.
Sentimo-nos desolados e inseguros, porque estamos ligados pelas vibrações contrárias.
E neste exemplo, Jesus nos afirma que só reajustaremos por amor.” (Tia Neiva, 9.10.77)
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