quinta-feira, 9 de abril de 2015

Comunicações de uma Entidade de Luz!

                                 Comunicações de uma Entidade de Luz!

Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!
Em nossa Doutrina somente trabalham Entidades de Luz. Seres Espirituais que já estão livres de seus Karmas terrestres e possuem todas suas células espirituais em harmonia. Ultrapassaram nossas emoções humanas e agora podem, de maneira absolutamente isenta, auxiliar e dar esperança aos que ainda sofrem com seus reajustes neste plano físico.
Considerando que não possuem “apegos” e seus sentimentos são puros, jamais interferem em nosso livre-arbítrio e, por mais que desejem ajudar, deixam sempre que cada um possa receber de acordo com seu merecimento e padrão vibracional.
Deste modo existem comunicações que não serão nunca transmitidas por um Mentor e o objectivo deste texto, a pedido de um Apará, é justamente apresenta-las. Perdoem a exposição tão directa.
Todos nós já sabemos das primeiras recomendações das aulas de Desenvolvimento: Entidade de Luz não dá receitas (chás, ervas, medicamentos), não interrompe tratamentos da Medicina física, não gera fantasias e expectativas,  não interfere na vida do consulente e nem determina mediunidade (se é Apará ou Doutrinador).
Mas vamos aprofundar um pouco mais...
Interferência na vida do Paciente: Jamais uma Entidade de Luz vai dizer coisas que provoquem ansiedades ou que dêem decisões na vida da pessoa! Não diz “faça ou não faça”, pois a decisão é de responsabilidade somente de cada um! O Mentor “escapa” das perguntas directas sempre orientando para que faça uma oração e consulte seu coração.
O paciente falou para a Entidade que no dia seguinte faria uma viagem e perguntou se tudo iria correr bem. Imediatamente, na mente do Apará, se formou a imagem de um acidente automobilístico. O Apará teve o impulso de dizer “não faça esta viagem”, mas a comunicação da Entidade veio assim: “Meu filho, faça suas orações, consulte seu coração e veja se realmente é necessário que viaje agora”.
Entendem? Por mais que o Apará deseje interferir pelo que “vê” projectado pela Entidade, a comunicação jamais vem para interferir na vida da pessoa.
Outro caso: A paciente conta que sofre maus-tratos por parte do companheiro. Que ele a agride fisicamente, a humilha, maltrata os filhos e ainda está desconfiada do olhar dele para a filha mais velha. Depois do relato pergunta: “Oh meu pai, devo deixa-lo?” Salve Deus! Qualquer um de nós diria imediatamente para que largasse de ser besta e mandasse o sujeito ir pastar! E essa seria naturalmente a vontade do Apará! Mas uma Entidade de Luz novamente irá se abster de dar decisões na vida da pessoa. Pedirá que faça suas orações e sinta se verdadeiramente sua missão ao lado deste espírito está cumprida.
Esclarecendo: Sabem por que o Mentor sempre manda fazer as orações? Para que o padrão do paciente possa se elevar e assim possa estar em condições de ouvir a voz do espírito. Para que possa ser verdadeiramente ajudado, pois nenhum Mentor consegue intuir uma pessoa com o padrão lá em baixo.
Uma Entidade de Luz não interfere na Medicina terrestre: Não receita chás, banhos de descarrego, ervas, e muito menos medicamentos! Por mais que o Apará seja Médico, e visualizando o quadro do paciente entenda que determinada atitude poderá trazer uma substancial melhora de seu quadro físico.
Quem está comunicando é a Entidade, não o Apará! Seus conhecimentos e intuições são aproveitados para a transmissão da mensagem, mas jamais interferem na vida do paciente. A Entidade recomendará que procure o “Médico da Terra” para reavaliar seu quadro clínico, mesmo entendendo claramente que poderia estar tomando um medicamento que provoca um efeito contrário! Observem bem: Não vai receitar e tão pouco suspender um medicamento!
Uma Entidade de Luz não dá “Mensagens para o Aparelho”, ou manda o Doutrinador procurar o Aparelho depois de desincorporado. Quando necessário deixará as lembranças na consciência do Apará! Trabalhamos na Individualidade, logo não existe o João, a Maria e o José, para que enviem recados para a Personalidade.
Uma Entidade de Luz não provoca ansiedades. Não vai passar nenhuma comunicação em que o coração da pessoa “fique pesado”. Seu objectivo será sempre dar esperança e elevar o padrão vibratório do interlocutor. Algumas vezes pode até chamar a atenção, mas sempre com muito amor! Amor e Razão são as tónicas que regem uma comunicação  espiritual elevada. Leiam as mensagens de Pai João e reparem que mesmo nos momentos em que nos chama a razão seu amor é imenso e sua sabedoria não permite que fiquemos com o coração pesado.
Uma Entidade de Luz não compartilha nossos sentimentos negativos. Não tem ciúmes, vaidade, egoísmo e nem se magoa com qualquer dúvida por parte do paciente ou do Doutrinador. Se tiver uma comunicação interrompida porque o Doutrinador teve dúvidas, irá ficar feliz ao saber que está trabalhando com um Doutrinador preocupado em fazer o melhor e trabalhar sem dúvidas. Irá respeitar a “puxada” e permitir a passagem, agradecendo ao Doutrinador depois. Eles são amor e não entram em nossas sintonias de sentimentos negativos.
Uma Entidade de Luz transmite fé! Prefere que o paciente saia desacreditado dela e do Apará, do que desacreditado de si mesmo.
Uma Entidade de Luz não vem para “mandar no Templo”. Não incorpora nos Tronos com mensagens constrangedoras que provocam  mal-estar em todos. O comando da Doutrina é do Doutrinador e a responsabilidade pelos acertos e erros também. O livre-arbítrio é respeitado como lei máxima para que um Mentor possa trabalhar na Corrente Indiana do Espaço.
Entendo o sofrimento dos Aparás que tantas vezes olham pelos  “olhos da Entidade” e compreendem tantas coisas que precisam ser  corrigidas, mas sem o poder temporal para fazê-las. Mesmo assim, jamais devem permitir que seus próprios sentimentos ou compreensões interfiram nas mensagens.
Quando incorporado, devido a sua consciência, o Apará “vê” o quadro do paciente. Nestes flashes, que chegam a sua mente, muitas vezes o futuro pode ser revelado, porém é um futuro que se projecta apenas pelo comportamento actual do paciente, jamais é imutável. A energia que o consulente carrega o está conduzindo para tais situações que aparecem como quadros na mente do Apará.
Salve Deus! Não é para comunicar isso! Estes flashes do futuro aparecem pelo contacto com a Entidade e para maior segurança diante das comunicações que serão repassadas, mas uma Entidade de Luz não vai fazer previsões e profecias! O Mentor sabe que o futuro está sendo escrito a cada dia de acordo com nossas atitudes, palavras e pensamentos, e a energia que hoje projecta um futuro bom ou mau, amanhã poderá estar totalmente diferente.
Tia Neiva sempre avisava a respeito das previsões. Preferia abster-se de falar, de responder determinadas perguntas, e como já afirmei anteriormente: é melhor que saiam desacreditando de você, do que se si mesmo. Nem tudo que vê é para ser comunicado!
Outro ponto: Uma Entidade de Luz só revela factos de uma vida passada se houver um propósito real, uma utilidade para a vida da pessoa, um esclarecimento absolutamente necessário! Não sai contando historinhas de vidas passadas que não servem para nada. Tudo que provem da Luz é útil! Recebemos o dom do esquecimento com um propósito Divino. Pode acontecer que no quadro formado do paciente apareça determinadas informações, mas novamente deixo claro que são flashes para a segurança do Apará, e não para contar contos. Qual é a utilidade de um Mentor dizer “olha meu filho, este aparelho foi sua esposa na vida passada”? Só irá trazer ansiedade e expectativas que podem inclusive colocar em risco a personalidade actual. Algumas raras situações, em que existe uma utilidade real e cujo esclarecimento de um facto do passado pode contribuir para o consulente despertar mais amor, humildade e tolerância, podem até acontecer. Mas tem que ser útil, se não serve para nada positivo, não é uma comunicação da Luz!
Para encerrar: Entidade de Luz não provoca superstições e fanatismos! Não tem isso “passe em três curas, sete induções”. Salve Deus! O paciente vai para a Cura, passa a primeira vez e é informado que somente em outro dia pode passar de novo. Para passar de novo obrigatoriamente terá que passar nos Tronos... Então para quê recomendar três curas??? Se passando de novo a Entidade irá avaliar se naquele dia a aura está em condições de receber o tratamento! Recomendação de trabalho é somente para o dia e apenas um. A excepção são os trabalhos Estrela, Cruz do Caminho, Randy, etc., que são realizados em horários que nem sempre permitem participar logo que saia dos Tronos.
Nosso “remédio” é água fluídica, e água fluídica é para beber, não para sair lavando a casa, jogando nos cantos ou tomar banho! A Entidade de Luz recomenda que leve a água para beber, nada mais!
Sal e Perfume do Templo, são do Templo! Não são fonte de superstição para que o paciente leve para casa e faça suas “bendições”. A Entidade de Luz não recomenda nada além de água para levar.
Novamente me desculpo pela objectividade destes textos, porém são factos que devem ser tratados com a razão sem espaço para argumentos que contradigam a verdadeira missão de nossos Mentores.

Kazagrande

terça-feira, 7 de abril de 2015

Curso de 7° Raio, Templo Mãe, Planaltina/DF – 1999




"...Deixa eu explicar pra vocês, é mais fácil. Você recebe uma classificação, né? Suponhamos que você recebeu uma classificação de (Rama 2000), o que quer dizer isso? Quer dizer que você, dentro do teu programa espiritual tem condições de chegar a (Rama 2000), de ser um dia, um (Rama 2000) que é muita coisa, muita mesmo...
Não quer dizer que você é, tá? Pra você chegar lá você tem que ralar muito, e direitinho, e muitos nem se quer chegam, vai depender única e exclusivamente de você.
Porque, a cada iniciação que o mestre faz, ele recebe mantras, que são a sua força, você pode começar recebendo na sua iniciação Dharman-Oxinto de 1 a 7 mantras, você pode receber 1, 3, 5, 7 ou pode receber NADA.
E o teu mundo, vocês estão me entendendo?
No decorrer da tua jornada, você vai recebendo, fazendo iniciações, e as iniciações mais importantes não são feitas no plano físico, são feitas no plano espiritual, lá do outro lado.
Então! Depende de cada individualidade, você tem um título? Foi te dado um título? Mas pra você chegar lá, não é fácil não. Porque, vai depender da tua conduta Doutrinária, dos teus trabalhos, da tua sintonia, da tua honestidade..."
(Trino Arakén, Mestre Nestor Sabatovicz)
Curso de 7° Raio, Templo Mãe, Planaltina/DF – 1999

Salve Deus, por este texto tão importante na nossa Caminhada.
Na verdade eu aprendi que uma Classificação, era uma chave que me abria uma porta.
Agora eu tinha a “porta” aberta e tinha que Caminhar até chegar lá.
Obrigado Trino Arakén por este grandioso ensinamento.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Caminhando no Espaço - Tia Neiva


Salve Deus!
( 4ª Carta de TIA NEIVA aos Mestres Adjuntos Ramas 2000 Herdeiros)
Caminhando no Espaço”

Houve uma era em que o sol e a lua apareciam e ainda não se entendiam, nem o dia nem a noite. Era a Terra uma grande formação e seus habitantes não surgiam.
A terra gerava muitos animais, mas ainda não sabia gerar o Homem. Porém, tudo era Deus! Deus pintando lindas aquarelas, plantando e fazendo nascer árvores. Plantou e viu nascer, crescer. Abriu as cachoeiras, os regatos... Emitia em canto a sua luz silenciosa... E ficava hieroglificamente a sua harmonia luminosa, até que uma grande nave chegou a este maravilhoso planeta e seus tripulantes se comprometeram... Trazer... voltarem e formarem seus habitantes.
Subiram... Subiram e desapareceram no resplendor de suas estrelas. Eram inluz na Terra! E, assim falando, assim cumpriram.
Voltaram... Voltaram, porém aqui não poderiam ficar, com o aroma das matas frondosas, das rosas... que Deus, tão seguro, já havia plantado. Não poderiam... não conseguiriam respirar, se não criassem o PLEXO FÍSICO.
Criaram, modificaram, engrossaram a sua estrutura e este Deus se fez Homem, ficando esclarecido que o Homem como espírito podia viver na Terra.
E, assim, puderam voltar, puderam ficar. Porém, a ausência do contato com outros mundos, de outras matérias... Salve Deus!
E então, o Homem começou a se promover, esfera sobre esfera, em ritmo de luz e sombras, paz e guerra, amor e ódio... veio o grande perigo: A falta de contato, a solidão... Largavam-se do seu PLEXO FÍSICO e caminhavam sem harmonia, sem consciência. Com isso começaram a se perder, desaninharam-se... pois o espírito encarnado depende do PLEXO FÍSICO, pressão sangüínea... ectolítero, ectolítrio, ectoplasma... Salve Deus!
Porque este desajuste tão grande, se eram seres divinos?
O PLEXO FÍSICO orgânico, desajusta o plexo etérico, principalmente quando vivemos na baixa individualidade.
O espírito entra no corpo e é invisível no plano físico, porque não tem charme. Não tem charme antes do contato com a carne.
O charme é um átomo... uma energia que se refaz na Terra, da vibração da Terra, do aroma das matas, das águas... O charme é uma energia. Por exemplo: se um disco, uma amacê, desgoverna-se em direção à Terra, não cairia como um avião. Ficaria balançando a 1km acima da faixa da terra, porque não tem charme, átomos... não sei bem as entidades não me dão uma resposta decisiva.
A amacê não cairia na Terra, assim como os espíritos não podem pisar na Terra. Aparecer, sim; pisar na Terra, não. Afirmo, por isso, que nenhum disco baixa na Terra e leva passageiros. Espíritos encarnados, impossível!
O PLEXO FÍSICO é que traz a vibração... forma o charme e, inclusive, liga o espírito ao feto.
O PLEXO FÍSICO é formado por energias do próprio planeta Terra. Por exemplo: o aroma das matas frondosas, das cachoeiras... é o charme que se refaz das têmperas das pedras, do lodo, das campinas, dos mares...

Meu filho Jaguar:

Somos a centelha divina do verbo encarnado...
Verbo encarnado, verbo luminoso.

Salve Deus !

TIA NEIVA

Vale do Amanhecer, 11 de Junho de 1984.
(Distribuída em 09/10/1984)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Páscoa


Jesus Cristo conheceu todas as dores existentes da carne, mas nenhuma delas o fez sofrer, pois na compreensão do teu espírito, nenhuma força negativa teve acesso em seu coração. Ele passou fome, frio e calor; foi humilhado, torturado e desacreditado; ele foi perseguido e colocado em uma cruz. Em nenhum momento Jesus condenou ou julgou àqueles que faziam aquilo com ele, pelo contrário, orou e pediu por eles;
"Pai perdoai-os! Eles não sabem o que fazem!".
Quantas ofensas você precisa ouvir até que esteja julgando e condenando o teu irmão?! Quantas dores são o suficiente para te deixar se levar pela revolta e pela violência?!
Vejam em Cristo o seu maior exemplo de amor em vida meus irmãos! Pois embora seja nobre e admirável que ele tenha morrido em uma cruz, por cumprir magistralmente a sua missão na terra, foi em vida que ele nos deu o seu maior exemplo. É a vida de Cristo que devemos celebrar, pois o seu grande feito foi nos ensinar a viver e vencer morte. Foi nos mostrar que o nosso coração pode ser o farol que iluminará nossa caminhada, mediante a escuridão de nossas incompreensões. Veja o Cristo dentro de ti, pois ele vive em ti e através da sua entrega a ele, fará de você um instrumento de paz e concórdia no terceiro milénio. Cristo vive e se transmite por nós!
Salve Deus!
(Salve Deus, vejam a foto com atenção, e vão perceber a razão porque no Vale do Amanhecer usamos a nossa fita.)

segunda-feira, 30 de março de 2015

Consumo de carne na Semana Santa - Tia Neiva

 
Aproxima-se, mais uma vez, o período do ano que conhecemos como " Semana Santa", em simbolicamente relembramos a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, período em que cristãos de todo os credos meditam e refletem sobre os ensinamentos de perdão, amor e fé que nos transmitiu o divino Mestre em seus últimos momentos de encarnação neste plano terreno.
Porém, uma questão sempre preocupa o jaguar: pode-se consumir carne durante a Semana Santa? É falta de conduta doutrinária a ingestão de carne na quinta e sexta-feira santa? Ou é apenas uma superstição?
Tia Neiva, nossa Mentora e Mãe espiritual nos relata uma passagem de sua vida que serve para nos esclarecer sobre o assunto. Eis as palavras de Tia Neiva:

" Em 1958, eu estava no auge de minhas alucinações, como diziam as demais pessoas que me conheciam. Quando eu trabalhava na NOVACAP. um dia sentei-me num restaurante, porque me distanciara de casa. Eu estava conversando com três colegas e falávamos sobre a NOVACAP onde trabalhávamos. Entramos no Maracancalha. um restaurante da Cidade Livre. trouxeram uma travessa com bifes, por sinal muitos, e era Sexta-feira da paixão. Eu tinha o princípio da Igreja Católica, mas não levei nada em consideração e coloquei o bife no prato.
Naquele instante  (na vibração e desarmonia em que eu vivia), ouvi uns estampidos e era Mãe Yara; " Filha, disse ela, continuas como eras. Já estás tão desajustada que te esqueces dos princípios da Igreja Católica Apostólica Romana? Alerta-te, cuida dos teus sentimentos. O dia de hoje representa,(blogue Cigana Aganara) em todos os planos, os mesmos sentimentos por Jesus crucificado. Em todos os planos deste universo que nos é conhecido. Sentimos respeito, filha, está na hora, devolves o teu bife para a travessa do restaurante". eu esta va companhia de três pessoas como já disse e vi que não comiam carne. Eles ainda não acreditavam em mim, entre a mediunidade e a loucura. " Coma amanhã- continuou Mãe Yara- não irás jamais festejar as incompreensões, as fraquezas daquele pobre instrumento que foi Judas..."
Naquele instante comecei a pensar, começaram a passar por minha cabeça as imagens de Judas, que vendeu Jesus por trita dinheiros. No entanto, Mãe Yara, alheia aos meus pensamentos continuava s a sua narração: Judas não foi um traidor, foi sim um supersticioso. Na  sua incompreensão, acreditou ser Jesus um político. Judas tivera grandes oportunidades de conhecer Jesus, pois o acompanhava desde sua chegada do Tibet.
(...)
meu Filho, entre os diversos conceitos da igreja que nós respeitamos e como tornou-se uma tradição em todos ou quase todos sacerdócios, digo: nós não comemos carne ás quinta e sextas-feiras da Semana Santa. Nós respeitamos esses conceitos. Eles não nos atrapalham em nossa vida evangélica. e respeitamos as tradições da Igreja Católica, que foi a base de todas as religiões".
 
(blogue Cigana Aganara)

A Conjunção de dois Planos - Mário Sassi


A visão do planeta Capela foi a abertura de um curso interplanetário, paralelo à missão da Clarividente Neiva. Desde então, ela foi aperfeiçoando sua carreira sideral, vivendo simultaneamente em três planos vibracionais: na matéria densa, no mundo etérico e no plano espiritual.

Na concentração física, na sua personalidade, ela tem sido submetida a todas as provas da sua faixa cármica, vivendo a vida de relação com intensidade. No plano intermediário, na física etérica, ela foi aperfeiçoando seu contacto com a matriz da Terra, o planeta-mãe, também conhecido pelo nome de Capela. No plano mais alto, o plano espiritual, ela se submeteu aos rigores da missão crística, com todos os percalços do Caminho da Cruz, do Evangelho e das lições que recebe dos Grandes Mestres.

A vida é contínua e a lei que rege seu todo é uma lei única, que costumamos chamar de Deus. Porém, para cada manifestação, para cada plano existencial, a lei se manifesta de acordo com Ele. Passamos, então, a falar em termos de “leis”. Existem, portanto, as leis que regem as várias gradações do plano físico, as que regem o plano etérico, as que regem o plano astral e as que regem planos desconhecidos, fora do nosso alcance.

No ser humano normal, a maior porção da consciência se concentra no plano físico, na vida de relação com o ambiente. Sua consciência dos outros planos é parcial e esporádica. Mediante exercícios, práticas iniciáticas e infinitas situações anormais do plano físico, o ser humano muda o foco de sua consciência, seu estado consciencional.

Sempre que isso acontece, ele fica submetido, parcialmente, às leis do plano em que se concentra. Um bom exemplo dessa situação nos é mostrado pela vida monástica. O indivíduo se retira da vida de relação normal, submete seu organismo e sua alma aos rigores das leis que regem seu espírito. O descumprimento das leis que regem o plano físico produz atrofias e deficits que  o afastam das relações normais com os outros seres. É impossível, por exemplo, ser um monge tibetano e, ao mesmo tempo, um atleta ou um bom comerciante. Nunca, porém, é conseguida uma vivência perfeita em tal situação.

Os reclamos das leis produzem efeitos dolorosos. O ser humano, nesta situação, procura, então, minimizar as dores, através de artifícios que lhe permitam manter-se nessa anormalidade, como um pássaro em voo. Um dos artifícios mais comuns é a organização em grupo. Para que uns poucos possam se manter em “voo espiritual”, outros executam as tarefas de relação. A isso não escapam nem os anacoretas das mais rigorosas iniciações. As lendas nos dizem que, em atitudes extremadas, certos místicos da Índia são sustentados por animais, que lhes levam o parco alimento.

O único ser humano que escapa, com maior perfeição, dessa situação, é o clarividente. Difícil, senão impossível, é saber como se forma um clarividente e o porquê da sua existência. O fato é que são seres raros, e aparecem, vez ou outra, na história deste planeta.

A palavra “clarividente” – “ver com clareza” – confunde-se com a palavra “vidente”- “ver o que não existe”. Confunde-se, também, com “vidência ampliada”. O termo, como se vê, não faz jus às qualidades do clarividente. Mas não se cunhou, ainda, um termo mais apropriado.

O que distingue um clarividente dos seres humanos comuns é o que poderíamos chamar de “consciência simultânea”, a capacidade de viver a vida de relação em planos diferentes, sem prejuízo das leis que regem cada plano, e sua possibilidade de se comunicar, ao mesmo tempo, pelos meios normais, a cada um desses planos.

No segundo contacto de Neiva com os Capelinos, que será relatado mais adiante, ela estava vivendo normalmente no mundo físico, consciente do solo, do céu, do mundo vegetal e do seu próprio corpo; psicologicamente, estava consciente da sua subordinação à instrutora terrena, Mãe Neném, e de suas obrigações com seus semelhantes; ao mesmo tempo, ela ouvia e via um casal Capelino, e penetrava na vivência psicológica dele; o terceiro plano, o plano espiritual, se fazia presente na consciência da sua missão e dos seus votos crísticos. Tudo ao mesmo tempo!

Essa complexa vivência resulta, em nosso plano, de várias maneiras: na manipulação de forças das outras dimensões, ela cura, retifica situações anormais e livra os seres que a procuram de suas angústias; do contacto com os outros mundos, ela nos dá as notícias mais urgentes, de nosso futuro imediato; do aprendizado com os espíritos superiores, ela nos traz os ensinamentos crísticos e as profecias.

A finalidade precípua deste livro é, aproveitando as qualidades da Clarividente Neiva, divulgar essas notícias e esses ensinamentos. Essa tarefa, entretanto, seria impossível se não déssemos, simultaneamente, explicações do mecanismo de contacto, dos seres envolvidos e as implicações resultantes.

O ser revelador – a Clarividente – é, ao mesmo tempo, um ser humano normal. A gente confunde, muitas vezes, sua personalidade com sua individualidade, e com as coisas que comunica.

Fonte: Mário Sassi, 2000 – A Conjunção de dois Planos 

Link para Download do Livro:    AQUI

domingo, 29 de março de 2015

Aroma das Matas - Tia Neiva


Aroma das Matas, por Tia Neiva
“Será que tudo não passa de um sonho? Este era o conflito que vivia em minha mente, a pergunta que pairava dentro de mim... Sem que me desse conta de mim, continuavam à minha revelia as viagens, as visitas e os incansáveis ensinamentos. Certo dia, estava cansada e também um pouco revoltada porque ou eu estava com os espíritos ou tinha alguém me perguntando por eles. Com este espírito de cansaço, saí do corpo, isto é, me desprendi do corpo, e me vi em uma terrível caverna. Verifiquei que me encontrava em um grande nevoeiro. Senti meu corpo leve como uma pluma e os meus movimentos não respeitavam meus esforços. De repente, uma luz brilhou sobre a minha cabeça. Olhei em torno, e pude verificar que agora me encontrava só, em meio a uma grande floresta. Era uma noite de Lua clara no céu. Vi fragmentos de prata viva sobre as copas das árvores, que brilhavam como diamantes. Impossível descrever a sensação que me invadia! Parecia que todos os meus desejos se achavam satisfeitos e que me encontrava inteiramente livre do meu corpo e do seu peso e, no entanto, eu era eu! E, assim, fui penetrando naquele interior, quando um vento frio como uma brisa envolveu o meu corpo e foi me jogando de um lado para outro, dando a sensação de estar deitada. Levantei-me com uma roupa diferente, finíssima, que não era minha. Logo veio a confusão! As árvores, as folhas que pareciam tremer no chão, no espaço... não sei. Só sei que tudo se modificou: já estava numa mesa, ouvia vozes, reconhecia algumas palavras, como esta - AROMA DAS MATAS, que não esqueci. Sim, vim a saber, depois, que ali estava para receber o Aroma das Matas, que era uma consagração dos Caboclos. Era uma Iniciação!” (Tia Neiva, UESB/1959)