terça-feira, 26 de novembro de 2013

O Julgamento


                                                JULGAMENTO
                                      O PRINCIPIO DO JULGAMENTO
Salve Deus!
Com o mesmo peso que julgar, serás julgado”. Esta frase do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo é bastante profunda. Faz-nos reflectir sobre essa difícil acção de nos vigiar e não julgar nossos irmãos e não só eles, como também, qualquer pessoa.
Julgar alguém é atribuir a ela um valor. Porém este valor é arbitrado por nós, nós julgamos segundo nossos conhecimentos, nossa consciência e nossos valores.
Em nossa doutrina, principalmente quando o número de médiuns é menor, a convivência mais estreita, dá oportunidade para que o “julgar” seja uma prática comum.
Nesta acção o Presidente Adjunto,sua Ninfa e seus colaboradores mais próximos são os alvos escolhidos e mais atingidos nesta acção maldosa de julgar.
O Adjunto ao formar seu povo, entre eles estão muitos daqueles que querem seu lugar.
Em nossa doutrina o poder do Adjunto é circunscrito ao ambiente mediúnico, fora do mesmo; é um individuo como tantos outros. Mas o interessante é o quanto esse “poder” exerce um desejo de tê-lo, principalmente naqueles que não tem condição espiritual, moral, social ou financeira para detê-lo. Se pensarmos bem a condição de um Presidente Adjunto, seu vice, enfim...Seus colaboradores que privilégios tem a não ser arcar com as responsabilidades da condução total de um templo do Amanhecer. Que logro, ou vantagens tem um Adjunto? Com certeza a não ser o cumprimento de sua missão e ser alvo de comentários tristes
Quantas vidas já foram marcadas para sempre ante a força dos Gregorinhos (como dizia Tia Neiva) em nossa doutrina. Quantas famílias dilaceradas, que são levadas a viver a dor da separação, motivada apenas pela acção fulminante do julgamento... Mas fica uma pergunta cuja resposta é óbvia... A responsabilidade e o ónus de tal acção, fica por conta daquele que julgou.
No anfiteatro ,quando o véu da vida for cerrado, quando a verdade universal prevalecer, encontrar-se-há aquele que foi caluniado e o caluniador. Nesta hora de nada valerá esconder, pois é impossível esconder de si mesmo. Diante de Ministros, Cavaleiros e seu guia a verdade haverá de ser mostrada em todos os seus detalhes.
Na história de Ditinho há um episódio em que uma Mãe acusa seu filho de ter roubado jóias para lhe presentear. Depois no momento da verdade ela se arrepende amargamente ao encontra seu filho no plano espiritual e tem que lhe pedir perdão.
O pressuposto é que quando se entra para uma doutrina como a nossa, o desejo é de melhorar-se, burilar-se, morrer em nossa personalidade profana,transitória e renascer como um missionário,um iniciado. E este é o sentido e razão de nossas iniciações. Deixar a individualidade moldar a personalidade difícil que carregamos connosco. Sem considerar os juramentos que fazemos e não percebemos.. “Oh jesus este é teu sangue.....”
Pense,se avalie,modifique-se...E encontrarás o segredo da Magia de Nosso Senhor Jesus Cristo...
Gilmar
Ad Adelano
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