quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O Mestre



                                                      O  MESTRE

Salve Deus!
Numa programação espiritual e também cármica nos comprometemos a sermos missionários. Fazer parte de um sistema doutrinário e com aspectos fundamentados na religiosidade.
O pressuposto dessa acção é que ao ingressarmos nesse selecto grupo sacerdotal, as normas que o regem, nos elevará a condição de monges puros aliado a técnicas doutrinárias que tornariam esse grupo extremamente perfeito.
Como povo que tem vinte e uma encarnações é necessário considerar tal situação e chegar a dura mais real conclusão: A DOUTRINA É CÁRMICA.
Viver em meio a tantos, onde cada um é um universo único, somando-se ao fato desses indivíduos terem uma herança transcendental recheada de fatos nada memoráveis, nos obriga a repensar a forma como a agir e interagir no meio doutrinário.
O termo Mestre nem sempre é compreendido muito bem em nosso meio. Devido ao espírito religioso, muito associam esse termo a Jesus!.
Em nosso caso o Mestre é uma referência daquele que assimilou técnicas de manipulação mediúnica impregnada por uma energia Iniciática.
O Primeiro Mestre Sol, em suas palestras dominicais, desaconselhava o aproximado demasiado entre o corpo mediúnico, justamente pela acção do factor transcendental.
A conduta ideal desse Mestre é do médico que entra em uma enfermaria repleta de pacientes com doença contagiosa. Ele caminha entre eles, os trata , mas procura se proteger das moléstias que ali circulam.
O Mestre dessa doutrina deve saber agir com uma conduta doutrinária que lhe permite racionar dentro de um princípio técnico doutrinário, aliado ao evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Saber diferenciar o homem do Mestre, do médium. Saber que seus superiores hierárquicos são tão humanos quanto ele, portanto passível de erro.
Ser amável com as pessoas, dando a cada um tratamento igualitário, e acima de tudo, tendo em sua mente que dificilmente ele saberá quem está a sua frente; se um grande amigo, ou seu pior inimigo transcendental.
Não tomar partido quando seus dirigentes não corresponder a seu pensamento doutrinário.
A doutrina do amanhecer em sua essência, ou suas leis deixadas por seus Mentores, não lhe dará oportunidade para que nela, a doutrina, você encontre falhas.
Não negociar com seus dirigentes quando esses não atender suas reivindicações, procurando outro que lhe ofereça mais. A doutrina não é nenhum partido político onde seus dirigentes negociam para prender seus eleitores.

A Doutrina do Amanhecer é baseada em valores espirituais onde os de natureza humana não correspondem da mesma forma que os desse terceiro plano.
Tia Neiva quando afirmou que “acima de nossas cabeças quem pode afirmar o que é bem e o que mal”, nos alertou e deu nos a pista, os sinais para que não julgássemos baseados em valores humanos ou de nossa sociedade.

As leis deixadas na doutrina para sua administração doutrinária foram feitas por individualidades extremamente evoluídas, que residem em dimensões sem tempo e espaço, portanto dizer ou quer mudar esses princípios é o mesmo que afirmar que elas estão erradas.

Não haveria necessidade dos nossos documentos espirituais ou doutrinários conterem assinatura de nossos dirigentes, se não houvessem aqueles que não compreendendo os valores hierárquicos e força decrescente estivessem contidos em sua conduta e em seu coração.
A palavra o empenho de um Mestre é atestado maior de sua conduta moral doutrinária, aqueles que buscam alicerçar-se em seus próprios valores é semelhante aquele que semeou em terreno pedregoso e cheio de espinhos. Já aquele que uma conduta doutrinaria correta assemelha-se ao homem que semeou em solo fértil, onde as sementes deram igual a dez, ou cem (Parábola do bom semeador).
Não seja um mercador de correntes negativas, que onde quer que vá , em sua passagem, a dor e a discórdia sinalizam quem por ali passou..

Será que é tão difícil, cumprir o que prometemos ou juramos?

Gilmar
Adjunto Adelano
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