quarta-feira, 13 de março de 2013

Ciência Etérica


CIÊNCIA ETÉRICA

Meu Filho Jaguar,
Salve Deus!

Existem diferentes formas de vida no corpo humano, cada forma é separada e colonizada. Existem muitas colônias. À proporção que o homem se torna mais inteligente, estas formas de vida se tornam, cada vez mais sintética e simétricas. Existem muitas formas de vida na forma mais alta animal.

Colonizado, o homem atual, sabemos que vive no segundo ciclo. De acordo com seus ciclos, desenvolvendo as formas coloniais de vivência, formas de vida que podemos ver a olho nu. A grande obra que está sendo realizada nos planos superiores vai eliminar do corpo humano, todas as formas inferiores de vida, isto é, se fará pela força das mentes a caminho. As forças serão aplicadas e emitidas pelas vibrações, como também, muitas vezes, são corrigidas pelas forças afins destas colônias. O assunto exige muito estudo. A caridade é a libertação, salva pela força superior.

Muito embora o homem não trabalhe para o mal, pode tão somente, ter em "haver", em sua colônia, algo errado, que o envolva e o provoque no centro primitivo. As formas infinitesimais de vida é que produzem saúde, auxilio na formação perfeita, auxiliada pela forma dos poderes superiores. As Colônias Superiores e Inferiores recebem do astral Superior à mesma força: força vibratória, vibração atômica, "harmônica" ou "Raio de Sol". Sim, porque atômica é a força manipulada pelos raios do sol. Todos estes movimentos são cuidadosamente conjugados, uniformes e rigorosamente ajustados.

Sim, por mais que os seres humanos dêem expansão aos seus conhecimentos, por mais que estudem e mais se aprofundem, não poderão penetrar na limitada posição que ocupam em toda sua existência. Digo, existência somente neste planeta. Sim, falo na individualidade, em toda extensão infinita. A mente pode avançar até certo ponto, mas fica sempre sem poder atingir a realidade da meta, não abrange a sua concepção, sempre sem atingir a meta extrema. A inteligência já pode compreender o que está sendo revelado pela ciência etérica, que vem materializando­-se. Se todos tivessem compreensão desta realidade, o sentido da criação transformada, arrastando por sua vez, os valores que implicam qualquer ação no seu campo vibracional.

Por exemplo: Dona Eduvirgem, uma senhora que eu conheci nas piores circunstâncias possíveis. Sim, família numerosa: filhos, marido, genro, nora, tudo em completo desajuste. Certo dia, ela veio me pedir remédio porque estava sonolenta, a ponto de se descuidar dos afazeres. Na realidade, era ela o baluarte da família. Comecei a me preocupar mais. Duas horas da tarde, de um dia de segunda-feira, fui à Cidade Livre, onde encontrei Dona Eduvirgem recostada numa máquina de costura dormindo serenamente. Um rapazinho vinha cantarolando, quando surgiu de outra porta um cidadão pedindo silêncio, zelando pelo sono de Dona Eduvirgem. Examinando-a em seguida, disse: - Vou levá-la ao médico. Este sono da Eduvirgem pode ser doença.

Daí, não sei o que aconteceu, porque os deixei providenciando o médico, etc., e fui entrar em outra sintonia. Não sei como ou porque cheguei a uma não muito conhecida colônia e um pouco assustada, senti alguém conversando muito perto de mim, onde um vidro nos separava. Um casal, cuja mulher aparentava quarenta anos de idade e ele, aproximadamente, quarenta e cinco, em diálogo de amor. Duas pessoas bem apaixonadas, sem esperanças de se unirem. Ela dizia coisas que eu logo reconheci como sendo a própria Dona Eduvirgem em outra dimensão.

- Estou cansada! Não tenho forças para continuar. Sinto uma terrível sonolência...
Fiquei admirada, sem reação não sei por quanto tempo, enquanto ele dizia: - Tenha paciência. Sinto que está breve; tudo passará.

Nisso a moça levou a mão ao peito, deu um grito e desapareceu.

Ficava sempre desapontada, quando me recordava do quadro naquela colônia.

Certo dia encontrei no Templo com uma das filhas de Dona Eduvirgem, de quem nunca mais tive notícias, embora sempre ligando um quadro a outro. Sim, disse-me a jovem que era sua filha: na tarde que eu a vira dormindo recostada na máquina de costura, ela havia morrido, porque um farmacêutico lhe dera uma injeção de calmante e seu coração não agüentara. Morreu ali onde estava.

Assim na Terra como no Céu, meu filho, sempre temos alguém nos esperando, nos amando.

Cumprindo com amor tudo que entreguei dos meus olhos, com carinho, a mãe em Cristo Jesus.

TIA NEIVA
Enviar um comentário