quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A Pira

A Pira é o centro de controle energético do Templo, onde se faz a ligação com a Corrente Mestra, ponto de abertura e encerramento dos Trabalhos, de um médium. Nela vemos a Terra, representada pela base, tendo o Sol à sua esquerda, e a Lua à sua direita. No centro está a Presença Divina, que representa os sete planos do Homem, ou seja, o Espirito encarnado com seus sete raios de força. A parte espelhada apresenta o corpo fisico com o seu sistema nervoso, os sete plexos com os seus chakras, e o sistema  circulatório sanguineo, no qual o sangue venoso representa o polo positivo e o artrial o polo negativo. O circulo maior destaca o plexo solar e o seu respectivo chakra umbilical. As duas taças representam o sangue que fornece o ectoplasma. As duas setas, uma para cima e outra para baixo, simbolizam a circulação das forças, a macrocirculação da energia da Terra para os Planos espirituais e vice-versa. As estrelas simbolizam Mayante e as nossas casas transitórias. Os dois triangulos entrelaçados simbolizam o corpo e a alma, completando a representação do microcosmo - que é o Homem   e do macrocosmo - o Universo. Amanto ensinou que na cruz, atrás da Pira, existe um cristal que age como captador da energia vinda do plano astral, emitindo potente radiação. Por isso o ritual exige a abertura do plexo, abrindo os braços, quando se cruza a linha mediana do Templo. Essa radiação não oferece perigo a quem esteja no Templo, sejam pacientes, visitantes, ou mesmo médiuns, que não tenham aberto o seu trabalho, pois não estão na sintonia  da onda vibratória emitida. Já aqueles que tenham aberto o trabalho, recebem uma pequena carga todas as vezes que atravessarem a linha de emissão. Todavia, com a tolerância dos Capelinos, estes protegem aqueles que se esquecem de fazer o gesto apropriado, impedindo que recebam descargas e sofram graves consequências.
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