sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Gregos e Troianos






                                             GREGOS E TROIANOS




Heitor e Aquiles
- “Negar a possibilidade de uma revelação divina, feita em diversos tempos e por diversos modos, é o mesmo que negar as tradições falada e escrita de todos os povos; é viver a expulsar os pensamentos, tentando conservar uma mente científica que, por séculos e séculos, nada fez senão uma pequena parcela no caminho dos Homens".

Sim, porque nossa alma sofre a falta do calor místico extrasensorial que repousa no centro coronário de nosso Sol Interior, nos plexos.
Temos aqui o relato de triste tragédia, naquela noite cheia de chamas, em que Gregos e Troianos destruíram inúmeras vidas, fato registrado pela História.

A conseqüência destes desatinos foi conseguir a volta, com ódio, de muitos que se tornaram obsessores e, hoje, clamam por justiça!
A cidade de Tróia era governada pelo Rei Príamo (Cleones), o qual era casado com a Rainha Hécuba (Nilda). Este casal tinha um filho de extraordinária coragem, chamado Heitor (Armando), outro de grande e máscula beleza, chamado Páris (Silvério) e a bela Princesa Polycena.


Rei Priamo
Páris foi enviado por Príamo à cidade grega de Esparta, em missão comercial junto ao Rei Menelau (foragido). Quando Páris chegou em Esparta, o rei estava ausente. Páris, então, encontrou-se com a Rainha Helena (foragida), considerada, na época, a mulher mais bela, semelhante à própria deusa Afrodite.




Paris e Helena
Deslumbrado com a beleza e formosura de Helena, Páris raptou a rainha e a levou consigo para Tróia.
Furioso com o fato, Menelau convocou uma reunião entre reis e príncipes de toda a Grécia, onde decidiram declarar guerra aos traidores de Tróia.

Rei Menelau
Portanto, o rapto da bela Helena provocou a Guerra de Tróia!
A Confederação Helênica decidiu vingar a escandalosa afronta. Foi designado Agamenon (João do Vale), irmão do Rei Menelau, como chefe das hostes gregas. Em meio a grande entusiasmo, prepararam as galeras que iriam conduzir as tropas para combater o inimigo.

Seguiram viagem e, finalmente, chegaram diante das muralhas de Tróia, dando início a um terrível sítio, que iria durar por dez anos.
Houve, no mar, cruentos combates, destacando-se, com vitórias, os seguintes comandantes de galeras: Diomedes (Alexandre), Patrocles (Sebastião José), Aquiles - também Príncipe de Ciro - (Mário Kioshi) e Trós (Guto).

Em terra, também se fizeram grandes combates diante das muralhas da cidade de Tróia. Entre os guerreiros, destacaram-se Ulisses (Raul), homem astuto e corajoso, rei de Ítaca; Macaon (Ataliba), também Príncipe de Acália, que demonstrou grande habilidade na Medicina; Podalírio (Mariel), irmão de Macaon, comandante de um terrível contingente de Tessalos; Eurimaco (Luiz Cláudio); e Locride (Sérgio Paulo), filho do rei de Creta.

Ulisses
Os troianos, do alto das muralhas da cidade, viram, surpresos e admirados, os espartanos construírem um gigantesco animal - um cavalo - de madeira. Um dia, pronta a construção, os gregos bateram em retirada, com armas e bagagens, deixando apenas o grande cavalo. Foi uma festa: os troianos dançaram e beberam, festejando o fim da guerra e a posse do enorme cavalo de madeira, que havia sido trazido para dentro da cidade, como troféu de guerra, e seria invejado por todos os povos, fazendo correr a fama de Tróia pelo mundo.

Midgon (Michael), famoso rei de uma região da Frigia, que lutava ao lado dos troianos contra os gregos, procurou, em vão, persuadir o Rei Príamo do iminente perigo que representava aquele estranho presente.
E esta noite, tão festejada, foi a mais trágica que os troianos puderam ver!
Tarde da noite, quando os troianos já estavam cansados de dançar e de beber, adormecidos, em meio às sombras os guerreiros gregos Deífobo (Luiz da Paixão), Agapeno (Benedito Gaspar), Neleu (Arivaldo), Istníades (Celso), Menésio (João Joaquim), Ícaro (Devaci), Perileu (Calixto), Aiante (José Dias), Sino (Edilson), Meriones (Ênio), Menestrio (Alecir), Antímaco (Djalma), Turno (Armando), Enéias (José Luiz), Filoctetes (Eduardo), Agaleno (José Vieira), Euquenor (Juarez), Enone (Raimundo Dantas), Eurípelo (Vicente) e alguns outros desceram silenciosamente do interior daquele singular presente e se espalharam pela cidade e, aproveitando-se do sono dos troianos, iniciaram um terrível massacre.

Tochas foram lançadas nas casas, que logo começaram a queimar, sendo a cidade tomada pelas chamas. Gritos de desespero! Com o fogo, chegaram as frotas comandadas pelo estrategista Epeu (Lourival), que saíra vitorioso de uma batalha contra Agenor (Gleidson), próxima às ilhas de Tenedo e Helesponto, e, em poucos instantes, todo o exército helênico estava dentro da cidade de Tróia.
Com a ajuda do poderoso Idomeneu (Paulo G. Guimarães), Rei de Creta, a vitória grega foi total. Neoptolemo (Wagner), cruelmente, matou o Rei Príamo em seus próprios aposentos.

O Rei Menelau custou a achar Helena, que havia se escondido num local afastado da cidade. Quando a encontrou, pensou, primeiramente, em matá-la. Mas, encantado com sua beleza, sentiu renascer o velho amor por ela e a levou de volta consigo!”

(Tia Neiva, s/d)



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