quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Trabalho de Prisão

Quando Aragana desencarnou, ao chegar ao plano etérico encontrou um obsessor, um espírito que havia sido sua vítima no passado, tendo sido morto por uma punhalada que ela desferira, e que pedia justiça, clamando por todo aquele ambiente. Aragana pediu à Rainha de Sabá que organizasse o tribunal, para ser julgada. E assim foi feito. Aragana começou a colher bónus para ser ajudada naquela triste passagem. Composto pelos Cavaleiros Verdes, o tribunal começou seu trabalho, com a presença do obsessor. Relatado o crime, as punições começaram a ser apreciadas, com penas duríssimas e de grande sofrimento. O rigor da pena foi excessivo, e isto fez com que o obsessor, recebendo parte dos bónus recolhidos, se apiedasse de Aragana, clamando pela sua absolvição, com o amor suplantando o ódio e a vingança. Perdoada, Aragana seguiu, livre, a sua jornada.
Com base naquele facto, Tia Neiva estabeleceu a prisão para os Jaguares.
A Prisão é um trabalho muito subtil e importante, porque é a libertação de nossas vítimas do passado, de espíritos acrisolados no ódio e na vingança, que têm a oportunidade de, através desse trabalho, se consciencializarem e de renascerem para a Luz, perdoando seus algozes do passado e retomando suas jornadas interrompidas por nossos actos impensados ou com trágicos motivos de violência, luxúria e ambição.
Temos dois tipos de trabalhos de libertação, que se alternam de quinze em quinze dias no Templo-Mãe: Julgamento e Aramê (*), que estão descritos no Livro de Leis, inclusive com suas variações para execução nos Templos do Amanhecer, e contendo a Lei da Libertação Especial.
No Julgamento, o médium do Amanhecer se confronta com uma vítima individualizada, isto é, um espírito de alguém que foi sua vítima em outra encarnação, pelos mais diferentes motivos, mas que se tornou um cobrador pessoal; no Aramê, não há uma ligação individual, mas sim de grupos, já que congrega espíritos de vítimas de acções colectivas, tais como ataques militares, acções opressoras e repressoras, operações mercenárias e de conquista, onde se dizimavam populações inteiras das pequenas cidades, dai não sabermos quem são essas nossas vítimas, mas tendo elas em sua mente a nossa imagem, aquele que foi o seu verdugo e de toda sua família.
No Julgamento nos defrontamos com alguém com quem tivemos um caso de traição, de ódio ou desamor; no Aramê são espíritos cujo único motivo de terem sido destruídos foi estarem em nossos caminhos!...
Para assumir uma Prisão, o médium deve estar bem, pois vai precisar de todo o seu equilíbrio e de toda a sua força para conseguir alcançar o objectivo do trabalho. Pegar os bónus em seu Livro e obter bónus pela participação nos trabalhos da Lei do Auxílio deve ser a preocupação maior.
Quando, no trabalho de prisioneiros da Espiritualidade Maior, recolhemos bónus no Livro ou Caderno do Prisioneiro, devemos fazê-lo com muito amor, tolerância e humildade, para que estes bónus possam ajudar na libertação.
São bem diferentes dos bónus-horas, uma simples formação de energia mental que se concentra no Sol Interior e projectada no Sol Interior do prisioneiro, conduzindo vibrações de amor que vão se acumulando na aura do cobrador, facilitando sua marcha para a libertação pelo reconhecimento da humildade e dedicação do prisioneiro. Assim, quem souber do que se trata aquela colecta de assinaturas naquele caderno, pode colocar seu nome e os de quem quiser ajudar, porquanto a troca de energia se faz de forma bem direccionada: uma partícula vai para o prisioneiro, outra para a aura do cobrador, outra é devolvida à aura de quem está dando o bónus ou das pessoas cujos nomes estão sendo colocados no caderno. Dessa forma, o bónus pode ser concedido independentemente das convicções religiosas ou linhas filosóficas de quem os dá. Não depende, nem mesmo, do estágio em que estiver um mestre ou ninfa, isto é, se está de branquinho, não emplacado, se estiver elevado, se for Centurião, etc. Por isso temos os Pequenos Pajés prisioneiros.
Pela forma como se processa o bónus, é necessário que o prisioneiro e o doador fiquem de frente, ambos de pé, com a mente voltada para aquele momento, a fim de que não haja uma interferência que prejudique os bónus. Por isso, o prisioneiro deve evitar conversar, voltar-se para um lado ou para o outro, não se dirigir a outras pessoas, enfim, procurar manter a sua concentração naquele importante ato de doação.
O maravilhoso trabalho de Prisão da Espiritualidade Maior mereceu o maior cuidado de nossa querida Mãe Clarividente e, se por falta de oportunidade, algumas coisas não foram firmadas, é porque teríamos que resolvê-las pelo bom senso e pelo conhecimento da condição e forma de sua manipulação.
Por isso tivemos condições de prisões efectuadas na administração do Trino Triada Arakém nas quais ele exigia um mínimo de 10 mil bónus recolhidos em assinaturas, não contando com os recebidos nos diversos trabalhos.
Mas é de grande importância a participação nos sectores de trabalhos da Lei do Auxílio, em que os bónus-horas são também projectados em benefício dos cobradores, estabelecidos por Koatay 108 nas condições mais adiante descritas.
O Caderno de Bónus do prisioneiro deve ser guardado no seu Aledá, para ser usado em momentos de dificuldades, pois tem impregnação de efeitos físicos. Segundo Koatay 108, a energia ali contida pode até processar uma cura.
Importantes observações sobre os bónus:
  1. Não se recebe bónus para outra pessoa, nem mesmo no Livro do Prisioneiro. Você trabalha unicamente para você mesmo, os bónus de seu trabalho são exclusivos para você. Nem o Adjunto, nem uma Primeira de Falange Missionária, ninguém – a não ser você – recebe os bónus que lhe são destinados. O que poderá e deverá ser feito, isso sim, é que com a recepção de muitos bónus, você terá condições melhores para o seu trabalho espiritual e, então, irá ajudar a quem quer que mentalize para receber suas vibrações de amor, e não os seus bónus. Por expressa autorização do Trino Arakém, tornou-se possível poderem ser pedidos bónus em um segundo caderno, em favor de alguém que não possa colhê-los pessoalmente e precise de ajuda numa situação grave de actuante cobrança.
  2. Quando damos bónus com amor, recebemos o dobro da Espiritualidade.
  3. No trabalho de Prisioneiro, deve haver um interesse do médium em equilibrar seus bónus arrecadados com as assinaturas em seu Livro com os recebidos nos trabalhos na Lei do Auxílio. Após a libertação, este Livro deve ser guardado no Aledá, para ser utilizado quando necessário, pois tem impregnação de efeito físico, podendo realizar curas.
  4. Não se pode dar bónus com o nome de pessoas já desencarnadas, pois os bónus são condição do ser vivo, que tem plexo físico e força vital.
Não temos, na verdade, qualquer ideia da quantidade de bónus que recolhemos, pois um bónus depende de muitas coisas, do íntimo de cada um, da forma como participa dos trabalhos.
Quando começou o trabalho de Prisão, o número de bónus obtido nos demais trabalhos era muito pequeno, segundo o estabelecido por Tia Neiva em suas aulas dominicais.
Como isso acarretou o esvaziamento dos trabalhos por parte dos Prisioneiros, que preferiam ficar colhendo bónus em seus Livros, Tia Neiva foi aumentando o crédito pelos trabalhos, o que resultou numa verdadeira inflação - hoje, quase toda participação em qualquer trabalho, rende 1.000 bónus!
E podemos ouvir, em fitas gravadas em aulas, Tia Neiva consultando a Espiritualidade sobre conceder 50 bónus ao Prisioneiro que participasse de uma Estrela Candente!
Os Livros de Bónus, a princípio, em 1981, eram feitos sem uniformidade. Começaram com cadernos e blocos, onde era escrita uma mensagem por quem concedia os bónus. No meu bloco, como exemplo, destaco as seguintes páginas:
Com o passar do tempo, os livros foram sendo padronizados, sendo utilizados os cadernos de capa dura, com a maioria de 96 folhas pautadas. Esses cadernos de bónus não devem ser jogados fora e nem reaproveitados em uma outra Prisão. São focos de energia que podem nos ajudar nos momentos difíceis. Caso alguém não os queira guardar, devem ser queimados.
O mesmo deve ser feito com exês, capas e vestidos que fiquem inservíveis.
O primeiro passo para implantar o trabalho de Prisão foi dado quando Tia Neiva, em 1981, trouxe o Anodaê da Legião, fazendo sete Prisioneiras e seus respectivos Sentinelas, sendo estabelecido o actual sistema em carta de 14-12-82, como consta no Livro de Leis.
Inicialmente, Tia Neiva fazia a história de cada caso, e foi interessante conhecer passagens em que muitos mestres e ninfas estavam envolvidos, com isso propiciando até emocionantes oportunidades para muitos reajustes que aconteceram nos Julgamentos. Um caso para exemplificar as cartinhas que Tia Neiva entregava a muitos de nós, revelando nossas vidas, e pelas quais podíamos intuir nossas prisões: Salve Deus, meu filho (....)! Você é um espírito espartano que se destacou pela força e coragem. Percorreu as planícies macedônicas na conquista de novos mundos e civilizações. Em Roma, foi Centurião, e impunha respeito pela força. Fez muitas desordens no Egipto, provocando a queda da rainha e exterminando com a civilização egípcia. Na França, participou activamente na batalha da queda da Bastilha. Quando Cigano, acompanhava Natacha e era, então, inteligente, astucioso e muito dinâmico. Foi deportado, no império de Dom Pedro, quando se perdeu nas desapropriações de direitos, desviando-se de suas obrigações e responsabilidades. Veio, então, no Angical, onde foi severo senhor de escravos, homem de grande fortuna e inteiramente voltado para os vícios e prazeres mundanos, jogos, bebidas, danças e roubos. Gostava de conquistas amorosas, sendo o causador de desajustes em muitos lares, e a cada dia destruindo seu próprio lar. Teve que fugir e abandonar toda a sua riqueza, porque, na Abolição, os negros libertos, que tanto haviam sofrido em suas mãos, queriam matá-lo. Sempre foi um espírito de fortuna e até hoje não se conforma com a riqueza perdida. O que possui é concedido pela Providência. Procure não fazer inimigos, para não aumentar sua bagagem cármica. Destruiu toda a sua família e, por isso, sua principal missão, hoje, é se recuperar e se reajustar com seus familiares, que são os mesmos do passado. Procure cultivar e conservar tudo aquilo que Deus lhe concede a cada instante e, com a força do seu amor, vencerá mais esta batalha difícil do seu carma. Pai Seta Branca está lhe dando especial assistência e protecção, para que possua sempre, em seu íntimo, a paz e a tranquilidade, mesmo em meio às dificuldades que são comuns a todos nós que peregrinamos na Terra. A Mãe, em Cristo Jesus, Tia Neiva.
Uma situação, das muitas passagens que tivemos em nossas jornadas na Terra, e que trazemos para nossa prisão, está descrita na história da Fazenda dos Três Coqueiros, que pode ser vista em Mãe Tildes (*) e outras, em cartas sem data, em que ela conta uma passagem na Guerra de Tróia e outra no Brasil Colónia, na Inconfidência Mineira, dando o nome actual dos personagens, como consta mais à frente.
Existem períodos marcantes em nossos caminhos na Terra, que deixaram rastros de ódio e vingança, mas não consegui documentos de Koatay 108 a respeito. Sabemos que, actuando como membros da Igreja Católica, no Século XV, na Espanha, inicialmente, quando, em 1482, o monge dominicano Thomas de Torquemada foi nomeado um dos inquisidores da Santa Fé e estabeleceu, em conjunto com os doutores da lei Tristão de Medina e João de Chaves, as Instruções e Ordenanças dos Inquisidores, que serviram como instrumento para a execução de milhares de pessoas nas fogueiras e outras punições cruéis, e que se espalhou por todo aquele mundo dito civilizado. Outro monge dominicano, Inácio de Loyola, criou a Companhia de Jesus e se tornou o fundador da ordem dos jesuítas, empenhada, no Século XVI, em conquistas extremamente cruéis e devastadoras, onde tivemos grande participação e cometemos crimes de variadas e hediondas naturezas, que nos proporcionaram um grande número de cobradores, até hoje esperando o momento do acerto de contas connosco.
Em 1983, com o aumento do número de prisioneiros, se tornou impossível esclarecer os diversos casos, e cada um passou a receber uma pequena mensagem com um “Príncipe”, pequena flor trabalhada por Koatay 108, ao ser libertado.
Às ninfas era entregue: “Querida Filha, Salve Deus! Que a sua força, juntamente com essa amacê que você tem agora, possa emanar esses irmãozinhos, caindo sobre eles como pétalas de rosas que irão despertá-los para uma nova vida, bálsamo sagrado que irá iluminar as Trevas em que estão perdidos, tirando o ódio e o rancor de seus corações e fazendo com que tenham novamente esperança, amor e equilíbrio. Assim como no passado você foi instrumento de suas aflições e injustiças, que hoje, evoluída, possa ser o instrumento da libertação - deles e sua - graças a essa feliz oportunidade que nosso querido Pai Seta Branca lhes proporcionou. Estamos felizes com todo esse maravilhoso trabalho e pedimos ao Divino e Amado Mestre Jesus que envolva a todos com o Seu Sagrado Manto, para que a Luz e o Amor acompanhem eles e nós nessas novas jornadas. Salve Deus!”
Aos Jaguares era entregue uma mensagem nos seguintes termos: “Salve Deus, meu Filho Jaguar! És consciente das vidas transcendentais deste mundo físico em que vivemos, em que já ocupamos outros corpos, em que já caminhamos em outras trilhas, onde já subimos e descemos na esperança de um novo comportamento e, no entanto, mais uma vez nos emaranhamos e nos fizemos cobradores e cobrados. A Justiça de Deus nos permite a graça, nesta feliz oportunidade, de sermos prisioneiros dos Cavaleiros de Oxosse e das Grandes Legiões. E hoje, filho, escolhido pelo teu Cavaleiro, te libertas daqueles que impediam teus passos no progresso de tuas vidas material e espiritual, e de muito no teu quadro sentimental. É tudo que posso dizer! Com carinho, a Mãe em Cristo, Tia Neiva – Absolvido, filho, afirmam estes Grandes Iniciados: Entidade: _____ na figura do Mestre Ajanã _____, tendo como Advogado de Defesa _____ e a Sentinela _____, sob o testemunho da Condessa ______, na Promotoria ______. Filho, não precisas saber especificamente o que fostes. Só digo que os anjos e os santos espíritos, que já se libertaram dos seus destinos cármicos, nunca serão prisioneiros no mundo das Legiões. Esta pequena flor é um “Príncipe Imantrado”, que eu preparei na Alta Magia para ti. Guarde-a e, se possível procure levá-la sempre contigo. Alerta, filho! Continue a lutar, tirando os bons proveitos desta libertação, porque, filho, só cai aquele que não está seguro em si mesmo. Partirás daqui sem a perseguição destes que foram suas vítimas do passado! Com carinho, a Mãe em Cristo Jesus, Tia Neiva.”
Quando entre nós, Koatay 108 fazia as prisões. Com seu desencarne, a necessidade ou não de ficar prisioneiro foi entregue à própria consciência do médium, que já tinha como sentir suas condições para assumir uma Prisão.
Nenhuma entidade faz um médium assumir a Prisão. O que acontece é uma sugestão, dada por um Preto Velho num Trono, para que alguém, que se sinta em condições plenas de energia e equilíbrio, assuma, quando lhe convier, uma Prisão, pois a Entidade está vendo um quadro em que isso se faz necessário.
A partir de 2000, em suas eventuais reuniões gerais, o Trino Arakem, com a autoridade de Executivo da Doutrina e, como tal, com sua sensibilidade intuitiva, passou a indicar, entre os médiuns que passavam à sua frente, no Radar, aqueles que deveriam assumir uma Prisão.
Para assumir uma Prisão há que se estar em condições de ajudar àquele irmão que será colocado junto a nós para ver que, hoje, somos diferentes daquele que o jogou naquela triste situação. Sem prepotência, sem arrogância, sem ódio, temos que estar conscientes de que teremos que agir com todo nosso equilíbrio, harmonia e amor no período da Prisão, para demonstrar àquela nossa vítima do passado que hoje somos diferentes. No nosso coração vibra o Amor, quebramos nossas armas, nos despimos de nosso orgulho, de nossa vaidade, e ali estamos, com humildade, colhendo os bónus-horas para nossa libertação.
Devemos estar alertas, pois a presença do cobrador (ou cobradores) junto a nós modifica nossa sintonia mental, nosso padrão vibratório, podendo nos causar mal-estar e até mesmo dores físicas e alta sensibilidade, tentando nos levar à irritação e à desarmonia.
Por isso devemos evitar a Prisão quando estamos atravessando fases difíceis, quando enfraquecidos por algum mal físico ou vibracional, pois já estaremos prejudicados na essência do trabalho, que é a recuperação de nosso cobrador. Este precisa saber que não somos mais aquele que o desgraçou. Ele vai saber disso pela nossa harmonia, pela nossa dedicação na Lei do Auxílio, pela vibração do nosso amor, e, especialmente, pela nossa reacção àquelas situações em que ele nos colocar. Temos que fazê-lo perceber e acreditar em nossa mudança. Ele terá que ter certeza de que esta mão que hoje lhe estendemos é a mão de um irmão amoroso que o quer trazer para a Luz, e não é mais aquela mão de alguém dominado pela paixão, pela vaidade, pela ambição, a mão armada que tirou sua vida e cortou seus sonhos, sua esperança, instrumento de um coração sem amor!
Pela seriedade e pela grandeza, o trabalho de Prisão deve ser assumido com muita consciência, amor e humildade. Senão, o que pode acontecer a quem se deixa levar pelo desequilíbrio, pela desarmonia, é aumentar o ódio daquele cobrador, desapontado com mais uma oportunidade perdida, por ver que aquele seu algoz em nada mudou, e que retorna à condição de cobrador com maior intensidade, sem se ter libertado no Julgamento ou no Aramê, onde se fazem presentes a representante de Koatay 108 e a da Condessa Natharry, a testemunha de todos os tempos, que representa o Espírito da Justiça, e se veste toda de preto porque é uma verdadeira projecção de Chapanã, o Cavaleiro da Lança Negra, que aplica a Justiça Divina na Terra.
Com base nas denúncias, os Promotores montavam as acusações e as defesas, e houve muitos casos em que a projecção proporcionou um ato de perdão entre os próprios prisioneiros, que foram envolvidos em dramas do passado e que puderam se redimir com o reencontro, dentro das energias do amor e do perdão, no Julgamento.
  • Meus filhos, nunca se esqueçam de que tudo é consciência.
Não podemos ficar alheios ao nosso passado, ao que fizemos ou deixamos de fazer, pois, no ciclo evolutivo da vida, não podemos deixar marcas por onde passamos.

Às vezes, por inconsciência, vaidade ou, mesmo, auto-afirmação, prejudicamos alguém e continuamos nossa marcha como se nada tivesse acontecido. Mas, um dia, vem o reencontro, tem que haver o reencontro, e a prisão é o meio mais subtil, pois há amor e consciência, assim como nesta história de Aragana. Veja como Deus não tem pressa!...
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