segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Pelos frutos se conhece a árvore


Desagravo ás Aponaras

Estes dias eu estava reflectindo a respeito das Aponaras. Recordando a época em que foram oficializadas como Falange Missionária e tudo que isso envolveu. Nesta época eu trabalhava com o Regente Araken, Mestre Bálsamo, na Editora do Vale, e tive a oportunidade de acompanhar seu esforço no resgate da função das Aponaras.

Recordei alguns detalhes que gostaria de compartilhar, pois creio que são fundamentais para o registo da história, não apenas da Falange, mas da própria Doutrina do Amanhecer.

Porém, ao sentar-me para escrever, como de costume acessei primeiramente meus e-mails e eis que surge a mensagem “pelo fruto se conhece a árvore”, extraída do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e não me saiu da mente até a conclusão do texto abaixo.

Minhas irmãs Aponaras,
Salve Deus!

Quantas batalhas nestes anos de jornada! Vencer a personalidade orgulhosa da Rainha e humildemente assumir a Individualidade Missionária deste Terceiro Sétimo que nos rege!

Foram tempos, e talvez ainda sejam, de busca da aceitação e compreensão da missão que lhes é confiada. Mas hoje já podemos dizer com segurança que o espaço foi conquistado e a união entre tantas irmãs, reunidas sob a missão que apresenta a mais dura prova, coordenar, comandar, reger e amar com todas as forças, prevaleceu sobre quaisquer dúvidas ou críticas.

Viveram os pesados momentos do julgamento, da rejeição e até mesmo da perseguição.

Altivas, sem perder a dignidade, mas ao mesmo tempo entregues à responsabilidade de serem humildes perante o povo que lhes é confiado, os frutos passaram a ser recolhidos... E são bons!

Pelos frutos se conhece a árvore, assim nos afirmou o Divino Mestre, e o resultado da vossa união em torno de uma missão que permitiu o registro desta bendita Falange, é um fruto doce!

Que seria dos Adjuntos do Amanhecer sem as Aponaras? Não falo apenas de sua Ninfa, da Coordenadora, falo das Aponaras em geral!!! Quantas Consagrações somente possíveis pela presença destas irmãs em Cristo, reunidas em prol do bem comum? Quanta Luz emanada a partir das reuniões que sempre direccionaram para a realização de trabalhos, para a instrução, para a Individualidade?

A Aponara, que sempre existiu como Ninfa, não é mais “Apona de falange”, é completa! Tem o apoio de suas irmãs e de uma Ninfa que provou em sua jornada, acima de qualquer contestação, o manifesto da verdadeira companheira, da leal esposa, da alma complementar para a realização do Mestre: Nair Zelaya.

Que seria de Gilberto sem Nair? Sem dúvida seu espírito altivo daria meios de seguir em frente, mas seria o homem feliz? Seria o missionário completo?

Quem é Adjunto de verdade sem sua Ninfa? Sem sua Aponara!

Obviamente toda árvore possui frutos que passam do momento de serem colhidos, ou que sucumbem às pragas naturais. Mas não será por conta de uma maçã estragada, ou impossível de ser colhida em seu tempo, que condenaremos uma árvore inteira.

As Aponaras provaram seu valor. A Primeira Aponara mostrou pelas obras ao que veio!

Regidas pela Lei do Adjunto, a Carta mais exigente de Tia Neiva, seguem com firmeza, sem perder a ternura, ao lado do Mestre que lhes foi confiado. Amor é seu nome, fidelidade... seu compromisso, humildade... sua missão!

Críticas, incompreensão... todos sofremos, em algum momento da vida! Mas nossas obras, nossos frutos, dirão quem está certo e quem está errado... É pelos frutos que se reconhece a árvore.

Kazagrande
Exílio do Jaguar, Bolívia – Terra de Pai Seta Branca - 14/07/2012

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