sexta-feira, 28 de agosto de 2015

SITUAÇÕES INQUIETANTES E QUE CAUSAM DESARMONIA E DÚVIDAS


Salve Deus!
O pressuposto de ser um religioso ou alguém que busca normas religiosas em uma doutrina é a proposta de buscar ser melhor, e apagar as máculas de suas encarnações desastradas. Princípios religiosos é tão antigo quanta a existência humana na terra; nasceu da necessidade de buscar essas raízes ou origens enigmáticas de sua origem, do mito veio essa busca e aos poucos rituais foram surgindo e com a vinda de Jesus e o nascimento da religião católica e protestante deus possibilidade que o evangelho de Jesus fosse propagado os quatro cantos do planeta.
Na Cachoeira do Jaguar, Pai João, Pai Zé Pedro e Natacham preconizam a criação do Doutrinador. Em 1925 em Propriá Se, nasce Neiva chaves.
Com o descortinar de sua visão tem início o projecto de reforma espiritual mais arrojado depois da vinda de Jesus. Na década de cinquenta na Serra do Ouro entre Alexânia e Brasília começa a UESB e começamos a receber via directa dos planos espirituais a informação contida em leis e rituais que culminaram com a formação da DOUTRINA DO AMANHECER.
A formulação desse todo da Corrente Indiana do Espaço é conjunto de rituais, indumentárias, cânticos, mantras, construções arquitectónicas, enfim realmente um todo onde a disciplina e a hierarquia normatiza a doutrina.
A primeira pessoa passar por esse código disciplinador foi a então Neiva, que começou suas actividades como fotografa na cidade de Ceres-Go.
Mãe Yara, ainda na roupagem de Adelina com muita paciência aos poucos foi levando Neiva ao entendimento da evangelização. Pai João com sua força imperativa e disciplinadora fez os ajustes necessários e sob o amor do cacique da Lança Branca ela chegou a UESB e então o berço, a origem da doutrina se fez naquela região.
Depois da UESB, o grupo vai para Taguatinga e de lá mudam se para aos arredores de Planaltina em 09 de Novembro de 1969 e fundam o Vale do Amanhecer.
Com o advento da Iniciação Dharman-Oxinto, a força do Mestre Humarran, entramos na fase iniciática da Doutrina. O mestrado foi a porta de entrada para a chegada do Trino, e este foi é o princípio da formação da hierarquia de nossa doutrina, Tia Neiva na formação e criação dos Trinos, delega aos mesmos que esses sejam seus representantes físicos e espirituais transferindo também seus poderes a eles. Por volta de 1978 nasce o Adjunto, que recebeu esses poderes na recém construída Estrela candente.
A partir de então começou nesse processo hierárquico a formação da força decrescente que é a responsável pela captação e distribuição das forças espirituais pelos componentes de nossa doutrina.
Tia Neiva a medida que recebia essas orientações passadas pelos executivos espirituais foi organizando os Adjuntos com seus componentes formando o Povo e esse agregou-se ao CONTINENTE.
Até 1985, data de seu desencarne, nossa Clarividente deixou um sistema hierárquico perfeitamente instrumentado para conduzir a doutrina e mesmo com sua ausência os Trinos Presidentes Triadas consagrados por ela, TUMUCHY, ARAKEN,SUMANA E AJARÃ a representou para cumprir e se fazer cumprir as leis da Doutrina do Amanhecer.
Quando Tia Neiva desencarnou haviam 42 templos do Amanhecer e essa quantidade ficou impedida de aumentar em virtude dos Mestres Doutrinadores em condição de implantar mais templos não terem os nomes de Ministros, para resolver essa situação os Trinos Presidentes se reuniram instituindo o ritual de entrega de nomes de Ministros, Cavaleiros e Guias Missionárias
Então acontece um fato que mudaria essa organização perfeita hierárquica deixada por nossa Clarividente! Desencarna o Primeiro Mestre Sol Tumuchy e cerca de seis anos depois o Trino Araken.
Por razões que não nos compete julgar ou comentar assume a doutrina no Templo Mãe o Trino Ypoarã Mestre Raul Zelaya. O Trino Ajarã cria CGTA e então a Doutrina passa ter duas estruturas criadas para administrar o património físico e administrativo pertencentes a Doutrina do Amanhecer. É importante frisar com bastante veemência que a condução da Doutrina do Amanhecer no que diz respeito a rituais e todo o segmento espiritual deixado e outorgado por nossa Clarividente esteve e está sob a jurisdição dos Trinos Presidentes Triadas classificados por ela.
Sabemos que na ordem natural das coisas todos nós estamos nesse planeta numa condição transitória e essa situação é latente e certa para nós outros seres humanos.
Muitos de nossos Adjuntos veteranos já estão nos planos espirituais e também dois de nossos Trinos Presidentes, a pergunta que muitos estão a fazer o que deverá acontecer quando não mais tivermos esses Trinos entre nós?
-Os dois Trinos Presidentes que estão entre nós haverão de encontrar uma solução para essa situação.
Depois de fazer um relato extenso sobre o histórico de formação de nossa doutrina, gostaria de deixar enfatizado alguns itens aqui relacionados e dizer que o faço baseado em meu juramento de Mestre cuja consciência me impede de dizer qualquer situação que fuja a essência doutrina de nossa Clarividente em Koatay 108 e tão pouco ser parcial ao Trino Ajarã o qual me classificou como Arcano e convidou-me a ser seu Sub coordenador e também Primeiro Príncipe Maia dos Templos do Amanhecer.
CLASSIFICAÇÃO DE ARCANO:
-Somente um iniciado poderá conduzir um outro a uma iniciação.
Na formação do Adjunto tem um fato que exemplifica outorga essa condição!
Para ser formado um Adjunto , o aspirante a essa condição vai até a Pitonisa, essa lhe diz que ele deve se espiritualizar primeiro, voltando até ela depois!
Então ela o envia ao Trino que o outorga a ser um Adjunto, só depois autorizado pelo Trino é que ele pode ser um Adjunto.
Portanto quem pode Classificar um Arcano é um Trino...
Lei do Adjunto:
A única lei do Adjunto existente é um texto de conduta transcrito por nossa Clarividente. Nenhum Mestre seja ele quem for está acima as leis de nossa Clarividente.
Cruzamento de corrente:
Não há dois Pai Seta Branca ou duas Tia Neiva todos os Mestre deste Amanhecer passam pela mesma iniciação e consagrações, portanto possa haver siglas administrativas, mas a doutrina é uma só.
Independência de Templos.
Não se divide o indivisível, a doutrina do Amanhecer, portanto não pode ser dividida, e portanto querer ser independente dessa hierarquia e da força decrescente é o mesmo que abandonar a fonte de força que foi nos dada pelos Mentores que criaram nosso sistema de Hierarquia. E de forma alguma esses mesmos Mentores iriam contra o que eles mesmos criaram.
Deixar de buscar nos Trinos consagrados pela Clarividente é criar uma estrutura diferenciada, isolada que não está ligado a ninguém e Tia Neiva exemplifica isso quando fala dos Mestre que saem na decrescência de seus Adjuntos...
OU VOCE ESTÁ CONTIDO NA FORÇA OU FORA DELA.
Portanto meus Mestres, essas são as observações de um Doutrinador que fez um juramento em uma Pira e que procura a todo custo segui-las.

Gilmar
Adjunto Adelano

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Os que ficam para trás


Muitas vezes lembramos-nos de caros amigos que ficaram para trás. Perderam-se de nós simplesmente na falta de contacto, no tempo escasso que nos envolve em três vidas a serem mantidas nesta encarnação complexa, onde o necessário equilíbrio entre o material, emocional e físico tanto nos cobram...

Alguns mergulham em suas vidas materiais, e, a necessidade de “sempre fazer mais” facilmente consome o tempo que poderia ser mais bem dividido. Trazer o conforto para família ou semear um futuro sem onde possa ter “mais tempo”, está nossa luta diária, e estes desafios são apenas parte de um todo, não o objectivo final.

Outros permitem as emoções da personalidade dominarem por completo. Entregam-se ao desejo de fazer feliz os mais próximos e esquecem-se de tantos que podem estar igualmente precisando do seu afecto. O amor cativado gera responsabilidades e traz vibrações...

Existem ainda os que investem tudo na busca espiritual. Dedicam-se ao conhecimento e se isolam, sem compartilhar as conquistas ou, fanatizados pelo que acreditam, passam a tentar converter a fé alheia, afastando aqueles que os amam, mas não os entendem.

Todos estes ainda se debatem em seus karmas que não serão quebrados porque o equilíbrio ainda não chegou! Perdem-se pelas “prioridades” e tornam-se cada vez mais sós, mesmo que não percebam. Nossa vida é uma constante busca pelo equilíbrio, atreveria mesmo a dizer que nossa maior lição como encarnados é tentar alcançar o equilíbrio!

Porém resta o consolo de que a verdadeira ligação espiritual independentemente do binómio físico de “espaço-tempo”. Está registada em nosso espírito e a afinidade se mantém mesmo quando distantes. Por isso existem aqueles que encontramos, anos depois de nos afastarmos, e “parece que foi ontem”. Os olhares se cruzam, o coração emociona e o abraço caloroso aparece. Não parece que os anos passaram, não existem as perguntas repletas de cobranças, apenas a saudade que de imediato se converte em um sentimento de carinho e respeito. Isto é afinidade espiritual, isto é amor incondicional também.

Outros... Simplesmente ficaram para trás! Os reencontros são frios, disfarçados, ou repletos de cobranças. Um grande amigo do passado passa a não significar mais nada, pois a escada da evolução é fatal. Até mesmo um grande amor pode se apagar por completo e transformar-se em apenas uma lição ou questionamento.

Resta lembrar as sábias palavras de Tia Neiva nos afirmando para que, quando encontramos um grande amigo, ou um grande amor, nos esforcemos para não perder vista, não deixa-los para trás, ou ficarmos para trás. Ninguém é de ninguém, mas as afinidades podem ser construídas dia a dia.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Raio ou Raiz


RAIO OU RAIZ


Raio ou Raiz é algo como um estado de acomodação de forças em movimento de destaque. São formadas, na Terra, pelos Grandes Iniciados e, com nosso trabalho, estamos homogeneizando a Raiz do Amanhecer.
Cada raio ou raiz tem seu próprio conceito, porque atrai sempre a mesma origem, formando uma contagem.
O Raio é uma energia bem caracterizada, emanada de um Oráculo ou de uma Cabala, com força determinada e especial para cada tipo de trabalho. Não existe Raio melhor ou maior, mas, apenas, diferenciação em suas aplicações, em sua utilização. Podem agir isoladamente ou em conjunto.
É preciso, principalmente para realizar um trabalho espiritual, fazer nossa captação de energia, buscar a nossa Raiz. Nenhuma entidade traz uma carga de energia. Ela vem, sim, para trabalhar com a energia que lhe for proporcionada pelas nossas condições como médiuns, isto é, pela nossa corrente, da qual somos os elos formadores. Pela emissão, captamos na vertical o que pudermos nos planos espirituais, e alimentamos nosso Sol Interior, para, através do nosso canto, emitindo na horizontal a força recebida, nos tornarmos um elo da corrente e unificar a energia para a realização, em conjunto, de um trabalho.
Para que isso funcione com mais precisão é bom que sempre, na participação de qualquer trabalho, façamos nossa emissão silenciosamente, acompanhando a emissão do comandante, e, em seguida, o nosso canto, para que possamos nos ligar como elo da corrente que é formada, por ação do nosso Eixo Solar (*). Com nossa parcela vamos ampliar a energia disponível para a realização, pelas entidades, daquele trabalho.
É claro que as entidades possuem suas energias próprias e as utilizam, também, para os diversos trabalhos. Assim, um Preto Velho tem sua energia e a usa tanto com a presença, em espírito e em verdade, em um Trono ou, de forma oculta, em uma Mesa Evangélica; e uma Entidade de Cura participa com sua energia própria para a realização da Cura Desobsessiva, mas, sempre, ampliando aquela intensidade com o que pudermos oferecer como elos daquela corrente.
Não há condições de um médium saber quais ou o quanto de força está recebendo. Isso depende de muitos factores. Porém, com padrão vibratório elevado, em sintonia e dentro de correta conduta doutrinária, pode ficar certo de que estará recebendo o máximo de energia que seu plexo pode suportar, para se realizar em nossa Corrente.
A raiz que nos rege, nesta Era, é o Raio de Arakém, Terceiro Sétimo de Xangô, projectado do Oráculo de Ariano (veja: Simiromba).
Há cerca de trinta dois mil anos antes de Cristo, chegou à Terra um grupo de espíritos missionários originários de Capela, em busca da evolução que necessitavam para habitar naquele planeta de Luz. Apesar de sua situação de exilados de Capela, estavam plenos de Deus e da Eternidade, pois sua constituição era de pura luz e sua individualidade era conhecida apenas de Deus e dos Grandes Mestres. Para poderem cumprir sua missão, passaram a habitar corpos densos e, para operá-los, tiveram necessidade de criar corpos intermediários - as almas.
Os Capelinos (*) vieram em chalanas, desembarcando em sete pontos do nosso planeta – nos Himalaias (região actual do Tibete); na Mesopotâmia (atual Iraque); nos Hiperbóreos (actual região árctica, incluindo a Groenlândia e o Alasca), na Atlântida (actualmente submersa pelo oceano Atlântico); na Egea (civilização que foi submersa na região do mar Mediterrâneo, dando origem às ilhas gregas do mar Egeu); no Planalto Central Africano (entre o lago Vitória e nascentes do rio Congo, no Zimbabwe); e na cordilheira dos Andes (na faixa oriental da América do Sul, atuais Peru, Bolívia e Colômbia), onde foram formados portais de integração com forças cósmicas e extra-cósmicas, constituindo-se em raízes.
Nestes pontos – as sete raízes - os Capelinos foram padronizando a exploração das energias vitais com vistas à energização da Terra, enquanto utilizavam energias das usinas solares contrabalançadas pelas geradas por usinas lunares.
Cada uma das regiões ocupadas tinha seus planos evolutivos, sendo controladas suas alterações na crosta terrestre e dispondo de aparelhos específicos para os trabalhos.
Com as quedas sofridas por estes espíritos Capelinos, as raízes foram sendo perdidas pelo Homem, permanecendo em contínuo funcionamento a dos Himalaias.
Tia Neiva, missionária que foi incumbida da renovação dos espíritos Capelinos na Terra, através do estabelecimento da Doutrina do Amanhecer, com base em duas raízes – a dos Himalaias e a Andina - teve, também, que reavivar as forças adormecidas das outras cinco, preparando a humanidade para o III Milénio. Isso foi obtido no 1º de Maio de 1980, quando a Grande Consagração reuniu as sete raízes, propiciando ao Jaguar a sua verdadeira condição de trabalhador da última hora.
No trabalho “Transcendentalidade da Doutrina do Amanhecer” poderão ser vistos alguns detalhes das Sete Raízes.

7º. Raio

Quando Tia Neiva formou o Mestrado, pelo poder de sua clarividência, fez uma classificação dos mestres de acordo com a aura de cada um, tal como é feita na Divina Legião do Mestre Lázaro.
Para nós, neste plano físico, é apenas uma referência, porque Sétimo Raio é uma classificação muito elevada nos planos espirituais. Por exemplo, Pai Seta Branca é um Sétimo Raio de Jesus; Arakém é um Sétimo Raio de Pai Seta Branca.
Com o desencarne do 1º Mestre Jaguar, Trino Arakém, Mestre Nestor, que era o instrutor do Curso de 7º Raio e 7º Raio Lunar, em Outubro de 2004, os Trinos informaram que aquele curso estava suspenso até posterior decisão.
O Trino Arakém explicava que não fazia consagração dos mestres e ninfas após o curso porque não dispunha de clarividência, e seria muita pretensão classificar alguém como um Sétimo Raio, mesmo tendo concluído aquele curso. Dizia que quem iria fazer a consagração seriam os Mentores ou os Guias, para que o médium recebesse tudo o que tinha direito, pelo seu merecimento. A certeza de cada um seria tão somente após o desencarne, quando a realidade do desempenho de sua missão nesta reencarnação mostraria o merecimento de ser ou não consagrado.
No meu ponto de vista, considerando que a própria Tia Neiva dava como pronto para qualquer missão o médium Centurião, seria extinto o curso de 7º Raio, que foi criado pelo 1º Mestre Jaguar e somente por ele ministrado, no Templo-Mãe, tratando-se mais de uma reciclagem da Centúria. Para isso, o currículo da Pré-Centúria e das aulas de Sétimo seriam fundidos, mesmo que isso exigisse um pequeno número de aulas adicionais, mas todos teriam acesso simplificado aos conhecimentos que foram desdobrados e se constituiriam em um único curso de Pré-Centúria.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Intuição de Doutrinador


Salve Deus!
Diante do quadro actual, onde muitos tentam encontrar respostas para seus conflitos doutrinários e, não os encontrando, acabam por agarrar-se às respostas mais próximas e que atendam, mesmo que superficialmente, essas indagações.
Sabemos que o factor técnico mediúnico existe e, como na definição de energia (que é produzida pela força), ela seria, portanto, quem estaria gerando esta energia. Ela é manipulada, condensada e utilizada segundo o grau evolutivo de quem a usa.
Nas dimensões etéricas a energia é veiculada em diversos níveis. Nessas faixas, individualidades com graus também diferenciados, as recebem e emitem segundo seu padrão vibratório e a sua proposta. Lembrando do questionamento de Tia Neiva: "... acima de nossas cabeças, quem pode afirmar o que é o BEM ou o MAL ?", também podemos afirmar que, mesmo em nosso planeta, "o que é o CERTO ou o ERRADO ?". Muitas vezes esta análise pode ser deturpada ou condicionada segundo o meio em que o indivíduo nasceu ou foi criado. Até mesmo Jesus se viu indagado por Pôncio Pilatos quando perguntou ao Cristo "o que seria a verdade ?".
Em nossa doutrina, por trás dessa faixa de energia que denominamos Neutron, existem dimensões, ou mundos espirituais, tão numerosos que ainda não foi possível nominá-los. Então vem a pergunta delicada e que muito incomoda: "Qual é a certeza que temos se um Templo pode ou não estar conduzindo ou assistindo, dentro das Leis de Nosso Senhor Jesus Cristo:?
Contam que, certa vez, Tia Neiva estava nos Tronos com um de nossos Trinos Presidentes. Depois de um certo tempo acabou se identificando um Exu ali incorporado e no entanto esse nosso Trino achava estar falando com Pai João de Enoque!
Certa feita estava em um Templo quando o Presidente anunciou no microfone que necessitava de 5 representantes do Cavaleiro da Lança Vermelha pois Chapanã havia incorporado e os tais representantes iriam doutriná-lo!
Temos assistido em nossos Templos comentários sobre incorporações estranhas, tanto de espíritos sofredores , quanto de espíritos que se dizem iluminados. E notamos que o DOUTRINADOR, sem colocar a razão doutrinária, que é a sua condição mediúnica nativa, absorve com muita naturalidade essas comunicações.
Pelo menos até 1986, um Mestre elevado já era conhecedor das leis que regem sua conduta como médium Doutrinador e as condições em que os espíritos utilizam para se manifestar, seja sofredor ou nossos Guias. Será que realmente não passamos o tempo de brincar ? ("infusão", de Tia Neiva).
Seríamos missionários perfeitos se o conhecimento doutrinário, aliado à consciência de SER e ESTAR de nossos Médiuns, estivesse crescendo na mesma velocidade dos Templos implantados nesse Terceiro Plano...
Talvez, se isso estivesse ocorrendo, não estaríamos hoje juntando as ovelhas que estão tão dispersas.
Salve Deus.
Por Gilmar (Adelano)
e André Luís (Ajuvano)

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Hierarquia: Poder ou Responsabilidade?

                                          Hierarquia: Poder ou Responsabilidade?

A frustração na vida pessoal, seja no aspecto familiar, emocional ou profissional,  leva inúmeros seres humanos a buscar algum destaque na dita “vida religiosa”.

Tornar-se um líder dentro de sua religião não significa obter o “poder” que reequilibraria as frustrações particulares. Por isso inúmeros pastores, dirigentes espíritas, chefes e terreiro, e, infelizmente, jaguares, se perdem em suas missões e se transformam em déspotas usando as vestes da arrogância e vaidade das placas de acrílico.

Ser um líder dentro de nossa Doutrina implica em servir ainda mais! Tem que ser exemplo! E jamais poderá ser um exemplo se sua vida pessoal (familiar, emocional, profissional...) for desastrosa. Para ser líder é preciso ter equilíbrio!

Para ser um exemplo é preciso ter a consciência dos incansáveis pedidos de nossa Mãe Clarividente: conduta, meus filhos, é preciso ter muita conduta!

Dentro do Templo é preciso ser o mais humilde servidor da Luz. Ter sempre uma palavra amiga e estar disposto a colaborar em tudo. É preciso jamais render-se às provocações e ter o sorriso que cativa e desarma a qualquer ser!

O Comandante “de mal com a vida”, irritadiço, cheios de respostas irônicas e sarcásticas, que impõe pela hierarquia suas “ordens” e desfruta da posição de mando... este jamais será um líder! No máximo terá alguns bajuladores em busca de usufruir da “posição” do pseudo-líder.

A Conduta Doutrinária para os que dispõem da hierarquia outorgada pelas classificações, ou missões assumidas espontaneamente, vai muito além das portas do Templo. Suas vidas tornam-se públicas e seu exemplo é levado por onde andar.

Um verdadeiro líder é abordado em seu trabalho, em seu convívio social, com perguntas sobre “como tem tanta paciência?” ou “como faz para manter esta tranquilidade?”. As pessoas identificam a luz de nossos Mentores e sentem-se atraídas. Querem desabafar, contar suas vidas. São mariposas atraídas pela luz.

Um Adjunto não deveria nunca precisar convidar ninguém para ir ao Templo, pois as pessoas que precisam, invariavelmente tentam saber que religião ele frequenta para ter aquele comportamento.

Por isso afirmo que hierarquia na balança espiritual de sua vida não lhe trará poder, mas sim responsabilidade. O poder que aparentemente recebe não é espiritual é apenas temporal. Poder espiritual é uma conquista de sua sintonia e de sua conduta.

Vou mais longe... Um Pai Nosso realizado com amor e sintonia, por um emplacadinho, pode chegar mais longe que a emissão de um Arcano vaidoso.

Sem conduta e sem sintonia as classificações atrasam  a evolução do Jaguar (Pai João).

Buscar poder pela hierarquia é somente assumir mais compromissos. E sempre somos avisados: Ninguém é obrigado a jurar, mas se jurou, terá que cumprir. Salve Deus!

Kazagrande

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A Mediunidade Iniciática


Iniciação significa a admissão do Médium ao cír­culo seguinte da Espiral de Forças que regem a Missão. As Forças da Corrente do Amanhecer distribuem suas Energias de cima para baixo, em forma de espirais cónicas, cujos círculos menores estão na parte de cima. Cada espiral representa uma Cassan­dra regida por uma Falange.

Ao se tornar Médium do Vale do Amanhecer a pessoa vai desassimilando as correntes negativas, através da modificação do seu teor ectoplasmático. Seu fluido se modifica paulatinamente, tornando-o cada vez mais sensível às vibrações dos círculos imediatamente superiores.

O Médium vai se “Imantrando”, isto é, ele adquire a capacidade de sintonizar os “Mantras” de força e os manipular no exercício de sua Mediunidade. Vejamos um exemplo: qualquer pessoa pode rezar um Pai Nosso. Essa oração é o Mantra básico dado por Jesus para situar o Espírito em trânsito na Terra no Sistema Crístico. Entretanto, ao pronunciar esse Mantra existe uma penetração maior ou menor, em consonância com o estágio espi­ritual de quem o pronuncia. As palavras são as mes­mas, não importa quem as pronuncie mas a sintonia varia conforme a situação do emitente.

O mesmo Mantra pronunciado por um Iniciado e um não iniciado produzem resultados diferentes. Por isso o Médium Iniciado recebe o direito de usar certos objectos ritualísticos que são acrescidos ao seu uniforme. Há, pois, trabalhos no Templo que só podem ser feitos por Médiuns Iniciados.

A cerimonia de Iniciação é basicamente o encontro, em meio do caminho, entre o Médium e as Energias que ele passou a ter capacidade de manipular. Às vezes as energias vão mais ao encontro dele do que ele das energias e outras vezes sucede ao contrário.

Esse fato é muito importante de se saber, uma vez que Força significa capacidade, potência; sucede às vezes que a pessoa não chega a exercê-la conscientemente. Expliquemos melhor: o Médium Iniciado é sempre capaz de fazer um trabalho, que exija essa condição, mesmo que ele não saiba ou não conheça a força que tem.

Nem sempre a personalidade do Médium corresponde à sua posição mediúnica. Há certos casos em que a Espiritualidade manda Iniciar um Médium para que ele seja beneficiado pela Iniciação, para sanar alguma dificuldade em seu equilíbrio. Só depois de algum tempo é que ele irá exercer conscientemente seu papel de Iniciado.

domingo, 2 de agosto de 2015

A QUEDA DA BASTILHA E O BRASÃO DOS KATSHIMOSHY


Salve Deus!
O que um acontecimento ocorrido por volta dos anos de 1300
em França e outro na província de Pronvicur na Rússia, tem a ver com connosco jaguares deste Amanhecer?
Para tentarmos entender esse processo é necessário buscar ou tentar discorrer sobre a movimentação de energias que ocorre em nossos templos, con
nosco e principalmente no processo que nós conhecemos como reajuste espiritual.
O tempo é um referencial matemático que nós escolhemos para fixar acontecimentos no decorrer de nossas existências e
a isso se chama datação dos fatos. Sabemos que o tempo cientificamente não existe. Nossa datação decorre do movimento de translação e rotação.
Voltando para a nossa ciência espiritual sabemos que o comandante supremo do universo, Deus é atemporal. Por sua
omnisciência e omnipresença ele está aqui e a um milhão anos atrás e a frente de nossa contagem. Dessa forma nossos mentores “existem” nesse espaço tempo incomensurável. Eles têm acesso a todas as informações de nosso registo, de nossas encarnações, dessa forma como gestores de nosso processo evolutivo eles podem gerir, ajustar e reajustar nossa caminhada para que possamos saldar nossas dívidas e desta forma, libertar espíritos que ferimos por não saber amar.
O Brasão do
Katshimoshy , é a representação de um povo cigano que teve dois líderes, em dado momento houve uma divisão, enquanto um grupo continuou sua jornada e seu reinado, outro liderado por outro líder resolveu deixá-los , essa acção resultou que foram devorados por lobos. Segundo o Mestre Raul Zelaya, em vídeo gravado por mim, afirmou que este Brasão se apresenta, emana suas forças sempre que há um processo que simula divisão entre nós.
A queda da Bastilha, foi um evento que aconteceu no ano de 1300. Após a revolução francesa que foi responsável pela morte através das traições, rebeliões de milhares de pessoas, o governo estabelecido foi julgado pelo que foi intitulado tribunal do povo e foi aprisionado em uma prisão destinadas a eles chamada de Bastilha.
O povo inconformado com o governo resolve tomar a prisão chamada Bastilha e fazer a justiça com as próprias mãos. Muito embora os historiadores dizem que nessa a
cção só haviam sete prisioneiros, a intenção e expansão do ódio significou muito nesse processo revoltoso, digamos que foi a gota de agua que faltava para encher o copo durante a Revolução Francesa que derrubou a monarquia francesa e seus excessos.
Por termos participado desses conflitos a ligação fluídica existente entre nós jaguares deste amanhecer é bastante acentuada. Outra questão fundamental é que podem
estar encarnados muitos desses indivíduos dessas épocas entre nós, o que os torna como pontos de atracção vibracional.
Baseado nos conceitos de reencarnação foi preciso de criar uma forma, uma maneira técnica para que esses espíritos que se encontravam e ainda se encontram no ódio e na dor pudessem ser alcançados e através desse processo de ligação energética houvesse e haja uma forma de reencontro para sanar esses débitos, assim através do charme depositado naquela região e naquela época eles podem estabelecer uma espécie de ponte ou forma de nos encontrar e fazer sua cobrança espiritual.
O trabalho de prisão é a forma de mostrar e dar também uma espécie de compensação de energia para que esses que estão presos na rede do Cavaleiro verde sejam saciados de seus ódios, Como é um tribunal montado em um templo como todas as forças evangélicas e iniciáticas eles assistem o julgamento e sentem vingados por essa a
cção. Por essa razão sempre nessa época Tia Neiva sugeria o corpo mediúnico que assumisse esse trabalho de prisão.
Mesmo não sendo clarividente ou qualquer situação parecida, não é fácil observar o que está acontecendo com essa tribo a
ctualmente e que essas situações são parecidas com as questões acima citada. Tudo é cíclico e de tempo em tempo as coisas mudam apenas sua aparência , mas os fatos em sua essência são os mesmos.

(Autor desconhecido)