quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Caminheiros de Jesus


À medida em que o médium se desenvolve, vai caminhando para dentro de si mesmo e descobre um intrincado conjunto de fatores que complicam sua jornada - o Carma, que, em sânscrito, significa "ação".
No Carma se projetam obstáculos provenientes de nossas experiências mal sucedidas ou incompletas em outras vidas, sendo a consequência da Lei de Causa e Efeito, que preside todos os nossos atos. Na verdade, temos que ter a consciência de que devemos pagar tudo quanto devemos por ações transcendentais bem como por aquelas que criam um carma adicional pelo mal cometido nesta reencarnação. Por isso nossa preocupação com praticar boas ações, levar a felicidade aos outros, enfim, buscarmos sempre fazer o Bem em todos os momentos de nossas vidas.
Infortúnios, doenças, crises morais e materiais, desastres, enfim, tudo o que foi planeado para nossa reencarnação no sentido de resgatarmos, da forma mais completa, nossos erros do passado, de forma inexorável, compõe o nosso Carma. São fatos pelos quais teremos que passar, obrigatoriamente, nesta vida, dificuldades que se sucedem como que em forma cíclica, buracos cavados por nós mesmos, nos quais teremos que cair. Pela influência do Carma, cada um de nós tem uma apreciação diferente para o mesmo fato. Por isso cada um tem uma visão particular do nosso mundo.
Existem muitas linhas que definem nossa vida neste plano como somente dores e sofrimentos, com a glória de alcançarmos planos superiores por compensação de nossa existência dolorosa. De nada, então, nos serviriam o amor e a caridade, e não haveria como alimentar nossas esperanças de momentos melhores. Nossa vida seria, deste modo, sentença terrível de um deus desnaturado.
A Doutrina do Amanhecer nos ensina que nossa trajetória foi planeada por nós mesmos, quando, na confeção do nosso plano reencarnatório, colocamos as provas e reencontros, as cobranças e os reajustes através dos quais, fortalecidos pelo amor, pela tolerância e pela humildade, buscaríamos nossa elevação espiritual, a caminho da Luz. Pela misericórdia de nosso Pai Celestial, nos foram dadas condições para atenuar essas quedas, tornar menos contundentes esses buracos, enfim, de diminuir nosso sofrimento pela evolução de nosso espírito. Assim, muito dependerá de nós mesmos - de nossos sentimentos, de nossos pensamentos, de nossas ações e de nossas palavras - aliviar o nosso Carma, conscientemente analisando as reais consequências das escolhas que fizermos em nossa jornada. Ou, caso contrário, se não quisermos evoluir, aumentamos nosso carma e passamos por maiores dores.
Quando vemos um pai que castiga seu filho por um erro que este cometeu, isso não significa que aquele pai não tem amor pelo filho. Na verdade, isso mostra que o pai está preocupado com a caminhada do filho, e está sendo enérgico da demonstração dos erros. Na nossa jornada, nosso carma é fruto dos nossos próprios erros, e é por eles que, pela Lei do Retorno, temos nossos sofrimentos. Assim, as dificuldades por que passamos são as reparações de nossos erros do passado, e não significam que Deus não nos ama. Ele, apenas, nos ensina e nos dá a oportunidade de os repararmos.
Na carta de Paulo aos Gálatas (6, 7) nos é dito: “Não vos iludais. De Deus não se zomba. O que o Homem semear, isso colherá!”
Quando se usa a mediunidade dentro da Lei do Auxílio, nos juntando a grupos que realizam trabalhos evolutivos, são geradas forças que transmutam as ligações cármicas, e passamos a ter todas as condições para nossa auto-transformação, alterando de forma positiva nosso carma, isto é, melhorando as condições físicas, morais e espirituais de nossa encarnação, amenizando nossos vínculos com o passado e beneficiando a muitos irmãos, encarnados e desencarnados.
Quando, de alguma forma, fazemos o mal, agindo sob o impulso de falsos conceitos, fora da conduta doutrinária, quando usamos qualquer meio para prejudicar alguém física ou moralmente, estamos agravando nosso carma, nossas dificuldades.
É no Centro Coronário que se originam as manifestações e os registos que marcam nossa sensibilidade e envolvem, no físico, nossa atuação em encarnações passadas, refletindo-se no presente - nosso carma. Pela manipulação de energias, o Centro Coronário emana fluidicamente a alma, alimentando-a com irradiações energéticas, estimulando, vitalizando, gerando o BEM e o MAL, formando o carma pelas consequências felizes ou infelizes de nossos atos, pensamentos e palavras...
Há várias maneiras de nos colocarmos num sistema evolutivo de vida. Na Doutrina do Amanhecer encontramos um imensurável repositório de forças desobsessivas, e aprendemos a manipulá-las harmoniosamente, em trabalhos e rituais, de forma progressiva, atenuando nosso carma e beneficiando a todos, fazendo com que, pela nossa evolução espiritual, possamos nos libertar dessas influências transcendentais.
O carma não é castigo e, sim, uma forma de evolução, de aprendizado para o nosso espírito encarnado. É o nosso reajuste connosco mesmo e com a Espiritualidade Maior. Quando vivemos as várias experiências de uma existência, nossa consciência as regista de forma imperecível, no perispírito, passando-as para nosso espírito e compondo o carma de uma nova reencarnação.
A Lei do Carma ou de Causa e Efeito é regida pelo princípio de que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória, isto é, a cada ação nossa, a cada maneira de ser, corresponde uma reação proporcional que retorna para nós mesmos. Quando cometemos um mal contra alguém, não é suficiente pedirmos perdão, pois a ação que praticamos causou um ferimento espiritual e gerou nosso comprometimento com alguém, o que nos enquadra na Lei de Causa e Efeito, a Lei do Carma, que nos rege tudo e a todos.
Na Epístola de Paulo aos Gálatas (6-1 a 5) há o ensinamento: Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado. Levai as cargas uns dos outros e, assim cumprireis a lei de Cristo. Porque, se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana. Mas prove cada um o seu labor e, então terá motivo de glorificar-se unicamente em si e não em outro. Porque cada um levará o seu próprio fardo.
Temos que aprender a reconstruir nossa vida em função do conhecimento de nossa jornada cármica, buscando melhorar nosso relacionamento pessoal, profissional, amoroso e familiar, considerando passageiras todas as situações adversas e inquietações que nos aflijam; trabalhar na Lei do Auxílio independentemente de questões físicas ou materiais; projetar de forma positiva as forças do amor, da tolerância e da humildade, buscando o equilíbrio e a harmonia com os nossos Mentores.
Devemos nos policiar, sempre atentos à nossa consciência, entendo e aceitando as dificuldades que enfrentamos, prestando atenção nos quadros que nos envolvem, mantendo inalterada nossa intenção de progredir, sabendo que o futuro está sendo construído no presente, e estamos sujeitos, permanentemente, à ação de obsessor e cobradores que procuram nos desviar para os abismos ameaçadores de nossa estrada.
Tia Neiva fez muitas cartas individualizadas, esclarecendo a jornada de cada um, para melhor orientação e consciencialização dos reajustes cármicos. Eis um exemplo, em que o nome do destinatário foi oculto: Salve Deus, meu filho (....)! Você é um espírito espartano que se destacou pela força e coragem. Percorreu as planícies macedónicas na conquista de novos mundos e civilizações. Em Roma, foi Centurião, e impunha respeito pela força. Fez muitas desordens no Egito, provocando a queda da rainha e exterminando com a civilização egípcia. Na França, participou ativamente na batalha da queda da Bastilha. Quando Cigano, acompanhava Natacha e era, então, inteligente, astucioso e muito dinâmico. Foi deportado, no império de Dom Pedro, quando se perdeu nas desapropriações de direitos, desviando-se de suas obrigações e responsabilidades. Veio, então, no Angical, onde foi severo senhor de escravos, homem de grande fortuna e inteiramente voltado para os vícios e prazeres mundanos, jogos, bebidas, danças e roubos. Gostava de conquistas amorosas, sendo o causador de desajustes em muitos lares, e a cada dia destruindo seu próprio lar. Teve que fugir e abandonar toda a sua riqueza, porque, na Abolição, os negros libertos, que tanto haviam sofrido em suas mãos, queriam matá-lo. Sempre foi um espírito de fortuna e até hoje não se conforma com a riqueza perdida. O que possui é concedido pela Providência. Procure não fazer inimigos, para não aumentar sua bagagem cármica. Destruiu toda a sua família e, por isso, sua principal missão, hoje, é se recuperar e se reajustar com seus familiares, que são os mesmos do passado. Procure cultivar e conservar tudo aquilo que Deus lhe concede a cada instante e, com a força do seu amor, vencerá mais esta batalha difícil do seu carma. Pai Seta Branca está lhe dando especial assistência e proteção, para que possua sempre, em seu íntimo, a paz e a tranquilidade, mesmo em meio às dificuldades que são comuns a todos nós que peregrinamos na Terra. A Mãe, em Cristo Jesus, Tia Neiva.
Pela força do nosso carma, muitas vezes nos aproximamos de alguém e sentimos um impacto desagradável, apesar de ser um primeiro encontro – pelo menos nesta vida! – e não entendemos essa estranha sensação de antipatia. É fruto da situação cármica, vibratória, que nos envolve na presença de um outro espírito com o qual termos reajustes a fazer, base desse fator muitas vezes avassalador que nos torna antipáticos sem qualquer motivo aparente. Isso é fato comum em nossa jornada, e precisamos estar atentos para contornar a situação sem agravar os atritos e, por conseguinte, agravar o nosso carma.
Tia Neiva sempre nos ensinou que, ao trabalharmos na força da Alta Magia, recebemos uma força magnética extra que nos ajuda em nossas passagens cármicas.
Deus não castiga nem premia. Dentro desta vida, nossos atos, são praticados por nós mesmos. Nós nos auto-punimos, nos auto-castigamos, nos auto-elogiamos e nos auto-engrandecemos.
É preciso perceber que o orgulho e a vaidade nos levam a nos colocarmos em posições, às vezes, querendo substituir o próprio Deus. Mas devemos nos lembrar que não foi Deus quem fez isto ou aquilo, mas nós é que estamos fazendo a partir da obra que somos deste próprio Deus.
O limite de nossa ação é a nossa própria vida. Ninguém recebe além daquilo para que foi preparado para fazer. Todos nós temos o nosso roteiro de vivência e nada acontece por acaso, senão pela atração do charme e das linhas cármicas. Tudo está programado em nossas vidas.
Nada há que nos faça deixar de recorrer a Deus pelo fato de estarmos em falta, porque Deus é bondade e só nos traz a luz. A todo momento podemos recorrer a Deus, porque, sem a energia divina, deixaremos de existir.
Mas é preciso abrirmos a oportunidade para que esta energia se manifeste. Se fecharmos os olhos de nossa alma e não estivermos conscientes deste Deus, a energia não penetrará em nós! (...)
O que vamos fazer no futuro depende do que estamos fazendo agora. Então, a Eternidade está sendo vivida neste instante. Tudo que quiserem, tudo que desejarem alcançar, poderão pedir a Deus neste instante.
Vamos, pois, cuidar da nossa vida com esmero. Temos um sistema planetário, herança transcendental, coisas verdadeiras trazidas para nós, às quais teremos que corresponder.
Vamos viver, portanto, com intensidade, porque nós poderemos modificar todo o nosso destino, numa concentração dentro de um processo evangélico como, por exemplo, uma Contagem. (...)
É com o coração que nós temos que aprender. Não adianta mergulhar mais fundo do que aquilo que podemos ir. Temos que saber qual é o nosso tamanho. E não esqueçamos, nunca, que enquanto não liquidarmos com as coisas que estão ao nosso alcance, as coisas do nosso carma, não entenderemos a voz de Deus, que nos fala através de mil mensagens a cada dia!” (Mestre Tumuchy)

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Conduta Doutrinária

Conduta Doutrinária 
Salve Deus!
A Conduta Doutrinária, a própria palavra indica, é "conduzir-se de acordo com a Doutrina".
A nossa Doutrina então tem o aspecto ritualístico, tem o aspecto filosófico, e tem o aspecto moral, certo? Muito bem, então o Médium tem todas as referências, tem todos os pontos de indicação para o seu comportamento, para a sua conduta.
Você quer se conduzir de quê maneira? Você quer ser isso, quer fazer aquilo, você tem essa intenção, tem aquela intenção, não importa, não importa. Você tem já um hábito, você tem situações, problemas anteriores, condutas anteriores, resultados de condutas anteriores, enfim, tem a soma da sua vida.
Agora, a partir do momento que você se torna Médium desta Corrente, você tem uma maneira de aferir, de comparar o seu comportamento, entendeu? Você pensa assim, bom, como é que eu faço naquele caso, naquela dívida daquele homem, como é que eu faço, aquela ofensa que o sujeito me fez, como é que eu faço em relação a isso ou aquilo, aquelas mil perguntas que você se faz para você decidir a sua vida, você tem um ponto de referência pra saber o que é o certo e o que é o errado, então você se conduz de acordo com a Doutrina.
Agora, a Doutrina não tem um policiamento da sua conduta, não tem nenhuma, ninguém vai atrás de você pra saber se você fez certo ou errado, ou, não compete a essa Doutrina te corrigir, ela apenas te dá a indicação do que é o certo e do que é o errado.
Agora, há uma certa confusão da Conduta Doutrinária, em termos da Conduta Ritualística, da Conduta Mediúnica, da Conduta, vamos dizer assim, do comportamento técnico dentro da Corrente.
Então, muitas pessoas pensam que Conduta Doutrinária é só a maneira correta de se vestir, de fazer seu Ritual, de fazer as coisas.
Isso também é Conduta Doutrinária, mas não é somente isso que é a Conduta Doutrinária.
A Conduta Doutrinária é realmente todo o conjunto da vida da pessoa, em relação a uma Doutrina que é completa e que é perfeita.
Isso que é preciso entender, e eu tive essa oportunidade de responder a essa pergunta ao pessoal de um Templo, que me fizeram essa pergunta dividida em várias perguntas, e eu vi que havia muita confusão.
Conduta Doutrinária não é só marchar direitinho, ter o Uniforme, feito um Soldado, mas é conduzir sua vida de acordo com uma Doutrina que existe, certo?
E uma Doutrina que ensina, inclusive dentro da Doutrina e da própria Conduta Doutrinária, a não corrigir ninguém, não olhar o comportamento dos outros, mas olhar o seu comportamento, não olhar o cisco que está no olho do seu irmão, e não enxergar o pau que está no seu olho, a tora que está no seu olho, isso é Conduta Doutrinária.
Conduta Doutrinária é que ensina você a diferença que há entre Amor e Desamor, você sabe perfeitamente o que é Amor, porque a Doutrina te ensina com toda clareza.
E você sabe quando você age com Desamor, você sabe quando você, por exemplo, se aproveita do relacionamento que é estabelecido pela sintonia, pela irmanação que você faz dentro da Corrente, dos encontros, das situações, você sabe quando está se conduzindo certo ou errado.
Então, ter uma Conduta Doutrinária, é pautar, é conduzir, é se comportar de acordo com aquilo que a Doutrina nos ensina. E ela nos ensina não só pelos textos, como por exemplo, o Evangelho que nos fala do Amor Incondicional, a Tolerância, a Humildade, ela não nos ensina só por isso, ela nos ensina pelos exemplos todas as horas, o dia inteiro, em qualquer contato que o Médium tenha com essa Corrente, ele vê acontecer as coisas, a maneira como as pessoas agem, não agem, como reagem, vê a maneira do comportamento, vamos dizer assim, como é que a Clarividente conduz a sua Missão, vê como é que os Mestres trabalham, vê como é que os Clientes reagem diante...
Tudo isso são lições o dia inteiro, a qualquer momento, a qualquer hora, em que você determina o que é uma Conduta Doutrinária com clareza. Agora, você determina para você, e você se comporta ou não!
Quando você sai fora daquilo que seria a Lei do Amor, da Tolerância, da Humildade, e principalmente no seu relacionamento com as Entidades, principalmente no seu relacionamento, por exemplo, qual é o seu comportamento como Médium, a sua Incorporação, a sua autenticidade, a assimilação de uma Mensagem, a maneira como você se entrega ao Trabalho, a maneira como você procura se desapegar dos seus próprios orgulhos, das suas interferências pessoais, tudo isso é Conduta Doutrinária, entenderam?
Então, é preciso entender bem isso, que não é simplesmente como está sendo interpretado, falar os textos direitinho, usar o uniforme direitinho, cumprir todos os rituais direitinho, só isso não basta! É uma Conduta! Quer dizer, é a maneira como você se conduz, e abrange todos os atos de sua vida!
O Mestre perguntou: "Mas quando você está sem uniforme, fora daqui...". Perfeitamente! Você é um Iniciado! Você é um Ungido, você é um Sacramentado, você conduz dentro de você toda aquela Energia, aquela Força, toda aquela Sintonia com os Planos Espirituais, você está irradiando, você está recebendo, mesmo que você não esteja consciente, em qualquer ato da sua vida fora daqui!
Então, se você, por exemplo, resolver dar mau exemplo, entrar num botequim, tomar uma cachaça, o outro de lá vê assim: "é Médium da Corrente, esse aí é Médium lá da Tia Neiva, tá aí bebendo...", ou o Médium que foi utilizar a sua Indumentária pra pular no Carnaval, coisas dessa natureza, assim absurdas, mas tem outras coisas menores que não são tão absurdas, e que determinam uma Conduta.
Agora, a Corrente não vai controlar sua vida, ninguém controla sua vida, você é o único e exclusivo responsável pelos seus atos!
Salve Deus!
Mário Sassi – 1º Mestre Sol
Trino Tumuchy

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Os Trabalhos que deixamos de fazer


Contam nossos irmãos, que já cumpriram sua missão na Terra, que o que realmente pesa, ao despertar na Pedra Branca, não é os erros e faltas cometidas, mas sim o tempo perdido!

Não é o que fizemos, mas o que deixamos de fazer.

Claro que tudo é computado de uma maneira geral na triplicidade de nosso ser, mas falemos dos trabalhos que deixamos de fazer...

Uma Mesa Evangélica, por exemplo, em sua menor configuração, com sete Aparás incorporando e sete Doutrinadores doutrinando. O tempo médio de execução é de vinte minutos, onde cada Doutrinador, em média, dá três voltas na Mesa, se doutrinar a todos Aparás incorporados. Em uma conta simples verificamos que mais de 140 espíritos podem ser encaminhados.

140 Elevações!!! Apenas 20 minutos de trabalho! E quantas Mesas deixam de ser realizadas pela preguiça ou por considerar o papo e o café mais gostosos que a sensação de dever cumprido? Salve Deus!

Muitas vezes falta apenas consciência da missão! É preciso olhar quanto se deixa de fazer pela falta de compromisso, pela falta de consciência, por não ser Jaguar!

Usar esta denominação “Jaguar”, não é para muitos! Somente espíritos com uma herança transcendental de grande experiência em vidas físicas, e aos agregados por um compromisso sincero de poder servir.

Um Jaguar não se presta a um “café com política” enquanto  falta, por vezes, um médium para completar um determinado trabalho. Em muitas ocasiões observei uma Junção esperar pacientemente o médium com má vontade terminar seu cigarrinho; Mesas deixando de funcionar em Templos menores porque “hoje não estou afim”; pacientes esperando nos Tronos, vibrando em suas dores e sofrimentos, enquanto o médium (nem posso dizer Jaguar), ri alto de suas próprias piadas em uma involuntária agressão ao sentimento alheio.

Salve Deus!

Como será quando nós, “lá em cima”, nos dermos conta do tempo perdido em “auto atendimento” enquanto pacientes vibravam esperando para poder ter um consolo?

Como será ao contabilizarmos nosso tempo real trabalho e as oportunidades negligenciadas? Estará a conta com saldo positivo? Caminharemos vibrantes com a sensação da missão cumprida, ou nossos passos serão lentos ao entrar no anfiteatro?

Por isso é preciso se dar conta do tempo perdido desde já! Ir ao Templo para trabalhar de verdade, ajudar em tudo que for possível. Entender que nossa missão é “encaminhar espíritos”! Que ao nos entregarmos verdadeiramente ao trabalho espiritual não precisamos ficar vivenciando as frustrações da alma, pois elevamos naturalmente nosso padrão vibracional e atraímos soluções até então impensadas, contando claramente com a intuição de nossos Mentores e com a experiência de nossa Individualidade.

Claro que gostamos de conviver com muitos de nossos irmãos, e uma conversa saudável, DEPOIS dos trabalhos, até mesmo sairmos socialmente com irmãos de Doutrina pode auxiliar no equilíbrio de nossa triplicidade. Mas ao entrar no Templo, devemos buscar nossa Individualidade (ensinado na 1ª Aula de Desenvolvimento). Ficam de fora os problemas, a política, o futebol, a novela, as fofocas e principalmente tudo que possa atrair perigosas correntes negativas que naturalmente já circulam no ambiente ao lado de nossos irmãozinhos.

Tia, estou sempre no Templo, porque minha vida não se ajeita?”
“– Filho, você trabalha muito, está sempre fisicamente aqui, mas poucas vezes seu espírito está acordado.”
Salve Deus!


Kazagrande

domingo, 31 de agosto de 2014

Neiva e os Essenios


                                           NEIVA E OS ESSENIOS, em 09/06/92.

Os quantos possam me ver, ouvir e sentir.
Sempre que o Pastor se vai, as ovelhas de dispersam, o rebanho ausculta o espaço e se sente inseguro, sem rumo, abandonado.
Esta hora incerta é farejada pelas sombras e na calada das noites os lobos estendem suas armadilhas e o desastre acontece. Onde foi que um dia, me tomaram por um sopro de Deus e me fizeram um instrumento de sua Lei? Eu ouvi dentro do meu ser a voz doce e poderosa de meu Pai Abraão a me dizer: “rega essas terras com o teu talento, que elas são tão férteis quanto às do nosso amado Nilo e ergue aqui um novo vale, que propiciará o amanhecer da Nova Era e servirá de sustento espiritual às gerações porvindouras”.
Em minha fragilidade pensei que estivesse enlouquecendo, pária, de mãos vazias, como seria possível fazer nascer da aridez desses cerrados o começo de uma nova humanidade? E só então me dei conta de que sempre que uma onda de calor me abrasava a fronte era meu destino agir, tomar iniciativas e ainda que fosse contra a vontade de seres amados e irmãos era preciso ir avante e edificar o que as vozes dos meus antepassados ilustres me ofereciam, no comando da mente.
Por muitas vezes cometi erros e enganos, fruto de minhas fraquezas e de minhas debilidades, porém o espírito da obra foi consolidado e os seus objetivos quase alcançados.
O que latejava dentro do meu ser era a reminiscência viva do culto ao Deus Sol dos meus ancestrais que: Na aurora de um tempo reinaram sobre as terras do Eufrates e do Nilo, construindo as bases das Civilizações futuras.
Vim para este lugar para servir de apoio ao nosso grande aliado, um Faraó iluminado daqueles tempos e que, por ordem da mais alta esfera do nosso tronco espiritual, recebera a honrosa missão de aqui fundar a Capital do Terceiro Milênio.
Saibam que o vale teve a missão especifica de anular nesse Planalto, as forças de tremendas bruxarias que desde o Velho Mundo apodrecido na Europa, na forte Nação Americana e ainda nos continentes asiáticos, foram manipuladas na direção do Brasil, tentando destruir a nova seiva que aqui seria plantada para uma germinação, rápida e próspera no advento da Nova Era.
Nem eu mesma tive consciência do que estava fazendo e só agora que meus pés me conduzem ao alto da montanha posso ver, perscrutar e sentir a missão do Vale do Amanhecer. Regresso a Canaã dos meus antepassados, com um fio de luz sobre minha fronte, porém minhas vestes estão em frangalhos, meus pés partidos são sulcos ensangüentados e minha alma não consegue penetrar o arrio sagrado do Templo de meu Pai Abraão, pois não consigo reencontrar a paz de que preciso para poder transpor o umbral da cor rosada, onde desde longas idades guardei o veio de minhas esperanças.
Ainda é noite em meu espírito e aqui venho para me fazer mais triste e mais sofrida, ao contemplar o que plantei pensando ser pedaços da luz que agora vejo como cardos crescendo no meio de uma noite tenebrosa, afugentando as legiões sutis que um dia me confiaram sua paz e sua beleza, para distribuir aos corações amargurados do meu povo.
Vejo a separação entre vós. Seres que um dia se juntaram ao meu redor e que agora se destroem mutuamente, guerreando afetos e quebrando elos sagrados que era, em verdade, o vosso sustentáculo.
Nem mesmo o fio cristalino de uma voz preparada para revelar a nova tônica do meu pensar e do meu sentir me é dado encontrar entre vós, pois a serenidade de vosso mundo interior e psíquico está repleta de mesclas e cada um se arvora em herdeiro de idéias que não deixei e ninguém se preocupa com o tálamo sagrado da missão espiritual que deveria guiar vossas vidas.
Que rituais satânicos conseguistes entronizar em vosso egoísmo, para afugentardes a nave do meu santuário? Eu vos dei asas e agora vos arrastais no lodo e no pântano de vossas misérias individualistas, ceifando o que um dia foi dourado e belo aos olhos de Deus.
Quando dissensões carreiam e promovem a separação de seres que se juntaram para o cumprimento de uma missão espiritual, o desastre é inevitável, a sintonia se quebra e o que resta é o distúrbio ensurdecedor da alcatéia de lobos vampíricos uivando no deserto.
Juntai vossas coisas pequenas, questiúnculas daninhas e saneai o meu Vale, por ordem de quem PODE e de quem MANDA e sem olhardes para trás limpai as estradas que levam ao meu trono!
Não visto hoje a individualidade de um ser, agora sou a Energia de uma potestade que dirige e comanda uma ação poderosa no tempo e no espaço em favor da vida.
Minha voz não é mais o sopro minguado de uma débil mulher ensandecida por suas falhas e erros, hoje sou o comando de uma nave cujo destino é reconstituir o Vale do Amanhecer em uma outra dimensão, mais sutil, afinada com o novo tempo que se aproxima e vos digo, vou salvar o que puder ser salvo e acender de novo aquela chama dourada que apagastes com vossas iniqüidades, uma nova ordem teria que surgir, em algum lugar desse planalto, mais pura, mais branca, dourada pela luz de seus raios, era um desígnio do poder maior e se cumpriu.
Por ela solucei e gemi na escuridão da noite, buscando nortear o vosso pensamento para o rumo certo. Mas o porto de onde parti, um dia, terá que ser saneado, limpo e purificado e nesta hora em que o povo brasileiro se contorce, desesperado e aflito, eu tenho que socorrê-lo.
Não foi pelas suas conquistas tão pequenas que me sacrifiquei e morri, não estou mendigando compreensão e reconhecimento, estou e, guardai bem, transmitindo uma ordem que deve e precisa ser considerada.
Atentai para o fato de que todo esse potencial que um dia foi consolo, paz e esperança para milhares de seres conturbados e aflitos se partiu, tornou-se estéril. RISO e CHACOTAS de muitos, mas eu vos digo, a LEI MAIOR tem limites para esse tipo de loucura que carreastes para o Vale.
Quero ORDEM na casa, apagai ainda hoje vossas vaidades mesquinhas, limpai e purificai vossas túnicas e com novo brilho no olhar podereis regressar para o banquete da reconciliação edificante, sem mágoas nem rancores, porque a HORA em que vivemos é a maior de todas no tempo da Eternidade.
Salvai vossas vidas pelo amor e pelo zelo para com a obra de Deus.
Como vedes, não estou só e pelas palavras aqui assinaladas pela minha dor, pelos SINAIS e pelas CHAVES que vos ofereço, sabereis quem sou e por certo vos lembrareis de um nome pelo qual desejo ser chamada.


NOTA: Esta mensagem foi recebida no dia 09 de junho de 1992, entre 1 e 3,40 da madrugada, sem que o médium se preocupasse com as corrigendas.

Eu, José Fraga, Servidor Maior do Santuário Hilkar de Talpaken, da Fraternidade dos Essênios, em Brasília, recebi esta Mensagem de Irmã Neiva, venerável fundadora do Vale do Amanhecer.
Não tive a felicidade de conhecê-la em vida, e somente em agosto de 1991, visitei pela primeira vez o Vale, por ocasião da doença do irmão Mário Sassi. Pela minha honra e pela minha iniciação espiritual, dou fé e reafirmo que todo o texto da Mensagem me foi passado pelo espírito de Irmã Neiva e esse fato me enobrece, me comove e me honra sobremaneira.

Brasíĺia/DF, 09/06/92.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Comunicação Inter-planos


Comunicação Inter-planos
A tónica desta fase, de nossa Civilização, é a COMUNICAÇÃO. O Ser Humano que não se comunica, se enquadra, automaticamente, nos padrões de atraso social. A palavra "COMUNICAÇÃO" tem hoje um sentido amplo, que abrange desde uma ligação telefónica até o entrosamento emocional, entre duas criaturas. A Ciência e a Tecnologia nos oferece meios, cada vez mais perfeitos, de contacto audiovisual e, na busca de novos sistemas, se lança na pesquisa dos meios extra-sensoriais. Nesse campo, visa-se à COMUNICAÇÃO TELEPÁTICA e se especula os meios de comunicação dos animais, como fontes de informação. O primeiro submarino atómico, que cruzou sob os gelos do Polo Norte, levava a bordo um tripulante, incumbido de transmitir dados, de um código visual, a outro sensitivo em terra, a milhares de quilómetros.
Com isso, o Mundo se tornou pequeno para o Homem, e seu anseio milenar se volta, agora, para os outros Mundos. Sistemas de rádio enviam códigos à amplidão sideral e aparelhos sensíveis aguardam respostas. Sondas, de avançada tecnologia, percorrem o espaço, enviando sinais do que encontram. Homens chegaram até a Lua e os segredos do que viram e sentiram são guardados, sigilosamente.
Nessa intensa atividade, o Homem ampliou seu campo consciencializante , para mais longe de si mesmo. Os resultados trazem em si certa frustração. As alegrias que a consciencialização do Universo estão trazendo são empanadas pela mesquinhez da vida terráquea, exigente, confusa, incerta. O primeiro Homem, ao chegar na Lua nos provocou intensa emoção. Hoje, as notícias das tentativas de conquista do Cosmos, se diluem em nossa angústia psíquica. Por que essa contradição?...
...E, enquanto o Homem-Ciência, o Homem-Razão, faz uma pobre verificação mecânica do Universo, o Homem-Futuro, o Homem-Consciência, se entrosa com esse mesmo Universo, de maneira bem mais objetiva. Entre os dois existem distâncias maiores, que entre a Terra e os outros Corpos Celestes.
Nossa finalidade, ao fazer estas observações e trazer notícias de Seres de outro Planeta, é justamente de diminuir essas distâncias. A junção de todos os rótulos da experiência Humana fica englobada em dois títulos extremados: A CIÊNCIA EA TEOLOGIA, dois polos de um mesmo sistema de síntese e análise...
A Mente Humana está desfocalizada entre os dois extremos acima. Isso tem impedido a verificação dos fatos que realmente existem. Como tentativa de ajuste focal, este livro 2000 - A conjunção de dois planos - Mário Sassi procura chamar a atenção dos responsáveis pelos destinos Humanos, para os fatos simples e básicos das comunicações mais amplas, seja na superfície do Planeta, como além. Por isso, queremos chamar a atenção para o "VALE DO AMANHECER".
COORDENAÇÃO GERAL DOS TEMPLOS EXTERNOS
Link >
http://www.valedoamanhecer.com
No Vale do Amanhecer não existe preocupação em provar sua existência (Seres Extra-Terrestres) ou o contacto com eles. Esses fatos são traduzidos em resultados palpáveis, para os quais nenhuma Ciência ou Teologia tem explicações. Mas, a MISSÃO DO VALE NÃO É FAZER DOUTRINA, FUNDAR RELIGIÃO, CONGREGAR PROSÉLITOS OU PROFETIZAR...
"A Missão tem sido tão somente atender SERES HUMANOS angustiados, que procuram alívio."
Mas, sua capacidade de atendimento está próxima dos limites numéricos, e a angústia Humana atinge dimensões cada vez maiores. Isso tem conduzido ao planeamento, de levar seus benefícios a maior número de pessoas. PARTE DESSE PLANO É A SÍNTESE LITERÁRIA, A COMUNICAÇÃO ESCRITA E A NOTÍCIA. Com isso, o Vale ingressa no "RUSH"* atual da comunicação, porém, comunicação de fatos reais, verificáveis.
E então, nossos MENTORES e GUIAS ESPIRITUAIS nos autorizam à divulgação de nossos contactos com SERES DE OUTROS PLANETAS, SERES FÍSICOS, CONCRETOS, EXISTENTES NO UNIVERSO. COM ESSA DIVULGAÇÃO, ELES VISAM A PREPARAÇÃO DA HUMANIDADE, PARA A GENERALIZAÇÃO DESSES CONTATOS, DOS QUAIS SOMOS APENAS UM NÚCLEO EXPERIMENTAL. ELES, OS SERES DE OUTROS PLANETAS, VIRÃO E SE ENTROSARÃO COM OS HABITANTES DA TERRA, NESTE SÉCULO, FISICAMENTE!
* intenso movimento coletivo
PS.: A primeira edição deste livro data do ano de 1974, e a partir deste teremos 1 século em andamento até 2074, então neste período quem tem olhos verá. A última edição deste livro conhecida foi a terceira com data de 2003, e provavelmente a tempos esgotada, porém muitos médiuns do Vale do Amanhecer possuem o arquivo digital para o compartilhamento tão desejado pelo autor "in memoriam", despreocupado com direitos e royalties autorais, e focado na multiplicação destas informações como forma positiva de burilamento consciencional dos seres Humanos para este encontro que será o próximo grande divisor de águas e ciclos do Planeta Terra.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A Rainha do Sabá e Tia Neiva


                                    História – Tia Neiva e a Rainha de Sabá
Salve Deus!
Então um dia, eu passava por esse lugar com muito medo, achava que eu que estava bisbilhotando, mas não era não, eu era guiada para passar por esse lugar. E um dia eu fui mais adiante e vi uma casinha que eu também achei igualzinha, eu vou colocar tudo para vocês verem.
E encontrei uma mulher muito bonita, vestida de Rainha, cheia de contas, assim com o corpo aparecendo, uma tanga assim tudo de contas, brilhando, uma coroa assim atrás da cabeça, uma mulher com os olhos lindos, lindos mesmo, e um chicote na mão.
E eu fiquei espiando, de onde eu estava eu via o movimento dela lá dentro, é uma casa meio redonda, é um castelinho, eu vou botar lá para vocês verem. E ela me chamou.
Foi o primeiro contacto que eu tive com um Espírito de Luz, assim no Plano Espiritual. Porque antes era com a Senhora do Espaço, que me mostrava os lugares, os Departamentos, mostrava de longe. E esse dia é no Umbral e eu fui lá onde ela estava.
Uma simpatia, mas eu tive muito medo dela! É dessas pessoas que você tá perto, e você não sabe se você tá na hora de ir, você não sabe como que se comporta. E ela me chamou:
“ – Neiva, você também já foi uma Rainha!”
Eu perguntei quem era e ela:
“ – Sabá.”
Foi a Rainha de Sabá! Eu custei a falar o nome dela porque eu esperei que ela falasse. Era a Rainha de Sabá que estava ali. Então ela me contou:
A Rainha de Sabá, quando ela teve na terra, ela foi um espírito terrível, ela era, ela tinha uma porção de escravos que ela chama de Safavas Pérolas, como Pai Jamgô e outros, eram “Safadores” de pérolas. Esse é o nome que eu tô dizendo porque ela me dava.
E um dia ela viu, ela viu um filho de um escravo e se apaixonou por ele. Ela era um espírito que nunca amou na vida, não teve amor de mãe, de pai, de nada, foi um espírito terrível, e ela se apaixonou e por isso ela mandava surrar esse espírito!
E ele foi o Missionário que veio para evoluir, e então um dia ele fazia uma materialização, fazia umas defumações, e apareceu um espírito naquela fumaça e Sabá, que ficava escondida assim naqueles matos, para ficar olhando ele, os movimentos, o que eles faziam, tudo, e viu esse espírito e se redimiu.
Mas, e nesse dia ele foi, não precisava mais dele estar na terra, né? Ele foi à procura de Pai Xangô… de Pai Xangô não, de Pai Zambú, e morreu afogado.
Então, ela começou a trabalhar na Alta Magia. Por isso que Sabá é um Espírito da Alta Magia.
E quando ela subiu, ela pediu ao Ministro do Umbral, que ela queria ficar ali num Departamento daquele para ajudar os espíritos. E começou a tomar conta de um certo lugar e tem ajudado muito!
Então, aquele contacto meu com Sabá, ela me contou a história, e foi a minha maior evolução. Então, eu comecei tomar gosto pela Vida Espiritual. E o desejo de ver o Doutrinador!
Salve Deus!

domingo, 24 de agosto de 2014

Nefertiti




"Quando surges na perfeição de tua beleza,
No amplo horizonte do Céu,
Disco vivo e criador da vida,
Ergues-te no horizonte, a oriente,
E espalhas tua perfeição por toda parte!
Tu és belo, imenso e ofuscante,
A pairar acima do universo inteiro,
Teus raios se estendem até o horizonte...
De todas as terras que criaste.
Tu és o princípio solar,
E governas todas as terras, até os seus limites,
Unindo-as através de teu filho amado."
AKHENATON... "Aquele que é agradável à Atón"
É a Era do NOVO IMPÉRIO EGÍPCIO... a Era de AKHETATON...
Eis que surge novamente nosso Simiromba de Deus protagonizando uma das maiores epopeias da história egípcia portando as forças espirituais que lhe conduziriam ao trono faraónico pós AMENOTEP III, a fim de dar origem a um profundo cisma religioso no mundo daquela época.
Casado com a "MAIS BELA que chegou" ao Egito... teve ao seu lado a figura forte e igualmente esplendorosa NEFERTITI, que segundo relatos da própria clarividente Neiva fora uma falange de poderosas mulheres e que ela mesma esteve como uma ao lado do faraó AMENOTEP IV, que posteriormente denominou-se AKHENATON.
A primeira tentativa de implantação na humanidade de um culto ao monoteísmo se deu a partir deste casal, cujo missão antecede a do também conhecido "MOISÉS" que posteriormente daria sequência a esta visionária religiosa!
De acordo com registos de historiadores AKHENATON deixou as seguintes gerações de filhos/filhas: Tutancâmon, Ankhesenamon, Meritaton, Meketaten, Setepenré, Neferneferure, Neferneferuaten Tasherit
Nesta encarnação o amor entre AKHENATON e NEFERTITI foi algo sublime e que trazia novos conceitos familiares diferentes dos comumente empregados na época. Desenvolveu juntamente com os artistas locais um novo conceito de arte egípcia aplicadas em suas estátuas... Seu reinado durou cerca de 17 anos e não há registo de seu desencarne e de sua amada rainha, que por certo foram alvos dos revoltados sacerdotes, que sentindo-se prejudicados pelos novos conceitos monoteístas de AKHENATON teriam posteriormente causado uma devassa em todo e qualquer registo histórico na tentativa inútil de retirar a importância da passagem real deste casal que até os dias atuais é um dos mais famosos de toda a história do antigo e novo Egito...
Mais uma vez e na personalidade de AKHENATON, nosso grande mentor registou seu conceito de PAZ entre os povos e igualdade entre todas as castas da sociedade humana e lamentavelmente fora mal compreendido enquanto esbarrava em interesses socioeconómicos, políticos dos poderosos da mesma época.
SALVE DEUS!
Texto: Projeto Seta Branca